quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

TODOS PRECISAMOS DE UM EMPURRÃO

Essa é antiga, muito conhecida nos meios da PNL. Por conta de alguns acontecimentos que se deram nos últimos dias em minha cidade, que geraram um bocado de controvérsias e lançou muita gente numa discussão que leva mais à depressã que a uma efetiva mudança, tratei de relembrá-la, para acordar nossa gente para suas potencialidades.
Leia em voz alta, ouça a si mesmo (a) e sinta o que lhe acontece nos próximos dias.

O empurrão

A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho.
Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões. Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair? - Pensou ela.
O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. E se justamente agora isto não funcionar?
Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final o empurrão.
A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida.
Enquanto eles não aprenderem a voar não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o melhor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor.
Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram!
Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurram para o abismo. E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar.

"Minha querida alma, seja fonte de coragem e fé"

METÁFORA: UM PROFESSOR ESPERTO

Essa eu resolvi postar depois de uma conversa com alguns professores, que diziam não saber como controlar as "espertezas"de seus alunos, principalmente nas provas de fim de ano.
Olha só que sujeito esperto.


Um Professor criativo

Olhem o que um professor é capaz de fazer. O fato narrado abaixo é real e aconteceu em um curso de Engenharia da USJT (Univ. São Judas Tadeu), tornando-se logo uma das "lendas" da faculdade...
Na véspera de uma prova, 4 alunos resolveram chutar o balde: iriam viajar. Faltaram a prova e então resolveram dar um "jeitinho".
Voltaram à USJT na terça, sendo que a prova havia ocorrido na segunda.Então dirigiram-se ao professor:
- Professor, fomos viajar, o pneu furou, não conseguimos consertá-lo, tivemos mil problemas, e por conta disso tudo nos atrasamos, mas, gostaríamos de fazer a prova.
O professor, sempre compreensivo:
- Claro, vocês podem fazer a prova hoje a tarde, após o almoço.
- E assim foi feito. Os rapazes correram para casa e se racharam de tanto estudar, na medida do possível. Na hora da prova, o professor colocou cada aluno em uma sala diferente e entregou a prova:
Primeira pergunta, valendo 1 ponto: algo sobre a Lei de Ohm.
Os quatro ficaram contentes pois haviam visto algo sobre o assunto. Pensaram que a prova seria muito fácil e que haviam conseguido se "dar bem".
Segunda pergunta, valendo 9 pontos: "Qual pneu furou?"

"Minha querida alma, seja fonte de assertividade e tranquilidade"

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

DEZ DICAS PARA UMA VIDA EQUILIBRADA E FELIZ

Conversando com amigos durante uma reunião social, uma pergunta me foi feita como um desafio: Existe uma "receita" para ser feliz?
O questionamento surgiu após vermos uma noticia, numa revista carregada de belas fotografias da Ásia e da África, de que a pobreza, a fome, as guerras (todas deploráveis e que precisam ser eliminadas) não interferem na capacidade de alguns povos de sempre manterem o sorriso aberto e estarem de bem com a vida, mesmo diante das piores dificuldades.
A pergunta me foi dirigida porque, no grupo em que conversávamos, pelo menos um terço se dizia "depressivo", "estressado" ou "desanimado" diante das "terríveis dificuldades" do nosso país... Como todos o que convivem comigo sabem que tive depressão, que passei por maus bocados em minha vida e hoje procuro sempre manter o equilibrio, senti que foi na verdade um pedido de socorro, como um "Por favor, me faça uma sopa de felicidade e nos forneça a receita".
Não sou muito de receitas prontas. Prefiro pegar os ingredientes e ir jogando na panela pra ver no que dá, mas como tudo tem uma dica básica, resolvi então usar a minha experiência e o que havia lido sobre os povos da África do Sul, do Butão e da Dinamarca (procure matérias sobre eles na net... você vai se surpreender) para elaborar, digamos assim, minhas "10 sugestões para uma vida mais equilibrada".
Confira:

1 -  Bom humor é regra básica para uma vida saudável e mais equilibirada.. Nem um velório passa sem uma piadinha, sabia? Claro que você não vai fazer piada com o sofrimento dos outros, mas se conseguir mostrar, com respeito, que é possível sorrir e, ainda que por alguns instantes, perceber que pode se transportar para onde quiser, será um grande passo.

2 - Não tenha tanta certeza sobre tudo, e nem desconfie tanto do que não conhece. Um pouco de ingenuidade ajuda a manter o sorriso franco, verdadeiro, equilibrado e, acima de tudo, saudável e belo.

3 - Paradigmas te travam? Aprenda a estar aberto(a) a novas crenças, sem estar preso(a) a elas. Quem me ensinou foi o meu Mestre: Numa conversa com alguns ex-colegas de congregação religiosa católica, ele sugeriu que fizéssemos um curso de Terapia de Vidas Passadas. Um dos discipulos lhe perguntou, de maneira repreensiva, se ele acreditava nesta teoria. Ele simplesmente respondeu: "Não! Porém, estou aberto a acreditar!".. Ele sempre foi o melhor terapeuta que conheci, em todos os sentidos.

4 - Seja simples! Nada de complicar as coisas, ou ficar preocupado(a) com futilidades que só levam à frustração. Já vi pessoas de classe média morrerem de depressão porque "queria ter um carro do ano", e milionários que viveram mais de século apenas porque nunca se preocupou em ostentar sua riqueza.  Já vi também milionários que só se encontraram quando, literalmente, colocaram os pés no chão, e pobres que melhoraram de vida quando aprenderam a valorizar o que já tinham, e não o que ainda não possuiam.

5 - Acredite em milagres. Fé é saber que algo vai acontecer, ficar na expectativa, mas não saber quando será. Não force o universo. Simplesmente acredite nele e faça a sua parte!

6 - Aprenda a valorizar o que o(a) outro(a) vive e acredita, mesmo que esteja diametralmente  oposto ao que você vive ou crê. Não precisa abrir mão de suas convicções, mas pode enriquecê-las com o que esta pessoa tem a lhe ensinar. Há um ditado que adoro: "Ninguém é tão sábio que não tenha nada a aprender, e nem tão idiota que não tenha nada a ensinar".

7 - Esteja sempre em sintonia com as pessoas à sua volta, mesmo que elas lhe sejam hostis. Aprenda a encarar os desafios "entrando no mundo do outro" e não combatendo-o. Isso é rapport. Costumo dizer que isto significa:"aprender a dançar com o inimigo" ao invés de chocar-se com ele. O resultado é surpreendente!

8 - Use o "método Kaizen" na busca de seus objetivos. O kaizen é um termo japonês que, de maneira geral, indica a praticidade de se estabelecer pequenas metas, e comemorar o cumprimento de cada uma delas. Ex: Se numa fábrica se colocava um monte de material para uma pessoa fazer cadeiras, ela tinha um só objetivo: acabar com aquela montanha de madeira. Quase sempre sofria, se estressava, e nunca era suficiente. Quando as fábricas passaram a colocar pequenas quantidades de material, e a definir que as cadeiras deveriam ser empilhadas em quantidades específicas ao lado de quem as confeccionava, a produção aumentou. Cada grupo completado era uma conquista, e o marceneiro queria ir mais e mais longe, porque não mais se preocupava em "acabar com um estoque", mas, sim, em superar o número alcançado anteriormente.
Faça o mesmo com suas metas!

9 - Assuma a responsabilidade por seus atos e por seus desejos, e seja sempre honesto(a) consigo mesmo(a). Quem culpa os outros, o governo, a vida, uma doença ou um problema pessoal pelos seus infortúnios vive numa mentira que só lhe traz mais e mais frustrações.  A pessoa justifica seus fracassos, não aprende com eles e vive infeliz. Use sempre esta frase: "O que EU POSSO FAZER, ou onde DEVO ATUAR para que as coisas mudem?". Se você não sabe ainda, o simples ato de perguntar vai trazer as respostas.

10 - E, por fim, acima de tudo: Não transforme tudo o que ouve (inclusive o que estou dizendo aqui) em uma única verdade! Nossa vida é algo dinâmico, o mundo é dinâmico, e as oportunidades para descobrir novas formas de encarar cada desafio de sua existência surgem todos os dias. Se você estiver pronto(a) a melhorar, a incrementar cada vivência que já teve, cada aprendizado e cada experiência já assimilada, só tem a ganhar.

Uma dica básica para todas estas sugestões: Teste cada uma delas sempre que possível, e onde for necessário faça adaptações, a seu gosto. Para mim, elas têm sido úteis, mas todos os dias procuro melhorá-las.

"Minha querida alma, faça de mim uma pessoa equilibrada, simples e feliz"

domingo, 22 de novembro de 2009

QUE TAL SER COMO AS CRIANÇAS?

É só uma propaganda de fraldas, mas preste atenção na grande lição que nos é dada!



MINHA QUERIDA ALMA! SEJA FONTE DE BOM HUMOR E TRANQUILIDADE. SEJA FONTE DE FÉ!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

SEXTA-FEIRA, 13: LIÇÃO DE CRENÇAS


Quando chega a sexta-feira 13, o movimento é sempre o mesmo: Dia de sorte ou de azar? Dá pra arriscar em passar debaixo da escada? Que tal carregar um raminho de arruda? Tem bruxas más soltas por aí? E os gatos pretos?
Eu encaro este dia como uma ótima oportunidade de comprovação do quanto as crenças interferem em nossas vidas, e como é importante estar atento à automatização que damos aos seus efeitos.
Na verdade, a sexta-feira 13 pode, sim, ser um dia de puro azar. Como pode ser de muuuuita sorte. Da mesma forma qualquer outro dia pode ter o mesmo efeito (para muitos, toda segunda-feira é dia da preguiça. Para outros, é dia de começar com tudo, pois é o retorno às atividades que irão render uma boa grana, que vai reencontrar os colegas de escola, de trabalho...).
Passei por uma experiência interessante na sexta-feira 13 de março deste ano. Estava fazendo uma matéria policial e fiquei diante da delegacia, à espera do delegado. Tinha alguns pedreiros na frente de um banco, fazendo umas reformas, e notei quando uma jovem se aproximou do prédio, olhou para todos os lados, ficou observando a entrada... Ficou cerca de 10 minutos ali... parada.... e desistiu de entrar no banco.
Quando passava diante da delegacia, tropeçou e caiu de joelhos na calçada.
Adivinha qual foi a frase que ela disse? "Eu sabia! Até demorou".
Ajudei-a a se levantar. Felizmente não havia se machucado, a não ser no orgulho, por ter levado um tombo no meio de tanta gente. Ao perguntar se havia tropeçado numa pedra, num buraco, se foi porque quebrou o salto ou algo parecido, a resposta não teve nada de prático: "É que hoje é dia de azar. E eu sempre sofro alguma coisa na sexta 13. Tenho medo até de sair. Agora mesmo não entrei no banco porque vi uma escada bem no caminho, e não tinha como desviar e resolvi acertar umas contas na lotérica. Mesmo assim levei este tombo".
O que esta mulher não havia notado, e eu tinha percebido, é que ela, literalmente, provocou o tombo. Ela estava andando tensa, de uma maneira tão insegura que parecia, pensei eu, estar passando mal. As pisadas claramente estavam irregulares, andava em falso constantemente. Se não fosse diante da delegacia, o tombo aconteceria em qualquer outro ponto, mas aconteceria.
O detalhe é que ela não notou sua postura, e por um simples motivo: ELA ACREDITAVA QUE ESTAVA REALMENTE NUM DIA DE AZAR. O resultado é óbvio: "Cuidado com o que acredita, com o que deseja. O Universo se encarregará de torná-lo realidade". No caso dela, o corpo tratou de confirmar sua crença.
Chamei a atenção da garota para estes fato, de maneira direta. Ela, a princípio, me olhou com raiva, como se eu estivesse falando uma tremenda blasfêmia (quando se mexe com crenças, a tendência é esta mesmo). No entanto, foi aquiescendo no momento em que perguntei: "Se hoje não fosse sexta-feira, dia 13, como você estaria andando? O que você faria quando visse a escada na porta do banco? Em que estaria pensando?". Ela respondeu que seria bem diferente do que fazia naquele dia, e então mostrei outras pessoas que passavam pela rua. Todas estavam tranquilas, andavam normalmente, e algumas sequer se lembravam que dia era aquele.
Foi como se houvesse um estalo em sua cabeça. "Se o dia 13 fosse mesmo de azar, os problemas aconteceriam com todos, não é mesmo? Não só comigo!". Foi a deixa para ela entender que os problemas aconteciam porque ela acreditava neles, e não por causa do dia.
Não sei se isso valeu algo de fato para a vida dela, se houve mesmo alguma mudança efetiva na crença. Naquele dia, pelo menos, ela passou a caminhar de uma maneira totalmente diferente, muito mais firme e tranquila.
E você, acredita em que?
Seja no que for, a responsabilidade é sua, e não do calendário.

"Minha querida alma, crenças negativas, que vivi e recebi até o dia de hoje, acabaram!".
"Minha querida alma, seja fonte de crenças positivas, e liberdade para viver a vida".

sábado, 7 de novembro de 2009

terça-feira, 27 de outubro de 2009

ESCOLHA SUAS PALAVRAS

Pressentindo que seu país em breve iria mergulhar numa guerra civil, o sultão chamou um dos seus melhores videntes, e perguntou-lhe quanto tempo ainda lhe restava de vida.
- Meu adorado mestre, o senhor viverá o bastante para ver todos os seus filhos mortos.
Num acesso de fúria, o sultão mandou imediatamente enforcar aquele que proferira palavras tão aterradoras. Então, a guerra civil era realmente uma ameaça!
Desesperado, chamou um segundo vidente.
- Quanto tempo viverei? - perguntou, procurando saber se ainda seria capaz de controlar uma situação potencialmente explosiva.
- Senhor, Deus lhe concedeu uma vida tão longa, que ultrapassará a geração dos seus filhos, e chegará a geração dos seus netos.
Agradecido, o sultão mandou recompensá-lo com ouro e prata.
Ao sair do palácio, um conselheiro comentou com o vidente:
- Você disse a mesma coisa que o adivinho anterior. Entretanto, o primeiro foi executado, e você recebeu recompensas. Por que?
- Porque o segredo não está no que você diz, mas na maneira como diz. Sempre que precisar disparar a flecha da verdade, não esqueça de antes molhar sua ponta num vaso de mel.

Autor desconhecido

"Minha querida alma, seja fonte de sintonia, de rapport"
"Minha querida alma, seja fonte de sabedoria"

ESTÁ CONTRATADA! VEJA LÁ....

Um dia, enquanto caminha pela rua, uma mulher de sucesso, Diretora de Recursos Humanos de uma multinacional, (aquelas que fazem de tudo para vender a imagem de sua empresa aos futuros empregados), é tragicamente atropelada por um caminhão e morre. Sua alma chega ao paraíso e se encontra, na entrada, com São Pedro, em "carne e osso".
- Bem-vinda ao paraíso, diz São Pedro! Mas... Antes que você se acomode, parece que temos um problema. Você vai perceber que é muito raro um diretor de recursos humanos chegar aqui e não estamos seguros do que fazer com você.
- Não tem problema, deixe-me entrar. - Diz ela, já analisando São Pedro dos pés à cabeça e imaginando seu antigo trabalho e se ele fosse um candidato, se ela o contrataria para trabalhar em sua empresa.
- Bem que eu gostaria de deixá-la entrar agora mesmo, mas tenho ordens do Superior. O que faremos é deixá-la passar um dia no inferno e outro no paraíso, e então poderá escolher onde ficar a eternidade.
- Então, já está decidido. Prefiro ficar no paraíso, diz a mulher.
- Sinto muito, mas temos nossas regras, primeiro você precisa conhecer os dois locais.
E, assim, São Pedro acompanha a diretora ao elevador e desce, desce, desce até o inferno.
As portas se abrem e aparece um verde campo de golfe. Mais distante um belo clube. Lá estão todos os seus amigos, colegas diretores que trabalharam com ela e grandes executivos de outras empresas, todos em trajes de festa e muito felizes. Correm para cumprimentá-la, beijam-na e se lembram dos bons tempos. Jogam uma agradável partida de golfe, mais tarde jantam juntos num clube muito bonito e se divertem contando piadas e dançando. O Diabo, então, era um anfitrião de primeira classe, elegante, charmoso, muito educado e divertido.
Ela se sente de tal maneira bem que, antes que se dê conta, já é hora de ir embora. Todos lhe apertam as mãos e se despedem enquanto ela entra no elevador. O elevador sobe, sobe, sobe, e ela se vê novamente na porta do paraíso, onde São Pedro a espera.
- Agora é a hora de visitar o céu.
Assim, nas 24 horas seguintes, a mulher se diverte pulando de nuvem em nuvem, tocando harpa e cantando. É tudo tão bonito e tão sereno, que, quando percebe, as 24 horas se passaram e São Pedro vai buscá-la.
- Então, passou um dia no inferno e outro no paraíso. Agora você deve escolher sua eternidade.
A mulher pensa um pouco e responde:
- Senhor, o paraíso é maravilhoso, mas penso que me senti melhor no inferno, com todos os meus amigos e aquela intensa vida social.
Assim, São Pedro a acompanha até o elevador, que outra vez desce, desce, desce, até o inferno. Quando as portas do elevador se abrem ela depara com um deserto, inóspito, sujo, cheio de desgraças e coisas ruins. Vê todos os seus amigos, vestidos com trapos, trabalhando como escravos, aguilhoados por diabos inferiores, que estão recolhendo as desgraças e colocando-as dentro de bolsas pretas. O diabo se aproxima e conduz a mulher pelo braço, com brutalidade.
- Não entendo - balbucia a mulher. - Ontem eu estava aqui e havia um campo de golfe, um clube, comemos lagosta e caviar, dançamos e nos divertimos muito. Agora tudo o que existe é um deserto cheio de lixo e todos os meus amigos parecem uns miseráveis.
O diabo olha para ela e sorri:
- Ontem estávamos te contratando. Hoje você faz parte da equipe!

Autor desconhecido

"Minha querida alma! Seja fonte de consciência e humildade contra o auto-engano"
"Minha querida alma!  SEJA FONTE DE UMA LIMPIDA VISÃO"

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

DIA DO IDOSO: SUGESTÃO DE PRESENTE

Hoje é o Dia Internacional do Idoso (é também comemorado no dia 27 de setembro), e neste espaço quero aproveitar para dar a vocês,jovens e pessoas que estão ou vão entrar na meia-idade (como eu..rsrsrs) uma dica de presente para papais mamães, vôzinhos e vózinhas.
Nada mais justo que prestar uma homenagem a quem chegou, com lutas e sacrifícios, à tão especial mas às vezes temida 3ª Idade. Porque temida? Ora, se pararmos para pensar, descobriremos que se hoje existem tecnologias, apoio, alimentação, atendimento especial e até leis que são direcionadas ao bem-estar do idoso, isso não era uma realidade até bem poucos anos atrás, talvez até poucos meses atrás.
Temos pessoas na "Feliz Idade" vivendo de maneira mais plena, aproveitando melhor o tempo livre, com a saúde mais bem cuidada, mas até bem pouco tempo essa nova realidade era apenas um sonho (E, infelizmente, para alguns ainda é. Vale lembrar que ainda há familias que preferem "jogar" seus vôzinhos e vózinhas em asilos de competência duvidosa, e outros que ainda os agridem, que roubam suas aposentadorias...)..
Ou seja, quem passou dos sessenta anos o fez sem o apoio que existe nos tempos atuais, e são exatamente estes que podem dizer que são guerreiros, que só agora podem curtir, de fato, a liberdade que a experiência lhe permite ter. Com certeza, seus pais ou avós estão neste grupo.
Alguém aí, que tenha dos seus 15, 16 até pelo menos 40 anos, já parou pra pensar quanta coisa podemos aprender com esses mestres? Quantos de nós, pelo menos de vez em quando, não poderíamos deixar de lado a Internet ou a TV para ouvir as histórias contadas por eles, as experiências vividas, os ensinamentos passados de geração em geração?
E quantos de nós não poderíamos pagar por esta dedicação também ensinando?
Esta é exatamente esta a dica de hoje: Compreender e respeitar o que foi vivido pelos nossos idosos, parar um pouco para ouví-los, valorizá-los, mas também dar a eles as mesmas chances de aprendizado que nós temos hoje.
Sabia que as pessoas agem apenas da maneira que aprenderam? Sabia que se aprenderem algo diferente, podem mudar as suas vidas pra melhor?
Pois é... aí está a minha sugestão de presente: uma troca de aprendizado.
- A partir de hoje, aprenda a tirar pelo menos uma hora para apenas ouvir os idosos que o rodeiam. Assuma a postura de um aluno, de um neto que quer ouvir histórinhas, de um filho que precisa de conselhos. Sem questionamentos, sem a postura do "isso não funciona mais...", sem aquela idéia idiota de que "noossa, isso é ultrapassado".
- Depois, aproveite pelo menos uma hora de sua semana (não precisa ser de um dia, mas é bem melhor que seja) para ensinar algo que você aprendeu, mas que ele ou ela não teve a chance de aprender. Que tal ensiná-lo(a) a trocar e-mails? A mexer com a internet, a fazer uma pesquisa. Que tal levá-lo(a) para treinar alguma arte marcial ou ensinar os golpes que você aprendeu (pode ajudá-lo até a se defender de alguns espertinhos). Porque não levá-lo(a) para a sua academia, para fazer exercicios especificos para a sua idade? E se ele não sabe ler ou escrever, porque não ser seu primeiro professor?
Você pode pensar: "Mas meu avô, minha avó, ou meu pai, minha mãe...é muito teimoso! Acham que não precisam aprender nada". Ou pode se perguntar: "O que posso aprender de novo com meus idosos? E se eu não concordar com as idéias deles?".
Em primeiro lugar, pense que talvez você precise apenas desenvolver uma qualidade que nunca traz problemas, só vantagens: A paciência.
- Parar para ouvir, se colocar como alguém que está disposto a aprender, ou pelo menos a deixar que o que foi dito entre em sua mente para lá ser processado ajudará a quebrar preconceitos, eliminar pensamentos hostis.
- Sorrir com as dificuldades apresentadas no aprendizado, como você sorríria se tentasse ensinar algo a uma criança pequenina, e ela encontrasse dificuldades nas primeiras tentativas. Ter a tranquilidade de seguir o ritmo do seu "aluno", para que ele perceba que PODE fazer o que quiser, desde que se sinta livre, não cobrado, para aprender.
Tenho feito isso nos últimos anos. Tenho aprendido muito, e ensinado bastante, e esta troca me tem sido muito útil, com dividendos muito valiosos.
O que está esperando? Comece agora!

Em tempo:
Uma rápida mensagem, colhida no site Portal da Familia (com algumas alterações), para os nossos idosos. Que tal começar o seu papel de "professor" copiando-a e repassando aos experientes membros de sua familia num belo cartão pelo Dia Internacional do Idoso, hein?

"Idoso é quem tem o privilégio de viver uma longa vida... velho é quem perdeu a jovialidade.
A idade causa a degeneração das células... a velhice causa a degeneração do espírito.
Você é idoso quando sonha... você é velho quando apenas dorme.
Você é idoso quando ainda aprende... você é velho quando já nem ensina.
Você é idoso quando se exercita... você é velho quando somente descansa.
Você é idoso quando tem planos... você é velho quando só tem saudades.
Para o idoso a vida se renova a cada dia que começa... para o velho a vida se acaba a cada noite que termina.
Para o idoso o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida... para os velhos todos os dias parecem o último de uma longa jornada.
Para o idoso o calendário está repleto de amanhãs... para o velho o calendário só tem ontens.
Que você, idoso, viva uma vida longa, mas que nunca fique velho.
E que nós, quando idosos, sigamos o mesmo caminho".

MINHA QUERIDA ALMA, SEJA FONTE DE AMOR E RESPEITO PELOS IDOSOS QUE ME CERCAM
MINHA QUERIDA ALMA, SEJA FONTE DE HUMILDADE PARA O APRENDIZADO, E DE PRAZER PELO ENSINAR.

Aviso: Em breve, iniciarei as postagens do Curso de PNL e ATPP (em vídeos). Aguarde confira!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

DEPENDENTES DO EXCESSO

Estive ontem acompanhando um trabalho sobre consumo e tráfico de drogas. Ouvi algumas mães, alguns usuários, e dois traficantes que se dizem arrependidos e hoje dão palestras pelo Brasil afora.
Ouvindo cada um deles, por incrível que pareça, descobri que o problema das drogas, e de tantos outros desequilibrios, não está relacionado apenas à substância utilizada, mas a algo que hoje parece tão normal quanto tomar uma cerveja: O excesso!
Temos de tudo à mão hoje em dia. Celular que só falta comer em nosso lugar, computadores de mão, tv´s com uma qualidade incrível, carros cada vez mais velozes, uma internet que liga tudo e a todos em tempo real... E nem sabemos porque precisamos disso (ou nem notamos que, na verdade, "alguém" nos convenceu de que precisamos, e esse alguém hoje está milionário graças a nós).
Compulsivamente, ligamos a internet e entramos no orkut para ver se tem recados, quem pôs fotos novas, colocamos novas imagens nossas (às vezes mais repetidas que decoreba de tabuada)..abrimos álbuns, entramos em novas redes, carregamos nosso computador com "as últimas novidades", que nem sabemos se vamos usar...
Pergunto: Que diferença há entre nós e os usuários de drogas?
Talvez apenas uma: o que fazemos é "Legal", no sentido de estar dentro da Lei. No mais, perdemos tempo, dinheiro, saúde, nos tornamos "pessoas virtuais", que muita gente conhece mas nunca conseguiu tocar (e nem sabe se existe mesmo). Pior: temos os mesmos sintomas de abstinência, nos momentos em que a energia cai, quando a policia prende o carro, quando acabam os créditos, quando faltam sms´s...
Mas, o que nos leva a isso? O mesmo que leva jovens e adultos (e até crianças) ao abuso de entorpecentes: Por um lado, um vazio existencial terrível, que causa uma angústia extrema. De outro, o consumismo, a vontade de "ter", de "mostrar", que combate essa angústia, ainda que temporariamente, mas que exige doses cada vez maiores a cada dia. 
Diante das dificuldades e dos desafios que a vida nos impõe (graças a Deus, porque eles é que nos mantém alertas), poderíamos usar dos vários recursos que temos em nosso interior, mas preferimos fugir, nos esconder atrás de máquinas, da tecnologia, da comida, das compras ou... das drogas.
Não temos coragem de "SER". Não acreditamos em nós, não acreditamos no nosso potencial. Então colocamos nossa "Fé" no que está fora, nos objetos, no "conhecimento" atual (se você é do tipo que não fica mandando sms´s a toda hora, ou é "ultrapassado" ou não é "popular"). Nos baseamos em números: Quantos amigos você tem no orkut, quantos megabytes cabem no seu celular, quantos gigas cabem no seu computador, quantos watts tem os alto-falantes do seu carro, quantos vestidos novos a garota tem, quantas baladas foi no mês passado, com quantos ou quantas transou na semana passada... e assim como as drogas e a bebida, quanto mais você aguenta ou pode ter, melhor!
E assim, o mundo continua girando, as coisas mudam numa velocidade impressionante e nós somos atropelados, esmagados pelas novidades. Se não consumirmos, estamos mortos para o mundo atual.
Será?
As clinicas de psicologia e terapias comportamentais provam que essa questão precisa ser mudada. Já percebeu que há mais pessoas procurando o psicólogo ou o psiquiatra cada vez mais cedo por causa de problemas como timidez, medo, agorafobia e depressão que os que procuram tratamento por abuso de drogas? Quantos tratamentos para angustia, estresse, falta de um sentido na vida...Não são poucos.
Estamos, enfim, acordando para esta dura realidade que nos cerca, a realidade do excesso. Vemos pessoas querendo voltar á simplicidade de "SER", de viver, de amar.
Fomos feitos para o contato, para a convivência. Fomos feitos para o toque, para o amor. A tecnologia e as novidades da vida moderna (assim como os remédios, as vitaminas para o nosso corpo) vieram para auxiliar nesta busca, não para substituí-la.
SOMENTE NA SIMPLICIDADE CONSEGUIMOS VIVENCIAR UM PREENCHIMENTO EFETIVO DE NOSSAS VIDAS.
Uma mãe, durante a conversa, me perguntou se felicidade era algo que se conquistava ou algo que se ganhava. Era a deixa que eu estava esperando: "Já ouviu a frase "eu era feliz e não sabia"?", respondi. "A felicidade é algo que a gente VIVE! Só não é feliz quem está ligado no que ainda não tem, e tenta preencher o vazio de seu interior olhando para o futuro. Se a pessoa se ligar no que é e no que já conquistou, isso, sim, é felicidade. Quando GOSTAMOS do que somos, do que temos, do que já conquistamos, o caminho para que novas conquistas fica aberto, mas estas só serão realmente valorizadas quando já estiverem no nosso passado, ou seja, quando olharmos para trás e vermos que conseguimos o que queríamos, e que queremos o que já temos".
VOCÊ "QUER" O QUE VOCÊ "TEM"? Só quem consegue responder "SIM" a esta pergunta não precisa se exceder, porque está preenchido sempre!

"Minha querida alma, vazios que vivi e recebi no decorrer da minha vida, acabaram!"
"Minha querida alma, excessos que vivi e recebi no decorrer da minha vida, acabaram!"
"Minha querida alma, seja fonte de simplicidade e de valorização da minha caminhada"
"Minha querida alma, seja fonte da mais pura e simples FELICIDADE"

domingo, 20 de setembro de 2009

Ho'Oponopono - UM RESUMO ESPECIAL

Desde que encontrei este vídeo no YT, uso para meditar com tranquilidade o Ho´oponopono, esta bela técnica para a liberdade do eu através do perdão, amor e gratidão.
Al McAllister é quem recita as petições Divino Criador e Paz do Eu

(direitos reservados a Foundation of I.)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

DEEPAK CHOPRA - AS 7 LEIS ESPIRITUAIS PARA O SUCESSO E A PROSPERIDADE

Encontrei esse resumo das Sete Leis Espirituais do Deepak, com uma bela narração de Mirna Grzich, por acaso, dando um passeio na net...
Como o que é bom é pra partilhar (pelo menos isso é no que eu acredito), aí está.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

APOSTILA DE ATPP - A PEDIDOS

Foi grande o número de e-mails que recebi solicitando que o endereço para a apostila com o resumo da ATPP (Abordagem, Transformação e Programação do Preconsciente) fosse novamente colocado no ar.
Fiz melhor. Postei a apostila completa no meu site (visionfals).
CLIQUE AQUI E BAIXE O DOCUMENTO (em word)

VOCÊ ACREDITA NO PODER DA PRECE?

Na metáfora da semana, entenda o quanto vale uma boa prece.

Uma pobre senhora, com visível ar de derrota estampado no rosto, entrou num armazém, se aproximou do proprietário conhecido pelo seu jeito grosseiro e lhe pediu fiado alguns mantimentos.
Ela explicou que o seu marido estava muito doente e não podia trabalhar, e também que tinha sete filhos para alimentar. O dono do armazém zombou dela e pediu que se retirasse do seu estabelecimento. Pensando na necessidade da sua família ela implorou:
— Por favor, senhor, eu lhe darei o dinheiro assim que eu tiver...
Imediatamente ele respondeu que ela não tinha crédito e nem conta em sua loja. Em pé no balcão ao lado, um freguês que assistia a conversa entre os dois se aproximou do dono do armazém e lhe disse que ele poderia dar o que aquela mulher necessitava para a sua família, que ele assumiria a conta.
Então o comerciante falou, meio relutante, para a pobre mulher:
— Você tem uma lista de mantimentos?
— Sim, respondeu ela.
— Muito bem, coloque a sua lista na balança e o quanto ela pesar eu lhe darei em mantimentos.
A pobre mulher hesitou por uns instantes e, com a cabeça curvada, retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e o depositou suavemente na balança. Os três ficaram admirados quando o prato da balança com o papel desceu e permaneceu embaixo. Completamente pasmo com o marcador da balança, o comerciante virou-se lentamente para o seu freguês e comentou contrariado:
— Eu não posso acreditar!
O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança.
Como a escala da balança não equilibrava, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada. O comerciante ficou parado ali por uns instantes olhando para a balança, tentando entender o que havia acontecido. Finalmente, ele pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado pois não era uma lista de compras, e sim uma oração que dizia:
"Meu Senhor, o senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isto em suas mãos..."
No mais completo silêncio, o homem deu as mercadorias para a pobre mulher, que agradeceu e deixou o armazém.
O freguês pagou a conta e disse:
— Valeu cada centavo...
Só mais tarde o comerciante pôde reparar que a balança havia quebrado!
De fato, só Deus sabe o quanto pesa uma prece...

Autor desconhecido

MINHA QUERIDA ALMA, SEJA FONTE DE HUMILDADE E DE FÉ

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

CONHECIMENTO LIMITANTE versus MESTRES DA INOVAÇÃO

Hoje falei com um amigo de longa data, e ele estava triste, deprimido mesmo. O motivo: um trabalho que fazia numa escola, baseado na Programação Neuro-Linguística, foi bruscamente interrompido, apesar de resultados impressionantemente ótimos na relação aluno - professor, na melhoria das notas dos que tinham mais dificuldades e até na busca por recursos para a instituição. A interrupção se deu por uma única razão: o psicólogo que prestava serviços para a prefeitura resolveu questionar a atividade dele simplesmente porque... Ele não era professor, não era psicólogo, não era psiquiatra, nem psicopedagogo... Ou seja, não importava o sucesso que o trabalho tinha:como não estava dentro das "regras", não podia ser mais realizado.
Meu amigo ficou deprimido, não só porque gostava do que fazia, mas principalmente porque os que eram considerados "aptos" pelo psicólogo não tinham a menor intenção de entrar numa ação para melhorar a vida dos pequenos alunos, ou não conseguiam sequer abrir negociação para conversar com eles, com suas teorias prontas, seus conhecimentos encapsulados. Mais triste ainda ele ficou porque os líderes da escola sequer questionaram a postura do psicólogo, e entenderam suas críticas como uma "ordem" para afastar o rapaz de seu voluntariado. E assim o fizeram.
E olha que a tal escola se diz uma "árdua defensora da inovação"....  e meu amigo era apenas um voluntário, que não recebia nenhum salário por seus serviços.
Pra falar a verdade, às vezes fico assustado ao ver como tantas instituições, sejam elas de educação, religiosas e até mesmo as que se intitulam "escolas de pensamento livre" insistem em sufocar os pensadores que elas mesmas formam. Como diria Augusto Cury, autor de "A inteligência multifocal" e grande escritor da área da psicologia atualmente, chega a ser um paradoxo. O conhecimento, que deveria gerar liberdade, produz limitações.
As pessoas aprendem uma determinada teoria, até se apaixonam por ela, mas não são incentivadas a questionar, criticar, pensar coisas novas. Muitas entidades tratam mesmo é de restringir a sua liberdade de pensar, de pesquisar, de buscar coisas novas, que melhorem, que complementem ou mesmo mudem radicalmente o que foi ensinado.
Teorias se tornam crenças imutáveis, sugestões de conduta ou de trabalho se tornam leis que jamais podem ser desobedecidas e, assim, o que seria um "meio" para se entender ou fazer algo se torna o fim. Você pode conseguir resultados ótimos, provar por A + B que uma nova forma de ver, pensar e agir diante de determinadas situações funciona muito melhor que as maneiras repetidamente tentadas, e muitas vezes fracassadas. "Você não fez o que manda a regra. Tá errado!". Surgem os defensores da "maneira certa de fazer as coisas", e estes não se importam com os resultados, ou com as pessoas envolvidas, apenas com a "regra".
Gente que pensa diferente, que pensa coisas novas, que não se prende a convenções ou crenças... incomodam! O próprio Cury lembra isso, ao citar os tantos pensadores que foram discriminados ao longo da história. Eles eram "rebeldes", "perturbadores da ordem".
Sócrates foi condenado a beber veneno, pelo incômodo que suas idéias causavam na época. Para ele, no entanto, foi mais digno aceitar a condenação que ser infiel às suas idéias e ter uma dívida impagável com sua própria consciência.
Giordano Bruno, filósofo italiano, passou por diversos países. Ele procurava uma universidade para expor suas idéias, e por isso experimentou vários tipos de perseguição e sofrimento, o que culminou na sua morte.
Baruch Spinoza, um dos pais da Filosofia moderna, foi banido dramaticamente pelos membros de sua sinagoga por causa das suas idéias. Eles chegaram a amaldiçoá-lo, com : "Que ele seja maldito durante o dia, e maldito durante a noite; que seja maldito deitado, e maldito ao se levantar; maldito ao sair, e maldito ao entrar...".
Immanuel Kant foi tratado como um cão pelo incômodo que suas idéias causavam no clero da época. Voltaire, devido às suas idéias humanistas, passou por perseguições na sua época.
A lista pode ser ainda mais extensa, se pararmos para pesquisar mais.
Lembram do médico Patch Adams, que inspirou a criação dos "doutores da alegria" e tantos outros grupos que ajudam, com o humor, a curar tantas pessoas pelo mundo afora? No que dependesse de seus professores, teria desistido, e talvez nem sequer tivesse se formado (sem falar nas vezes em que acontecimentos tristes quase o derrubaram).
E quantos "entendidos" de futebol insistem em discordar da presença de Dunga como técnico da seleção brasileira de futebol, por ele não ser "um técnico de renome, ou não ter dirigido nenhum time anteriormente". E não se rendem, mesmo com o Brasil se classificando para a Copa sem o sofrimento que "técnicos de renome" não conseguiram evitar em edições passadas. (Em tempo: Estes mesmos "entendidos" defenderam a escolha de Maradona para a seleção da Argentina...rsrsrs).
Como se vè, se você é alguém a quem afastam ou discriminam porque tenta passar idéias para as quais "não tem autorização, porque não é o que se ensina nas escolas, universidades ou igrejas", fique tranquilo... Você não está só.
Agora pense na idiotice desta postura. Já imaginou alguém morrer de fome, diante de um belo prato de comida, só porque quem o fez não é um cozinheiro formado (ou a mamãe)? Já pensou em alguém esteja prestes a cair num precipicio e se recusa a dar a mão para alguém que lhe oferece ajuda, porque esta pessoa não é do Corpo de Bombeiros? Ou se você respondesse a uma pergunta simples, como "quatro" à questão "quanto são dois mais dois?", e sua resposta fosse recusada porque você não é um matemático?
Parece loucura, mas as pessoas que passam a gravitar em torno de uma teoria, e até mesmo de uma prática, sem se abrir a questionamentos, têm atitudes semelhantes às descritas acima. Então pergunto: Quem é o ignorante nesta história?
Escolas, universidades, igrejas e outras entidades ligadas ao ensino para a vida tem, pelo menos em sua vocação principal, uma função humanística, sociopolítica e socioeducacional importantíssima na vida das pessoas. Porém essas funções não têm sido exercidas adequadamente. Isso acontece porque muitas destas instituições passaram a assumir o papel de "defensora de um determinado conhecimento", e não de um espaço de democratização das idéias, onde se formam pensadores. Pior do que isso, tentam sufocar os que surgem fora de suas paredes.
Augusto Cury afirma, e eu concordo plenamente com ele, que "é preciso fazer uma revolução contra as convenções do conhecimento e o sistema rígido de pesquisa, capaz de torná-los ousados na produção de um corpo teórico próprio, uma teoria inovadora, e nem sempre se submeterem às idéias de ninguém, seja ele Freud, Jung, Roger, Moreno, Erich Fromm, Viktor Frankl, Piaget ou de filósofos tais como Kant, Hegel, Marx, Husserl, Heidegger etc. Sem se adotar essa postura não se produzirão novos pensadores, novos cientistas, não haverá a produção de teorias e nem de práticas originais, inovadoras. Uma intentona teórica, alicerçada nos princípios da democracia das idéias, deveria ser feita com algumas das "artes" principais de Inteligência Multifocal: ousadia, criatividade, arte da observação, arte da formulação de perguntas, arte da dúvida, arte da crítica, análise multifocal, entre outros procedimentos, uma postura intelectual que não oferece resistência para reciclar e reorganizar continuamente todo o conhecimento produzido. Esses procedimentos são fundamentais para romper os paradigmas culturais, o continuísmo das idéias, a  mesmice do conhecimento e, conseqüentemente, para produzir grandes mudanças na vida das pessoas" (A.C).
Eu torço para que, para o bem das crianças da escola (que não cito aqui exatamente para não gerar discussões fora do âmbito ao qual estou propondo), que as lideranças desta instituição revejam a postura que adotaram, e que pensem no que querem de bom para seus alunos, não transformando o "meio" no "fim".
Enquanto isso, meu amigo, apesar da tristeza e da preocupação com seus pimpolhos, segue ensinando, segue passando adiante as suas idéias, democratizando as informações que têm buscado por todos os cantos que vai e em todos os cursos que faz. Minha dica para ele é: "Fique feliz por estar passando por isso (Sim, Feliz!), porque você está mostrando que está no mesmo patamar de grandes mestres (Nem o maior de todos os Mestres escapou desse tipo de ação, sabia? "Não é este o filho do carpinteiro?", diziam os "doutores da lei".)
Não importa se há os que preferem morrer na mesmice a viver as novidades que surgem no dia-a-dia. Eles tem um poder efêmero, que usam como uma espécie de "bala alojada", destas que se tirarem a pessoa morre. O que vale é permanecer, como Sócrates, fiel não a um conhecimento, mas no firme propósito de ser livre, de pensar por conta própria, sem abrir mão do que se conhece, mas pronto para incluir sempre novas idéias.

"Minha querida Alma, seja fonte de ousadia e criatividade"
"Minha querida Alma, seja fonte de constantes transformações" 

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

VOCÊ É ESPECIAL

Pense por alguns minutos: o que você acha necessário para uma pessoa ser considerada "Especial"? Que tipo de ações ela precisa desenvolver, o que precisa falar,  que tipos de atitudes precisa ter?

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Pensou? Pois bem.
Encontro todos os dias pessoas que afirmam querer ser igual a fulano, parecido com ciclano, com outras que, para elas, são diferenciadas. O motivo: Claro! ELAS querem ser especiais, querem ser notadas.
O problema é que muitas vezes estas pessoas querem tanto ser diferenciadas, que nem percebem que, muitas vezes, já o são!
O Mestre Virgilio Vasconcelos fez um artigo que explica muito bem como funciona isto.
Confira:

Evidências de que você tem sido especial

"Pode ser que você de vez em quando queira se sentir especial, alguém assim diferente, que faz ou passa algo diferente para as pessoas. Gostamos disto, não? Pode ser também que você tenha chegado à conclusão de que não era tão assim especial. Ou não foi, já que a vida continua e o futuro pode ser diferente.
Por outro lado, pode ser que você tenha sido especial e não tenha percebido. O objetivo aqui é chamar sua atenção para algumas coisas em especial que você pode ter deixado passar: momentos em que você foi especial.
(Antes de prosseguir, quero fazer um pedido: por favor, suspenda o "Sim, mas...". Este é um momento de reconhecimento. Se preferir, pode deixar as objeções para depois.)
Por exemplo, considere seus amigos. Alguma vez você já ouviu o desabafo de um amigo? Já deu sugestões para um amigo lidar com algum problema? Coloque-se no lugar da outra pessoa por um momento, para perceber melhor a diferença que você fez.
Você já deu esmola para alguém? Já emprestou dinheiro para alguém que precisava? Novamente, pense na diferença que fez na vida daquela pessoa naquele momento.
Para as demais situações abaixo, gostaria que você também dedicasse alguns momentos a buscar na sua experiência algum fato relacionado:
- Já socorreu alguém ferido? Já emprestou dinheiro para quebrar o galho de alguém?
- Já teve filhos? Já acordou de noite para levar um filho no hospital?
- Já comprou algo em alguma loja, cujo vendedor era comissionado?
- Já elogiou um trabalho bem feito?
- Já deu um feedback para alguém e esse alguém pôde melhorar com seu comentário?
Em cada uma das situações, você realmente foi especial para a outra pessoa, não? Dedique mais um minutinho a pensar em mais momentos em que você fez diferença.
Considere agora as situações de grupo. Já bateu palmas para algo de que gostou? Na escola ou no trabalho, já executou uma atividade para a qual contribuiu de alguma maneira? Já jogou algum esporte coletivo?
Pense também nos desdobramentos das pequenas coisas que fez. Por exemplo, no que o amigo que consolou ou apenas ouviu poderia ter feito sem o seu apoio. Como na história do cachorro que mudou o mundo, pense como uma pequena diferença em uma pessoa pode gerar uma cadeia de pequenas mudanças que mudam o mundo anos depois.
Você já deve ter percebido que se não tivesse agido como agiu, a diferença que fez não teria acontecido. E mesmo que nada faça: quantas pessoas não se sentiram sós só porque você estava com elas? É, talvez a gente seja especial para alguém só por existir".


Viu? Então, que tal começar a pensar nos momentos em que cada uma destas coisas aconteceu com você?

Minha querida alma, seja fonte de valorização e auto-estima

domingo, 30 de agosto de 2009

CURSO BREVE DE SEDUÇÃO

Este post é rápido. Apenas um convite para quem sente dificuldades em se aproximar de alguém com quem deseje estabelecer um contato, conversar e conquistar para suas idéias.
Há pessoas que querem fazer amigos. Há pessoas que querem um grande amor. E há ainda aquelas que apenas querem bater um bom papo. O problema é que, muitas vezes, não consegue chegar nem perto por conta de problemas como a timidez ou, ainda, por não saber como conversar.
Talvez você possa aprender algumas técnicas úteis, que servem para todo e qualquer tipo de contato com as outras pessoas.

CLIQUE AQUI E APRENDA!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

TRATAMENTO ACABA COM MEDO DE ARANHAS

Técnica consiste em expor quem sofre de aracnofobia a fotos que lembram vagamente uma aranha.

DO SITE DO GLOBO REPÓRTER (ISBELA ASSUMPÇÃO)

Pessoal, adorei esta novidade apresentada por uma psicóloga para eliminar o medo de aranhas. Depois que vocês tiverem entendido legal como funciona isso, posto também algumas técnicas da PNL para eliminar fobias. Confira a matéria, como está no site do Globo Repórter.

"Ela é pequena, mas poderosa. Estrela de famosas histórias de terror. Na vida real, também causa um pavor único.
"Eu achei que ia ter um ataque cardíaco mesmo, que ia morrer naquele momento", conta a assistente administrativa Dalva Rita Braga.
Dalva lembra bem o dia que, em um acampamento, ficou frente a frente com uma aranha-armadeira. "Eu comecei a suar frio, travei, tive taquicardia, meu coração começou a betr muito forte, não conseguia me mexer", descreve.
O medo era tanto que ela até criou uma rotina em casa: só dormia depois de fazer uma revista minuciosa. "Passava uma vassoura, revistava embaixo da cama, olhava tudo, todos os cantinhos. Enrolava um tapetinho e colocava no vão debaixo da porta. De madrugada, se eu tivesse vontade de ir ao banheiro ou tomar uma água, eu saía do quarto. Quando eu voltava, era a mesma coisa. Revistava tudo de novo, colocava o tapetinho na porta e só então estava segura", lembra.
Foram 34 anos vivendo com o terror. Mas hoje essas são histórias do passado. Dalva perdeu o medo. "Isso não atrapalha mais a minha vida", garante.
Ela se livrou da fobia depois de participar de uma pesquisa realizada na Universidade de São Paulo (USP) pela psicóloga Laura Granado. A técnica usada é a de enfraquecer as conexões que o medo provoca no cérebro. "A gente reage antes de pensar. Primeiro, sai correndo. Depois, pensa que era um evento perigoso", diz a psicóloga.
Os voluntários foram expostos a situações de falso medo, isto é, fotos que lembravam vagamente uma aranha. "Um guarda-chuva, por exemplo, tem alguma coisa que lembra as pernas da aranha", conta Laura Granado.
As imagens disparavam os sinais de medo no cérebro, mas sem a mesma intensidade. "Aquela informação pequenininha que gerava uma reação estrondosa da amídala deixa de acontecer", explica a psicóloga.
Em apenas oito semanas o medo vai desaparecendo. "Podemos dizer que o sintoma fóbico, aquela reação de sudorese e taquicardia diante da aranha foi diminuindo em uma quantidade significativa de pacientes", diz Laura Granado.
A arquiteta Cíntia Braga também participou como voluntária na pesquisa. Ela relembra as sensações que as imagens provocavam. "Davam calor nas costas, uma sensação ruim. Mas eu acabava mais brincando do que me sentindo mal com as imagens", conta. De repente, ela percebeu uma mudança. De repente, ela percebeu uma mudança. "De um dia para o outro, minha percepção com as figuras tinha mudado", lembra.
A angústia tinha acabado. "Hoje eu consigo conviver como uma pessoa normal com um bicho de que não gosta. Consigo olhar para uma aranha. Se ela for pequeninha, eu simplesmente mato e limpo. Se ela for grande, eu desvio", diz Cíntia.
O tratamento também foi marcante na vida da Dalva. "Ali se iniciava um novo ciclo da minha vida, uma vida sem limitações", diz.
Para ver se o tratamento realmente funcionou e Dalva perdeu mesmo o medo de aranha, a equipe do Globo Repórter acompanhou uma visita dela ao Zoológico de Sorocaba, para ver de perto um desses bichos horríveis.
Dalva olhou o aquário com aranhas. "Como diziam no tratamento, sem nenhuma ansiedade", disse. Com ajuda da bióloga, ela aprendeu até a pegar a aranha na mão. "Essa é a prova definitiva. Com cuidado e segurança, dá para pegar o animal", garante.

Quer ver mais sobre o tema? http://g1.globo.com/globoreporter

TESTE SEU MEDO

Estava assistindo ao Globo Repórter, e gostei muito da simplicidade de um teste criado pelo psiquiatra Alberto Costa e Silva para o programa. O teste avalia se o medo que sentimos é normal ou doentio. Tratei de postá-lo aqui.
Basta responder sim ou não às perguntas abaixo:

1 – Você tem medo de ter medo?

2 – Você pensa com frequência no que lhe causa medo?

3 – O medo atrapalha suas atividades diárias, no trabalho e na família?

4 – O medo que você sente também provoca sintomas físicos, como taquicardia, transpiração ou tonturas?

5 – O medo provoca em você reações psicológicas como angústia, insônia ou pesadelos?

6 – Você prejudica sua rotina para evitar situações em que possa sentir medo?

7 – Para driblar um medo imaginário você tem reações que podem provocar um risco real?

8 – Você tem algum comportamento estranho para se livrar da simples possibilidade de sentir medo?

Resultado:
Se você respondeu sim a uma ou duas perguntas, fique tranquilo. Os especialistas dizem que um pouco de medo é até saudável.
Mas se você respondeu sim a três ou mais perguntas, atenção. É hora de investigar mais essa sensação. O caminho para isso? Psicólogos, psiquiatras, nos hospitais públicos ou com o especialista de sua preferência.

"RAPPORT" SOCIAL: VOCÊ CONSEGUE?

Enquanto preparava mais um capítulo do Curso Básico de PNL, que estou montando para postar em breve para todos os meus leitores e falava sobre Rapport(*) , vi uma matéria muito interessante sobre uma pobre mulher que perdeu sua casa e, logo depois, uma outra lhe roubou o filho (Graças à divulgação rápida das imagens gravadas numa farmácia, e toda uma nação de olho para descobrir onde estava a criança e a mulher que a levou, o bebê foi encontrado). Depois, num programa que gosto muito de assistir, uma outra história comovente: a da familia de um carroceiro, impedido de trabalhar pela Prefeitura de Belo Horizonte. Um dos filhos simplesmente chorava de...FOME. Muita gente fez doações, procurou a TV para fazer a sua parte, e agora, felizmente, esta criança não tem mais porque chorar, pelo menos não por este motivo, pelos próximos 18 meses, pelas contas de quem ajudou... E acredite: o pai já antecipou que vai dividir esta ajuda com os amigos, que também passam sufoco.
Entendi porque isso aconteceu. Fiquei prestando atenção às palavras dos envolvidos nestas duas histórias, e resolvi também seguir os seus gestos. Senti a dor que eles sentiam! O mesmo fizeram os que podiam, de mais perto, fazer alguma coisa por estas pessoas. É rapport!
Então não tive dúvidas. Resolvi parar e escrever este post.
A questão que me bateu de maneira doída foi pensar na incapacidade que muitos de nós temos de utilizar esta técnica (da sintonia) para entender os conflitos sociais que vivemos. Pensamos em obter ganhos, em "vender" nosso produto (ou a nós mesmos), queremos entender os outros apenas para descobrir como levar vantagem, como ganhar dinheiro... mas não entramos em sintonia com o que vai no fundo do coração das pessoas.
É aí que entra o que chamo de Rapport Social, que identifico como "a arte de entender o sofrimento alheio e assumí-lo como se fosse meu".
Já parou para refletir o que quer dizer aquele movimento nervoso de uma mãe ao segurar a alça de uma bolsa enquanto fala do filho que desapareceu? Ou o choro de uma familia ao ver o seu barraco destruído por fiscais da prefeitura durante uma reintegração de posse? Ou o olhar perdido de um pai quando vê o fiho ser preso por tráfico de drogas ou roubo? Ou ainda o encarar furioso de um favelado quando tem que enfrentar a policia? Já experimentou passar um dia sem comer e pensar no que seria capaz de fazer se não houvesse nenhuma possibilidade de se alimentar naquele dia? E os gritos e gestos de desespero de um viciado por falta da droga, já tentou imitar ou espelhar?
Provavelmente, não. Isso porque temos o costume de perguntar sempre: "Porque estas pessoas fazem isso (cometer crimes, usar drogas, invadir terrenos dos outros, roubar supermercados...)?" E não "O que elas fariam de diferente se tivessem as mesmas alternativas que EU tenho?".
O que você faria se vivesse num mundo onde as autoridades primeiro procuram te punir, e depois é que pensam em te oferecer oportunidades? E se as pessoas te mostrassem que o bom é ostentar riquezas, mas te impedissem de ter acesso a elas? E num mundo onde o tráfico de drogas oferece muito mais dinheiro do que aquele emprego honesto, que mal dá para pagar a comida que você come?
Vivemos num mundo onde se ensina que felicidade é ter tudo o que se deseja (uma forma equivocada, como também mostrarei no meu curso), mas vivemos tentando sempre TER mais que os outros, nos diferenciarmos pelo poder aquisitivo. Assim, é normal existir pobres e miseráveis, e ainda culpá-los por esta condição ("Eles não são como nós, que aprendemos o caminho para a riqueza e prosperidade").
O "Rapport Social" nos ajuda a combater esta forma de pensar. Entender e sentir o que as pessoas mais necessitadas, e mesmo as que optam pela marginalidade, têm em suas mentes, em suas vivências, em seus"mapas" de vida... não é "sentir pena" dos pobres, mas usar a boa e velha frase de um dos pressupostos da PNL: "As pessoas agem do jeito que sabem". Se elas aprenderem como conseguir o que querem, de um jeito que lhes traga os mesmos beneficios, ou mais, elas farão diferente.
Da mesma forma, esta sintonia te faz usar o que possui de conhecimentos e vivências para ajudar estas pessoas de alguma forma, sem preconceito, sem medos. O desejo de fazer com que os sentimentos negativos vividos pelos alvos de seu espelhamento sejam eliminados te darão energia para procurar (também do jeito que você sabe) uma saída para pelo menos uma dificuldade social que esteja ocorrendo dentro da sua realidade.
Desta maneira, você descobrirá que ninguém "é pobre porque quer", mas apenas porque não tem as mesmas informações que você tem, ou as mesmas oportunidades, ou, ainda melhor, porque não é tão desonesto como alguns politicos, corruptos ou falsos profetas, a quem muitas vezes ajudamos a ficar mais e mais ricos, enquanto combatemos os que furtam bolachas em supermercados, invadem terrenos de grandes empresas ou pedem esmolas pelas ruas, e que muitas vezes chamamos de "vagabundos" ou de "bandidos perigosos".
Uma música do falecido Michael Jackson diz: "Se quer mudar o mundo, mude a si mesmo. Eu comecei com o cara do espelho". E o Mestre dos Mestres falou "Ame ao próximo como a si mesmo". Estas são dicas de como funciona esta sintonia.
Que tal começar hoje?

Em tempo: Este texto NÃO É UM DESABAFO, como o teor pode sugerir. É apenas um conjunto de idéias que tenho como norte, que você segue se quiser, pois todos somos livres!

"Minha querida alma, faça de mim, hoje e sempre, uma pessoa socialmente ativa e em sintonia com as necessidades dos que me cercam".

(*)Para quem ainda não conhece, rapport nada mais é que uma forma de se estabelecer sintonia com as pessoas à sua volta. Isso se faz com atos simples: acompanhar as palavras que elas dizem, os seus gestos, espelhar suas posturas... Quando você consegue "seguir" cada um destes elementos, "sente" o que o outro sente, "vive" o que o outro vive, consegue "entrar" no seu mundo, de uma maneira quase que mágica. Desta maneira, você também consegue, com os conhecimentos que já possui, direcionar esta pessoa para um caminho diferente, ou algo que você deseje, desde que seja bom para ambas as partes. Vendedores bem treinados, padres, pastores, politicos... todas estas pessoas sabem (ou precisam saber) como usar o rapport para entender as necessidades dos seus clientes, fiéis, eleitores... Claro que alguns preferem usar a técnica para, na verdade, apenas conseguir o que desejam, o que, naturalmente, um dia voltará de maneira punitiva, pois o Universo te dá o que deseja, mas também devolve o que você dá aos outros. Pense nisso! Isto é o básico, mas você saberá mais em outras oportunidades.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

CRIAR... E MEMORIZAR: AS TÉCNICAS IDEAIS!

Hoje, finalmente, consegui voltar a ministrar minhas palestras para o Grupo Feliz Idade, trabalho pelo qual tenho grande carinho. E não poderia voltar de maneira melhor, já que o tema versou sobre algo que gosto muito: a memória e a concentração.
Claro que dou palestras sobre o assunto para jovens e adultos também, mas tenho especial preferência e falar sobre isso para os idosos e para as crianças em idade escolar por motivos óbvios: para os primeiros porque as técnicas lhes permitem manter a mente em constante atividade, com o uso da criatividade e da movimentação. Para as crianças, porque elas precisam, desde cedo, aprender que memória não é um "dom", mas, sim, algo que se treina.
Hoje, repassei duas técnicas de memorização de palavras para a senhoras do "Feliz Idade", e faço questão de postá-las aqui também.
Ambas trabalham não só com a lembrança, mas, principalmente, com a criatividade.

1ª Técnica: Ligação de palavras (elo de ligação)

Por este método, faço com que os substantivos "criem vida" e os ligo mediante uma ação. Esta ação é o que chamamos de "elo de ligação".
Palavras estáticas não geram lembranças. Palavras em movimento, sim. Por isso é que é preciso dar movimento, vida ao objeto que quero lembrar.
Ex: Se quero lembrar que meu bloco de anotações está em cima da mesa, posso até guardar isso na memória por um tempo, mas depois de fazer um bocado de trabalho, outros textos, etc... posso simplesmente sair de casa e deixá-lo no lugar onde está. No entanto, se em minha mente eu colocar "O bloco de anotações,vestido de russo, dancando uma polca sobre a mesa, que põe uma das mãos fechada sob o queixo (é, essa mesa tem mãos, rosto, queixo...), furiosa porque não pode impedir os pulos sobre ela", garanto: vai ser dificil, muito dificil esquecer.
Para fazer um teste: seguem dez palavras e frases de ligação entre elas. Duvido que você esqueça qualquer uma das citadas se pensar na imagem gerada com as frases.

Palavras: MESA, CADEIRA, TECLADO, CALENDÁRIO, CANETA, GARRAFA TÉRMICA, DESODORANTE, CAIXA DE PAPELÃO, TESOURA, LATA

Ligação: leia, crie as imagens na mente e, logo após, pegue um papel e tente , sem olhar esta página, escrever as palavras acima na ordem correta.

Uma MESA pula sobre uma CADEIRA, que grita de susto.
Uma CADEIRA digita num TECLADO, e cada batida dói. O teclado chora.
Um TECLADO pergunta para o CALENDÁRIO que dia é hoje, e ele responde: Sei lá!
Um CALENDÁRIO está apaixonado por uma CANETA nova no pedaçõ, e ela foge dele
Uma CANETA pula dentro de uma GARRAFA TÉRMICA, que sente cócegas, ri e a cospe
Uma GARRAFA TÉRMICA abraça um vidro de DESODORANTE, que explode e a deixa toda molhada.
Um vidro de DESODORANTE luta com uma CAIXA DE PAPELÃO
Uma CAIXA DE PAPELÃO foge de uma TESOURA, que tenta cortá-la
Uma TESOURA pensa que uma LATA é sua mãe, e corre para abraça-la
Uma LATA chega cansada do serviço, pula sobre a MESA, que faz uf!, e dorme.

Importante: Como você pode perceber, a última palavra da lista foi ligada à primeira também, num ciclo fechado. Isso se faz para que, ao lembrar de qualquer palavra, você lembre de todas as outras. O mesmo se dá com a técnica da História.

2 - A técnica da história

Por esta técnica, crio uma história com as palavras ou objetos que me são apresentados, ligando-os um ao outro na ordem. Basta lembrar a história, e formar bem a imagem na mente (isso é importante) e lembrarei as palavras.

Ex: Palavras: COMPUTADOR, SOFÁ, COPO, PIA, VASSOURA, AMBULÂNCIA, MICROFONE, VIOLÃO, PLACA DE PARE, POSTE.

"Um computador salta sobre um sofá, que sente dor na barriga e aperta um copo. O copo explode e vira milhares de copinhos, que correm e se escondem dentro de uma pia. A pia, desesperada, grita para a vassoura pedir ajuda. A vassoura ouve e sai correndo, até encontrar uma ambulância e lhe contar o que aconteceu. A ambulância liga a sirene e sai para o socorro, mas atropela um microfone que atravessava a rua. Os pedaços do microfone xingam a ambulância, reclamam, e nem percebem que um violão enorme chega, pega um dos pedaços dele e começa a cantar enquanto se toca: “a coisa tá feia, a coisa tá preta...”, para uma placa de “pare”, que não aguenta, tapa os ouvidos e começa a gritar “pare, pare...”. A placa de “pare” corre para se proteger atrás de um poste, que não gosta, diz para ela sair, mas como ela não sai ele salta sobre ela. Só que o poste salta com tanta força que vai afundando aos poucos, até que fica só a cabeça, com a lâmpada, para fora. E ele diz: “Oh, puxa”, enquanto o computador dá risada ao ver tudo da janela".

Conseguiu "ver" a história na mente? Então você, com certeza, conseguira, ao lembrar dela, anotar as palavras num papel. Faça isso.

Outro dado importante: Numa história, o "elo de ligação" também está presente. É a ação que um objeto faz com o outro que os ligam (o computador PULA sobre o sofá, que APERTA um copo... e assim por diante".

Quanto mais "maluco", melhor
Está comprovado: existem três maneiras infalíveis de não esquecer determinados acontecimentos: HUMOR, EXAGERO (PARA MAIS OU PARA MENOS) E SEXO! Fatos fortes e tristes também funcionam, mas essa parte podemos deixar pra lá.
Então, se você coloca bastante humor numa cena (o violão cantando "a coisa tá feia...), ou a exagera bastante (um monte de copinhos, o poste que afundou...) não tem como esquecer. Se uma das cena fosse, por exemplo, uma placa de "pare" fazendo sexo com um poste, a imagem seria tão bizarra que você também não esqueceria.

Lembrar... e CRIAR
As técnicas de memorização com elos de ligação são importantes, principalmente para os idosos e para as crianças, não apenas porque "ajuda a lembrar", mas também porque ajuda a "pensar". No momento em que faço uma história, colocando objetos em movimento, estou exercitando a minha criatividade, e quanto mais crio, melhor as histórias ficam.
Assim, mantenho a mente em total movimento, sempre com algo novo para fazer.
Então, o que está esperando? Faça suas listas de palavras e crie já a sua história!

"Minha querida alma, seja fonte de disciplina, criatividade e bom humor"

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

NOS PIORES MOMENTOS , OS MELHORES SINAIS

Você, provavelmente, já passou por uma daquelas situações em que lembra o ditado "quando tudo está ruim...relaxe, porque vai piorar"..? Pois bem. Eu já passei por isso (e volta e meia ainda passo), bem como muitos amigos e pessoas a quem atendo no dia-a-dia ou na internet.
Ontem, durante um bate-papo, um amigo religioso me contou esta história. Passo-a adiante, porque me trouxe muitos ensinamentos.




A casa queimada


Um certo homem estava em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e acreditava sempre que Deus o protegeria.
Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano.
Todos morreram, menos o homem, que conseguiu agarrar-se a um pedaço da fuselagem e assim ficou boiando na água.
Ficou muito tempo à deriva, até que chegou a uma ilha desabitada.
Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por tê-lo salvo da morte.
Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas.
Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma cabana. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção.
Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.
Um dia ele estava pescando e, quando terminou, notou que havia apanhado muitos peixes, e que havia passado muito tempo no mar. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual não foi sua decepção ao vê-la toda incendiada. Então, não aguentou: sentou-se em uma pedra, chorando e dizendo em prantos:
"Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. Deus, o Senhor não tem pena de mim?"
Neste momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo: "Vamos, rapaz?"
Ele se assustou. Se virou para ver quem lhe falava, e ficou surpreso quando viu à sua frente um marinheiro, todo fardado, que lhe dizia: "Vamos rapaz, nós viemos buscá-lo".
"Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?"
"Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir buscá-lo naquele barco ali adiante", disse o marinheiro, apontando para um barco a motor.
Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus entes queridos.

Minha querida alma, seja fonte de fé e de positividade.
Minha querida alma, faça de mim um alguém que acredite sempre no IMPOSSÌVEL.

domingo, 16 de agosto de 2009

METAFORA DO DIA: O PREÇO DE UMA ESCRITA

Um grande empresário precisava mandar algumas correspondências, mas uma delas era muito especial: uma carta para sua pretendida, que seria entregue junto com um buquê de flores e uma jóia.
Pediu a um de seus empregados que fosse à papelaria e comprasse o envelope mais caro e mais bonito, e o empregado assim o fez.
No entanto, o empresário tinha uma péssima letra, mas sabia que uma diarista que fazia trabalhos esporádicos em sua fábrica sabia escrever muito bem. Não pensou duas vezes: levou o nome da sua provável futura esposa para a garota e lhe pediu que ela escrevesse os dados no envelope, com a letra mais bonita que ela pudesse fazer.
A menina atendeu ao pedido.
Quando ele foi buscar o envelope e viu a bela caligrafia, ficou impressionado. "Nossa, é linda mesmo a sua letra", disse. Querendo compensar o trabalho extra da garota, perguntou: "Quanto é seu trabalho?". A funcionária nem pestanejou: "R$ 50", respondeu.
O homem se assustou. "Pérai! R$ 50 por uma escrevidinha de nada?".
Ela imediatamente retrucou: "Tem razão, senhor. Então cobro R$ 150".
"Mas você nem fez muito esforço para esse trabalho", reclamou o patrão.
"Caramba, é mesmo! Vou ter que cobrar R$ 300, então", ela disse, sorrindo.
"Afinal, seja honesta", ele pediu. "Quanto você acha que vale este trabalho?"
"Me responda o senhor: que preço o senhor pagaria para que a sua pretendida pudesse receber um bom presente, um buquê com as flores mais belas, uma jóia cara, com uma carta escrita no papel mais diferenciado, num envelope dos mais chiques, e com seu nome escrito numa "escrevidinha de nada", para o qual "não fiz esforço algum", mas que é uma verdadeira obra de arte e que o senhor não consegue fazer? Me responda com sinceridade ou eu rasgo este envelope, mesmo que para isso tenha que pagá-lo com meu salário", ela disse, já fazendo o gesto tipico de rasgar o invólucro, mas ainda sorrindo.
O empresário pensou, suspirou.... e então lhe pagou R$ 1 mil, também sorrindo com satisfação.
Depois disso, ele a contratou para o setor de comunicação de sua empresa, e as cartas enviadas a clientes e fornecedores passaram a ter a sua marca.
Não importa o quão simples seja o que você faça. Se você faz bem e valoriza esta qualidade, outros também o farão.

Metáfora baseada numa história real

"Minha querida alma, seja fonte de valorização e auto-estima. Minha querida alma, seja fonte de sucesso!".

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

LIVRE-SE DAS PREOCUPAÇÕES E VIVA MUITO MELHOR!

Numa das poucas visitas que tenho conseguido fazer ao "Toró de palpites", nome dado ao grupo do Skipe criado por membros iluminados da comunidade Braintorming (Lúcia, Meg, Cláudia... a lista é longa), o tema versou basicamente sobre preocupações.
Achei que seria uma boa postar algo aqui sobre o assunto, para ajudar também aos que não conseguem, de repente, participar de grupos tão gostosos como esse.
Muitos de nós vivemos preocupados com o futuro. Sabe aquela coisa de ficar pensando se algo vai acontecer, se não vai acontecer, se vai ser bom, ruim...
A mente fervilha em pensamentos mil, e ficamos imaginando o que poderiamos fazer, o que vamos dizer ou não... E o pior é que por conta disso o momento esperado passa e nem vimos, ou ainda nem conseguimos fazer nada do que queríamos. Ai, passamos a viver o oposto: ficamos pensando no que poderiamos ter dito, feito...e na dúvida se causamos boa impressão ou péssima impressão.
Vamos por partes.
O que é preocupação?
É consenso entre todos os profissionais que atuam na psicologia, auto-ajuda, psiquiatria e outras áreas que "Preocupação é se ocupar-se, antecipadamente, com algo que ainda não existe ainda e que, muitas vezes, nem vai acontecer ou existir".
Desde pequenos somos acostumados a pensar desta forma, com frases típicas de pais, parentes, professores ou algo que o valha, que sempre dizem: "Você tem que se preocupar com o futuro, cuidar de se preparar para o que está por vir...etc.". Até a religião faz isso com a gente, quando nos convoca a ficar esperando um "novo céu, uma nova terra"... esquecendo de dizer que somos nós, criaturas de Deus, os responsáveis pela construção deste novo mundo.
Temos a crença equivocada de que se preocupamos com alguma coisa, estamos evitando que algo dê errado ou que poderemos dessa maneira, manipular a vida, as pessoas ou acontecimentos. Mas não é bem assim.
Quando nos preocupamos, travamos tudo que possa fazer com que as coisas aconteçam. Perdemos tempo pensando no que "pode ser" e esquecemos de "fazer o que podemos agora". Nossas energias são dispendidas, bloqueamos nossa criatividade e isso faz com que as coisas não funcionem.
Muitas pessoas adoecem de estresse sem saber que a causa disso é um emaranhado de preocupações, que são, na verdade, apenas pensamentos negativos, apenas ilusões que só existem na mente e não na realidade.
É comum ouvir pessoas dizendo que quando tudo está bem, temem que, a qualquer momento, algo de ruim aconteça, pois a tranqüilidade as assusta. Preferem sempre pensar no pior, pois têm medo de se decepcionarem. Já ouviu aquele ditado: "Cuidado se você ri demais hoje, porque pode chorar amanhã"..? Pois é...
E assim, vivendo desta maneira, as pessoas perdem o sabor do Agora, a beleza do novo, a aventura da vida que se renova a cada momento. Perdem as "surpresas maravilhosas" que estão aí, sempre prontas para nos deixar cada vez mais encantados.
Quando não nos preocupamos, tudo flui melhor, e são encontradas soluções de maneira muito mais rápida e eficaz.

Mas, como sair dessa?
Sair do vicio das preocupações não é fácil. São anos e anos de treino, de repetições... a tal ponto que é natural e normal viver desta maneira.
Mas, também com treino, dá para sair dessa.
• Em primeiro lugar, lembre-se de que você tem muitas tarefas todos os dias, inclusive as mais simples como escovar seus dentes, tomar banho, se alimentar, ir para seu trabalho, cuidar da casa, dos filhos... E tudo isso acontece no presente, não no passado nem no futuro.
Uma das maneiras de se evitar que preocupações tomem conta de sua mente é direcioná-la para estas ações, como uma forma de meditação. Prestar atenção no que está fazendo "Agora", independente do que seja.
• Preocupações geram ansiedade. A gente começa a vivenciar medos, sensações negativas ligadas ao que "pensamos que vai acontecer". Habitue-se a perguntar para si mesmo(a), quando estes pensamentos quiserem tomar conta de você: "E como seria se tudo isso que temo já tivesse acontecido?". Não importa qual seja a resposta, garanto que a ansiedade vai embora.(Ex: Você tem um encontro com uma pessoa difícil, e você não sabe como será essa conversa, se terá resultados positivos ou negativos. E tem medo, claro! Ora, pense como você estará "depois" da conversa. Pode ser que esteja com raiva, triste, ou alegre por ter obtido sucesso, mas ansiedade, não existe mais).
• Outra boa pergunta a se fazer: "Pensar nisso agora vai me trazer algum resultado positivo? Claro que a resposta será um sonoro "NÂO". A própria mente então tratará de procurar outra ocupação para sua cabeça.
• Pense no seguinte: "O que de pior pode acontecer comigo?". Seja lá o que for, será externo (a não ser que o perigo resida em alguém te ferir fisicamente, aí o negócio é se prevenir, não se preocupar). Sendo o fator negativo algo externo, sua essência, seu Eu não precisa ficar com medo. É fora de você, e portanto você pode dar o significado que quiser. (Essa menina me olhou feio. Ora, posso dizer que isso significa que ela não gosta de mim, e que isso é muito importante, ou que ela está com essa cara porque é chata mesmo. Mas melhor ainda é dizer para mim mesmo: Azar dela!).
• Respire! Isso mesmo! Nada melhor para te trazer ao presente que prestar atenção à própria respiração. Quando estamos ansiosos ela fica mais cortada e acelerada. No momento em que começo a notar isso, ela se regulariza, e a sensação de tranquilidade volta!.

Em tempo: Você REALMENTE tem um projeto a ser desenvolvido, apresentado ou colocado a prova, e teme que nada dê certo. Mude o termo Preocupar-se para PREVENIR-SE. Prevenção, sim, é importante, e sabe por que? Porque a gente se previne no presente, não no futuro.
Prestamos atenção a detalhes para a apresentação, descobrimos antecipadamente as falhas que possam surgir, deixamos tudo pronto para o sucesso tenha caminho aberto.
Depois da prevenção, é só relaxar e esperar a hora certa para fazer o que é preciso fazer, o que não acontece quando nos preocupamos, pois aí simplesmente pensamos, pensamos... e não fazemos nada!
E se não der certo? Ora, temos controle sobre o que podemos fazer, não sobre o que os outros podem pensar ou gostar... Descubra o que faltou e tente de novo, e de novo, de novo....
Só vive de fato quem valoriza a ação, além de uma teoria bem formulada, ok?

"Minha querida alma, seja fonte de auto-controle e de liberdade".

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

O QUE VOCÊ ESTAVA FAZENDO ÀS 12H34M56S de 07/08/09?

Hoje acordei com uma vontade danada de ficar comigo mesmo, DE FAZER ALGO POR MIM. Não sei se por causa de alguns sonhos que tive esta noite, ou simplesmente por ser a gostosa sexta-feira, levantei-me com um ímpeto de "limpar" minha vida.
De que maneira? Com limpezas externas!
Olhei para o monte de papéis que tinha acumulado em minha mesa, no meu quarto. Encarei com coragem a tarefa de reuní-los todos, sem sequer olhar o que continham. Coloquei tudo num saco plástico, levei para o quintal, montei uma fogueira e... fogo neles.
Não satisfeito, peguei um bocado de coisas velhas, que vinha guardando há anos, sem nenhuma utilidade (naquela velha crença de que um dia serviria), juntei tudo e coloquei para recolhimento da reciclagem.
O espaço que ficou livre foi de impressionar! Aquela sensação gostosa de liberdade, de abertura para o novo...
Então me sentei diante do computador e vi a noticia:

"RELÓGIO MARCA SEQUÊNCIA HISTÓRICA NESTA SEXTA
Durante um segundo, nesta sexta-feira (7), a combinação de hora e data em relógios e calendários resultou em uma sequência curiosa: 123456789. O momento "histórico" aconteceu às 12h34m56s - o dia 7, o mês 8 e o ano terminado em 09 se encarregaram de completar a sequência.
Essa coincidência de números, que só voltará a acontecer daqui a 100 anos, em 2109, já foi comemorada um mês antes em países como o Estados Unidos, que utiliza um padrão de data diferente do brasileiro, com o mês registrado antes do dia. No Brasil, o horário será registrado três vezes, nos diferentes fusos.
Na internet, usuários se organizaram em serviços como Facebook, YouTube e Twitter para marcar a data e registrar suas atividades durante o segundo exato da sequência numérica".

Foi como se desse um estalo na minha cabeça! A sequência me fez lembrar que na numerologia os números terminados em nove indicam o fim de um ciclo, e o anúncio de que algo novo precisa ser ou está para ser iniciado.
A sensação que eu tinha ao acordar era exatamente esta: a de que precisava acabar com tudo que estava atravancado na minha vida, que era preciso mandar embora tudo que me prendia, e passar a criar algo novo, deixar espaço para novas descobertas, criações, tranformações...
Exatamente na hora descrita, eu estava queimando os papéis que havia juntado, e sentindo um alivio nunca antes sentido.
Lembram do "efeito cascata" do qual falo muitas vezes? "Mude algo em seu corpo e sua mente mudará, e vice-versa". "Mude algo em seu exterior, e o interior também se transformará, e o contrário também é verdadeiro".
E você? O que fez HOJE para mudar a sua vida?

"Minha querida alma, seja fonte de coragem e transformações para minha vida". "Minha querida alma, raivas, medos, tristezas ou preocupações que vivi, até o dia de hoje, acabaram!".

terça-feira, 4 de agosto de 2009

REPRESENTAÇÃO X REALIDADE: COMO É SEU MUNDO?

Já falei sobre este tema num outro post deste blog (Mapas e filtros), mas resolvi "destrinchar" um pouco mais o assunto graças a alguns e-mails que recebi, pedindo mais dados.

Todos nós às vezes nos deparamos com aquela velha pergunta: Porque somos tão diferentes?
Por mais que estabeleçamos algo em comum, sempre vai haver alguma discordância, um jeito diferente de ver, ouvir e sentir as coisas, uma forma diversa de enfrentar determinadas situações.
Como você age quando vê uma cobra?
Pode ser que paralise, pode ser que resolva matá-la imediatamente, pode ser que a deixe ir...
E como você pensa os relacionamentos? Ou imagina o trabalho? Ou avalia determinados grupos (gays, negros, brancos, judeus, muçulmanos, católicos, protestantes...)?
Com certeza, a maneira como você age diante dos pontos acima descritos não é a mesma como muitas outras agem. O problema surge quando, além de agir de maneira diferente, você não consegue entender o jeito dos outros encararem os mesmos fatos.
Acontece que bastaria apelar para um fator simples, que poderia mudar muito do seu modo de viver, sobre como as pessoas processam e assimilam internamente as informações que colhem do mundo exterior. É preciso compreender que cada pessoa tem um MAPA, uma representação do que é a realidade para ela, e que todas as informações que ela recebe passam por FILTROS (experiências, crenças, sentidos) antes de ser reconstruída no cérebro e passada adiante como comunicação.
O que percebemos do mundo é apenas uma parte da realidade - não é a realidade, mas apenas uma representação do que conheço como realidade. A isso chamamos de MAPA.
Como esta é uma interpretação metafórica, pense no mapa de sua cidade. Ele contém desenhos, linhas, gráficos, indicações que podem te levar a determinados pontos. Porém, NÃO SE PODE DIZER QUE O MAPA SEJA A SUA CIDADE, MAS APENAS UM DESENHO DE COMO ELA ERA QUANDO ESTE MAPA FOI CONFECCIONADO (mesmo porque, podem ter surgido outras ruas, outras mudaram de nome, a direção de algumas vias pode ter sido modificada...).
Da mesma forma, as experiências que você viveu, as crenças que assumiu (alguns filtros) podem ter criado uma representação do que é a vida para si, e é com esta representação que você responde aos desafios que lhe são impostos. De maneira nenhuma É a realidade, mas apenas o que você ENTENDE como realidade. Mais ainda, tudo que você aprendeu no passado já pode ter mudado (como a cidade representada no mapa), mas se você continuar a responder ao mundo com os aprendizados antigos, a tendência é de dar com os burros n´água.
Daí o porque dos conflitos com pessoas que pensam diferente de nós. Nossos mapas não "batem" com os delas. Pior fica a situação quando os conflitos se dão entre "conservadores" e "moderninhos" (que no futuro também serão os conservadores em muitos casos).
Há casos em que um mesmo problema é enfrentado de maneira diferente por duas pessoas, mas com resultados idênticos.
Um exemplo: Imagine duas mulheres numa balada. Elas se prepararam com afinco para a noite, se maquiaram, se perfumaram, vestiram suas melhores roupas. Ambas querem um novo relacionamento, e procuram acabar com a solidão. Até ai, tudo igual.
No entanto, durante a festa, uma delas faz novas amizades, inclusive com alguns rapazes, dança, canta, se diverte. A outra não consegue se enturmar, não dança, fica quietinha num canto e, pior, ainda bota pra correr qualquer que se aproxime.
A questão aqui nem é sobre qual vai conseguir alcançar seu objetivo (mesmo porque tanto uma quanto a outra pode quebrar a cabeça, tanto faz) mas porque elas, que têm os mesmos desejos, agem de maneira tão diferente?
Hipoteticamente, podemos dizer que a primeira foi criada num ambiente solto, alegre. Tinha muitos irmãos homens e conseguia se relacionar bem com eles. Em sua familia não havia restrições quanto ao que poderia fazer um homem ou uma mulher, todos tinham a mesma liberdade, mas com respeito. Ela conseguia fazer amizade fácil porque via em cada pessoa o mesmo que via em seus familiares, e não conseguia viver só porque foi criada no meio de muita gente. Por isso, se dá bem em conseguir amigos, mas tem certa dificuldade em se fixar em alguém como namorado.
A segunda, no entanto, foi criada dentro de padrões rígidos, chegando até a ser agredida pelo pai ou pela mãe quando pensava em "soltar as asinhas". Em sua família, os homens podiam tudo, e as mulheres tinham que se virar com as coisas da casa. O pior é que as pessoas de quem ela esperava apoio (mãe, irmãs, irmãos, parentes, professores) ou se omitiam ou apenas reforçavam a forma dura de sua educação. Pra completar, nas poucas vezes em que se relacionou com alguém, foi usada e até passou por abusos, para logo depois ser abandonada. Agora, mesmo sozinha (uma escolha que fez quando resolveu sair de perto da familia cruel), não consegue enxergar nos outros algo diferente dos monstros que conhecera em seu passado.
Claro que as explicações para o comportamento destas duas mulheres podem ser outras, mas o que quero deixar claro aqui é que ambas veêm o mundo de maneira totalmente diferente, com base nas experiências que tiveram na vida. Ambas tem dificuldades, ambas querem mudar, mas reagem sempre do mesmo jeito ao que encontram. Nenhuma das duas consegue o que quer (a primeira até consegue, em parte), mas por motivos totalmente diversos.
Se você perguntar para uma porque ela não gostaria de namorar este ou aquele cara, pode ser que ela responda: "Ah, ele parece tanto o meu irmão, que eu não conseguiria beijá-lo com este pensamento. Mas adoro estar perto dele como amiga". Já a outra responderia: "Porque nenhum homem presta!".
Notou a diferença?
Mas, como sair desta situação? Como elas poderiam aprender a ser diferentes?
A saída é uma "ampliação" dos seus mapas. Elas precisam incluir nas suas representações de mundo fatos e experiências que geralmente, por conta do mapa antigo, costumam excluir de suas lembranças. A moça da amizade fácil pode começar entendendo que nem todos os homens são seus irmãos (que ela ama), que nem todo mundo faz parte de sua "grande familia", que ela tem desejos como qualquer outra mulher e há homens que a veêm como tal, e não como irmã. Talvez se ela começasse se perguntando como os pais dela se relacionavam, e porque tinham tido tantos filhos, já conseguiria ótimas mudanças.
Já a solitária amarga poderia olhar como tantos casais se dão bem, como algumas mulheres conseguem se relacionar sem se rebaixar, sem serem humilhadas, aprender com elas, observar exemplos de rapazes de boa índole e perceber que os homens à sua volta não são os irmãos que ela odeia.
É fácil? Talvez sim, talvez não... Em muitos casos é preciso que se use alguma técnica, ou mesmo terapia para se conseguir. O importante é que A MUDANÇA É POSSÍVEL.
Dica:
Seus mapas lhe impõem limites? Use a criatividade e quebre-os! Um bom "E se...?" ajuda bem.
Ex: Você cresceu num ambiente onde todos gozavam de sua cara, chamando-o por algum apelido que fizesse menção a algo que eles consideravam "feio". Ex: altura (girafa), nariz (ladrão de oxigênio), cor (branquelo ou assum preto), etc... (vale dizer: "eles" consideravam feio, não você). Hoje você é timido e não consegue se aproximar dos outros, porque acha que vai ser ridicularizado.
Você pode começar perguntando-se: "E se estas pessoas não tivessem feito estas brincadeiras, como eu seria?". Ou ainda: "E ao invés de me zuarem, estas características fossem elogiadas?" (tipo: Puxa, você é alto! Nossa, como sua cor é bonita! Seu nariz combina com seu rosto bonito...). Sinta a diferença e coloque estas experiências em seu mapa.
Melhor ainda é quando já ouvimos, vimos ou sentimos experiências legais onde antes só havia problemas (mas que geralmente deletamos porque, em nossa mente, acreditamos somente nas primeiras experiências). Lembre-se das vezes que foi elogiado(a), bem tratado(a), se sentiu amado(a)... e carregue-se com estas sensações. Eu tenho muitas, as quais recorro quando sinto que estou voltando aos meus mapas antigos.
Ah.. em tempo. Sabendo que cada pessoa tem um mapa, e que o que você entende como realidade pode não ser a mesma coisa para o outro, que tal, a partir de hoje, deixar de lado seus preconceitos e procurar entender melhor cada pessoa que te cerca, hein?
Aproveite!

"Minha querida alma, seja fonte de compreensão. Minha querida alma, seja fonte de coragem para expandir meus conhecimentos, e para ampliar meus mapas".

Em tempo: A pedidos, estou elaborando um curso breve de PNL, que postarei em tópicos num novo blog. Aguardem!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

ALGO MARAVILHOSO ESTÁ PARA ACONTECER!

Como é ter fé de que algo vai realmente acontecer? Você sabe fazer isso?
Encontrei esse vídeo no Youtube e o copiei para mostrar a vocês, que me acompanham.
O mais interessante é que um pouco antes de postá-lo aqui resolvi fazer uma visita na minha comunidade mais querida do orkut, a Brainstorm. Adivinha? Em mais uma prova de que "o universo conspira em favor dos nossos desejos", encontrei este mesmo vídeo num fórum, criado pela minha querida Ângela, e que trata de uma técnica chamada "ALGO DE EMOCIONANTE ESTÁ PARA ME ACONTECER".
Então, junto com o vídeo, resolvi postar aqui também esta técnica, como explicado pela minha amiga, que o chama de "Jogo". Confira:

ESTE JOGO FUNCIONA!!! Experimentem.

Chama-se “ALGO DE EMOCIONANTE ESTÁ PARA ME ACONTECER” e usa os princípios da “lei da atração” e pode jogá-lo para atrair dinheiro ou qualquer outro desejo.
Escolha que “algo de emocionante lhe vai acontecer” , ou que vai receber certa quantidade de dinheiro, pode até escolher quanto é que quer receber, lembre-se que tem que ser especifico, mas não pode saber de onde vai chegar e deve esperá-lo de um lugar inesperado (parece estranho, não é ?).
Não sabe o que lhe vai acontecer, ou donde vai vir o seu dinheiro, nem exactamente quando chegará. Mas acredita que definitivamente algo de muito bom está à sua espera ao virar da esquina.
EMOCIONE-SE com esta oportunidade até que sinta “borboletas no estômago”.
Cada vez que o telefone tocar sinta essa emoção e pergunte-se: Será esta chamada?
Cada vez que receba um email pergunte-se: estará aqui a minha surpresa?
Quando acorda sinta-se curioso: será hoje o dia em que chega…?
Este jogo é excelente para criar.
Funciona porque não sabe de onde vai chegar, as duvidas não se intrometem no processo da criação.
Este jogo ajuda-o a elevar a sua vibração, que é o que precisa para criar o que quer na sua vida.
Se está na situação de se sentir realmente bem, só pode atrair coisas maravilhosas para si.
Também pode escrevê-lo no espelho do banheiro, ou num post-it no seu computador, ou se quiser pô-lo no screen saver do seu computador, mas o importante é que o leia constantemente e que sinta essa emoção como se tivesse “borboletas no estômago”

ESCREVA:

Algo de maravilhoso está para me acontecer
Está à minha espera ao virar da esquina.
Posso senti-lo...
Mantenha-se na esperança durante o dia e nos próximos dias e quando tenha a SURPRESA, AGRADEÇA-A!

E comece outra vez o jogo!
Cada vez que o fizer, fará melhor e será mais fácil igualar a vibração do que quer.
Espere resultados incríveis! Este jogo funciona cada vez que o faz, se o colocar na vibração de esperar uma surpresa.


domingo, 2 de agosto de 2009

CUIDE DE FAZER A SUA PARTE!

Pense naquelas pessoas que vivem reclamando que as coisas não andam bem, que a fábrica não vai pra frente, que nada no que foi combinado deu certo...
O engraçado é que quase sempre estas pessoas já tem um culpado para o fatos das coisas não sairem como se espera: O outro! Quase sempre é porque o outro não fez o que devia ter feito que tudo foi por água abaixo!
Após um bate-papo no MSN com um grupo de jogadores de futsal, e de ter ouvido praticamente todos reclamarem dos colegas pelas posturas adotadas num jogo em que eles foram desclassificados de um torneio, resolvi lhes contar esta metáfora.
Acredite: Ela serve como lição não apenas para o futebol. Leia:

O obstáculo mais dificil da vida

U
m grande sábio possuía três filhos jovens, inteligentes e consagrados à sabedoria.
Em certa manhã, eles altercavam a propósito do obstáculo mais difícil no grande caminho da vida.
No auge da discussão, prevendo talvez conseqüências desagradáveis, o genitor benevolente chamou-os a si e confiou-lhes curiosa tarefa.
Iriam os três ao palácio do príncipe governante, conduzindo algumas dádivas que muito lhes honraria o espírito de cordialidade e gentileza.
O primeiro seria o portador de rico vaso de argila preciosa.
O segundo levaria uma corça rara.
O terceiro transportaria um bolo primoroso da família.
O trio recebeu a missão com entusiástica promessa de serviço para a pequena viagem de três milhas; no entanto, no meio do caminho, começaram a discutir.
O depositário do vaso não concordou com a maneira pela qual o irmão puxava a corça delicada, e o responsável pelo animal dava instruções ao carregador do bolo, a fim de que não tropeçasse, perdendo o manjar; este último aconselhava o portador do vaso valioso, para que não caísse.
O pequeno séqüito seguia, estrada afora, dificilmente, porquanto cada viajante permanecia atento as obrigações que diziam respeito aos outros, através de observações acaloradas e incessantes. Em dado momento, o irmão que conduzia o animalzinho, olvida a própria tarefa, a fim de consertar a posição da peça de argila nos braços do companheiro, e o vaso, premido pelas inquietações de ambos, escorrega, de súbito, para espatifar-se no cascalho.
Com o choque, o distraído orientador da corça perde o governo do animal, que foge espantado.
O carregador do bolo avança para sustar-lhe a fuga, e o bolo se perde totalmente no chão.
Desapontados e irritadiços, os três rapazes voltam a presença do pai, apresentando cada qual a sua queixa de derrota.
O sábio, porém, sorriu e explicou-lhes:
-- Aproveitem o ensinamento da estrada. Se cada um de vocês estivesse vigilante na própria tarefa, não colheriam as sombras do fracasso. O mais intrincado problema do mundo, meus filhos, é o de cada homem cuidar dos próprios negócios, sem intrometer-se nas atividades alheias.
Enquanto cogitamos de responsabilidades que competem aos outros, as nossas viverão esquecidas.

Minha querida alma, seja fonte de auto-crítica, de auto-avaliação. Minha querida alma, faça de mim uma pessoa responsável.

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