quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

TRISTE, SIM. COITADO, NÃO!

A noite de Natal é sempre cercada por constrastes. Bem perto dos que estão vivendo a alegria de lembrar o nascimento do Menino Deus (para os religiosos cristãos, é claro), dos presentes (para quem ganha e para quem vende, naturalmente) e de estar junto da familia (para quem tem ou para quem não está longe dela), há também os que apenas comemoram o feriadão por comemorar (já que "inventaram", porque não curtir?), o que se angustiam porque veem o tempo passar (já está chegando um novo ano por aí, puxa!) e os que, por um motivo ou outro, estão solitários e não tem ninguém para, pelo menos, dar ou receber um abraço neste dia.
Aconteceu comigo...
Ligado apenas em trabalho, não planejei legal o que iria fazer na noite festiva. Como bom católico, fui à missa, cantei, cumprimentei meus irmãos de fé e reforcei em mim o simbolismo do nascimento de Jesus, sempre um momento de renovação. No entanto, na esfera "mundana", pisei na bola comigo mesmo: Optei por ficar trabalhando, ao invés de viajar e ficar junto da minha família. Poderia ter pelo menos amenizado esta falta, curtindo uma boa festa, mas não antecipei uma possível compra de ingresso em algum evento (que nem sei se teve na cidade), não investiguei se algum dos bares que frequento estaria aberto, e não tenho o costume de dar uma de penetra em festas particulares, mesmo de pessoas muito conhecidas (a não ser que ali esteja ocorrendo um furo de reportagem...rsrs). Consequentemente, acabei só e em casa, ouvindo os risos dos vizinhos e lembrando que na casa de minha irmã talvez eu estivesse, naquele momento, jogando truco com meus sobrinhos e amigos.
Triste, não? Coitado de mim, não?
Ai é que está: Triste, sim. Coitado, não!
É público e notório que quando passamos por momentos como os que citei, e por muitos outros em nossas vidas, tenhamos a tendência de, ao invés de apenas sermos emocionalmente honestos, cair numa das armadilhas da mente humana (by Augusto Cury), o "coitadismo", ou "a arte da compaixão de si mesmo".
O "coitado" se sente inferior, impotente, limitado demais. Propagandeia que é um derrotado, que sua vida não tem solução, que ninguém gosta dele. Ao fazer isso, tudo que o sujeito (ou sujeita) quer, é que os outros fiquem no seu entorno, que "gravitem em sua órbita", que o encorajem, lhe enviem palavras de conforto... mas não que resolvam o problema (afinal, ser coitado é um fim em si, e não uma forma de buscar soluções).
O "coitado" vive de migalhas, de favores, de afagos e batidinhas na cabeça. O coitado sabe que "quem chora, mama", mas nunca busca seu próprio copo de leite. Não vive a busca de seus sonhos... pelo contrário, faz uma grande novela mexicana do seu passado, criando cenas sempre negativas do seu futuro, com lágrimas, sofrimentos, sem a perspectiva de um final feliz (esquece que até mesmo nas novelas mexicanas esse final existe...).
Prefiro agir de maneira diferente. Como bipolar em eterno aprendizado, prefiro ser honesto comigo mesmo, principalmente no campo emocional, e assumir minha tristeza, minha solidão e minha frustração naquele momento, mas não cobrar e nem culpar ninguém por não ter tido a oportunidade (que eu mesmo não me dei) de fazer desta uma noite somente de festa. Bem... culpo os donos dos bares que não abriram, um pouquinho só (brincadeirinha..hehehehe).
Pensando desta forma, não fujo do problema, mas o abraço. Sei que a tristeza está aqui, e deve ser reconhecida, aceita, sentida. Choro, mas não reclamo. Sinto a dor, e entro nela sem medo. Não penso no "prêmio" do "final feliz" sempre dado aos "sofredores" das novelas e dos filmes (embora na maioria dos filmes brasileiros o cara se ferra até no final), mas apenas em viver o momento, sabendo que nem tudo está sob meu controle, e tampouco devo esperar que outros façam o que é de minha responsabilidade: Ser feliz!
E a felicidade é saber que todos temos altos e baixos, aceitar os contrastes, mas não se conformar com eles, procurar se preparar da melhor forma em próximas oportunidades, mostrar que aprendeu a lição.
No meu caso, a festa de Natal (ou a inexistência dela) foi apenas a culminância de uma série de escolhas que venho fazendo ao longo de meses, de anos, em que algumas áreas da minha vida foram priorizadas e outras não, e pretendo mudar isso.
Como estamos na época em que sempre fazemos as mais diversas promessas de melhorias para nossas vidas (aquela dieta que vamos começar, parar de fumar, de beber, arranjar um amor - ou acabar com um relacionamento ruim - ganhar mais dinheiro, etc...), aproveitei e aproveito este momento para afirmar a mim mesmo que minhas escolhas serão mais equilibradas nos próximos dias, semanas, meses e anos.
Isso não me garante que os momentos tristes deixarão de existir, mas reforça o fato de que as decisões e os rumos que seguirei são exclusivamente de minha responsabilidade e, portanto, cabe a mim adequá-los ou readequá-los sempre que a rota estiver equivocada.
Fica a dica: Você pode até culpar o mundo, o amor que te deixou, o "sistema", ou tudo o mais que exista para "justificar" seus infortúnios e obter a recompensa do "consolo". Ou você pode deixar o coitadismo de lado, aceitar suas dores e abraça-las, aprender com elas, e criar novos caminhos para si mesmo(a).
Com a experiência de quem já viveu sentimentos que não pôde controlar, e só conseguiu o equilíbrio quando teve ajuda e aprendeu a decifrar seu próprio "mapa de vida", posso afirmar: A segunda opção é a mais vantajosa!
Curta suas festas, com alegrias ou tristezas, mas nunca fuja dos seus sentimentos!

"Minha querida alma. Seja fonte de aceitação e poder de ação positiva".


terça-feira, 5 de novembro de 2013

CINCO PASSOS PARA UMA ORAÇÃO COMPLETA E SINTONIZADA COM O UNIVERSO

Você sabe rezar? 
Pode até parecer estranha esta pergunta, mas é pertinente. Meu grande instrutor de PNL e Mestre José Osvaldo Nunes, o grande "Padre Zé Ó", me perguntou isso certa feita, em Bauru, quando eu ainda era um de seus novíços da Congregação dos Irmãos do Sagrado Coração. Eu imediatamente disse que sim. Para meu total descontentamento, ele discordou, e disse porque: "Geralmente, quando dizemos estar rezando, na verdade estamos lamentando, ou ligando-nos apenas em objetivos pessoais, totalmente egoístas. Sem falar quando 'rezamos' apenas quando ficamos doentes, tristes, perdemos dinheiro, estamos com dívidas... Ora, isso não é oração, pelo menos não uma oração completa, como deve ser feita".
Fiquei na dúvida. Sempre me ensinaram que deveria ter fé pois tudo que eu desejasse poderia ser-me dado. Mas como poderia demonstrar essa fé se não pedisse as coisas que EU queria?
Expus esta questão, e a resposta foi contundente. "Em primeiro lugar, está escrito: Antes mesmo que peças, o Criador já sabe o que você quer. E não há nada demais em QUERER algo para si, em desejar se livrar de um problema, em melhorar de saúde ou ganhar dinheiro. A falha da oração não está aí, mas na forma como a gente entra em contato com o Universo para conseguir isso".
"Hum... mas existe alguma técnica para este tipo de oração?", perguntei.
"Existe uma sequência, e ela é bem simples. Basta seguí-la algumas vezes e ela se tornará parte do seu cotidiano, e então você terá aprendido a rezar de fato", respondeu ele, convicto.
A sequência dada pelo meu querido sacerdote, para uma oração de cerca de 10 minutos (algo que você pode fazer em qualquer hora do dia) era muito simples, e eu agora a relembro aqui:

1 - Limpeza e Agradecimento: "Durante pelo menos dois a três minutos, respire profundamente, e enquanto vai fazendo isso, imagine-se limpando o seu interior de todos os pensamentos maus, de toda doença, de toda sujeira, maldade, tristeza a cada expiração... e a cada inspiração agradeça por tudo que você tem, pelo que você é, pelos amigos, pela familia, pelo pouco ou pelo muito, não importa... Agradeça!"

2 - Em contato com o Universo: "Depois deste tempo de boas inspiraçõeS, expirações, limpeza, gratidão, e já com a mente relaxada (e o corpo também), pense em todas as pessoas que, como você, também querem algo, também buscam por algo, ou simplesmente agradecem por algo. Estas pessoas, de maneira correta ou equivocada, também estão orando, pedindo, agradecendo... Imagine-se conectada a elas, numa grande corrente, fortaleça os seus pedidos, suas buscas, seus agradecimentos. Você pode começar pensando em alguém conhecido, que você saiba até mesmo quais sejam os seus desejos, mas também imaginar que há outras pessoas pelo universo afora que você nem conhece, mas neste momento estão em sintonia com o CRIADOR".

3 - Intenções Positivas: "Somos cercados por pessoas que atuam nos mais diversos campos. profissionais ou não, que de certa forma acabam tendo influência em nossas vidas. Aproveitando o momento em que estaremos sintonizados, em corrente de oração, podemos direcionar intenções positivas de saúde, força, fé, inteligência, coragem, honestidade, sucesso e felicidade para todos eles. Pense nos religiosos, nos que trabalham pelas pessoas, enfermeiros, médicos, politicos, gente que trata de doentes graves, que cuida de crianças, de idosos, policiais, bombeiros, soldados em guerra ou em paz, pessoas que atuam em zonas de conflito, de fome, de guerra, de catástrofes... Envie esse pensamento de fé e positividade para todos"

4 - AGORA, SIM, VOCÊ!: "Você merece ser feliz, ter o que deseja, ser quem deseja, fazer o que deseja, e agora que está ligado ao Universo por esta grande corrente, pode direcionar seu pensamento para aquilo que você quer, que procura. Imagine-se já tendo o que pediu, já com a saúde que quer, já com o dinheiro que deseja, com as pessoas que ama. Curta esse momento com o Criador lhe presenteando com os presentes mais belos que o Universo pode lhe conceder, seus sonhos, seus projetos, as pessoas que quer ter ao seu lado. Confie no seu anjo inspirador, sua intuição, e deixe que isto lhe conduza a um campo de energia poderosa, que atrai tudo de bom para você e para quem te cerca, e afasta o que há de mal".

5 - Retome sua rotina: "Encerre este momento com um sinal de alegria, gratidão e humildade. Se quiser, pode fechar com uma oração preferencial da religião ou filosofia que você segue (um Pai-Nosso, uma Ave-Maria, encerramento do Oficio Divino, Liturgia das Horas, Oração da Serenidade, Oração do Ho'oponopono...). Junte as mãos, respire fundo, diga para si mesmo(a): "tudo está ligado", e então saia do estado em que encontra e retome sua lida ou a atividade que estava fazendo. Eu garanto que este retorno será com mais força e energia do que a intensidade que havia antes da oração".

Até hoje, apesar da correria em que muitas vezes deixo-me envolver, aproveito este ensinamento. Quando me esqueço, sinto que falta algo, mas busco imediatamente o reequilíbrio, bastando para isso começar de novo, sem medo de ser feliz.

Fica a dica pra você. Se quiser seguí-la, com certeza serão muitos os benefícios.



segunda-feira, 21 de outubro de 2013

ERROS MAIS COMUNS NA MANUTENÇÃO OU BUSCA POR UM RELACIONAMENTO

Não sou do tipo que se considera um bom "consultor sentimental". Mas tenho tantos amigos e amigas que buscam apoio dentro deste tema que não resisti e tratei de fazer este post, especialmente para os(as) que se sentem solitários(as) e acabam cometendo um bocado de bobagens para acabar com esta condição...
Não há dúvida de que o amor, a amizade, a intimidade, a paixão, o apoio mútuo, dentre outros, tornam os relacionamentos e uma vida mais feliz. É maravilhoso estar perto daquela pessoa especial, com quem você pode rir, compartilhar suas esperanças, sonhos e preocupações. E o melhor é que com isso você não precisa gastar um tostão com psicólogos, psiquiatras ou terapeutas de auto-ajuda...
Claro que isso é possível também sem estar com nenhum(a) parceiro(a) íntimo, mas junto com alguém, seja da familia ou um caso de amor, é muito melhor. Pra confirmar essa tese uma pesquisa comprova que quando estamos tristes ou em momentos de dor, nos aliviamos mais facilmente lembrando ou olhando a foto de um ente querido... eu faço isso. Por essa razão, não é de se admirar que tantas pessoa queiram ou estejam à procura de sua "cara-metade", ou não consiga deixar para longe os seus familiares.
Mas há riscos, e o principal deles está em idealizar quem nos cerca. Por conta desta idealização, fica muito mais difícil para algumas pessoas fazer o relacionamentos prosperarem, crescerem, serem realmente uma parte positiva de suas vidas. Dentro desta questão, alguns erros, que complicam a vida a dois (a três, quatro ou mais pessoas), se destacam. Veja uma pequena lista e aprenda como evitá-los:

- Estar muito desesperado(a) para se ligar a alguém (ou encontrar seu "principe (princesa)")
Este é um clássico e universal erro do relacionamento. A pessoa diz para si mesma: "O tempo está acabando", e os relógios biológicos estão passando ruidosamente como bombas de tempo cheios de hormônios ameaçando explodir. O pânico se fixa no coração e, por conta disso, de repente alguém com mãos firmes, boas roupas e unhas limpas começa a parecer uma "boa aposta".
Afirmar que está "querendo" uma relação 'não é o mesmo que "querer estar em um relacionamento com uma pessoa em particular". Se você ficar muito propenso(a) a buscar "uma relação" como uma idéia geral, pode cair em algumas armadilhas, das quais muitas vezes não há volta, pois está partindo para cima da primeira criatura disponível (ou não disponível) que estiver no seu caminho, ou mostrando aos (às) potenciais parceiros(a) que você está tão desesperado(a) quanto um sedento atrás de água.
O que fazer: Não se pode apressar o amor... Até octogenários ainda podem se apaixonar, sabia? Claro que nem sempre é preciso esperar tanto, mas estando aberto(a), qualquer tempo é tempo. Começar um relacionamento com alguém "apenas porque precisa" é como fazer uma viagem sem verificar as condições do carro. E quem vive de olho no "relógio biológico" acaba se esquecendo que, ao escolher a pessoa errada, apenas vai perder mais tempo na busca pela felicidade.

- "Porque sempre escolho a pessoa errada?"
Isso é como perguntar porque dói tanto quando a gente rala o joelho na pedra, e continuar produzindo momentos em que isso ocorre, sem nunca colocar um protetor no joelho ou escolhendo outro piso para fazer seus esportes.
Tem gente que parece estar no "mercado para erros do relacionamento", porque nunca se lembra de como cometeu o primeiro. Qualquer pessoa pode, equivocadamente, cair nas mãos de um(a) psicopata, mesmo porque este tipo de gente consegue enganar o suficiente para uma conquista. No entanto, se aos primeiros sinais de que algo está errado (ciúme excessivo, vigilância 24 horas, brigas constantes, ameaças, agressões) eu não trato de cair fora, ou quando consigo, caio na mesma lábia novamente, então é melhor repensar minhas escolhas.
Ninguém pode se culpar por se deixar levar por doentes deste tipo, mas pode pensar melhor se tiver comportamentos como, por exempo, sempre procurar alguém com características que são negativas, que fazem jogos destrutivos, e depois ficar se culpando porque algo não deu certo (a velha frase: "Onde foi que errei?").
A dica: Se você está cronicamente buscando companheiros(as), para cumprir com "seu prazo biológico", e obviamente, percebendo que as coisas não vão bem, na medida em que as relações se tornam dolorosas, pode pelo menos admitir que a escolha não foi boa para si mesmo(a) e não se surpreender com isso. Então, aprenda a perceber quais foram os padrões de pensamento que te levaram à esta escolha, pois este é o primeiro passo para mudar.

- Jogar
Muita gente vê os relacionamentos sob um prisma competitivo. "O jogo do amor", "O jogo do namoro"... Estas pessoas estão sempre buscando "marcar pontos" contra aquela a quem querem ou têm como parceira. "Seja frio, para ela não pensar que está ganhando o jogo". "Faça ciúmes, para saber até que ponto ela está na sua mão"... e por aí vai. Tudo trata de pura manipulação, e chega uma hora em que um dos lados não quer mais "brincar". Todo jogo tem um tempo para acabar, e aí o jeito é seguir para outra partida. E o pior é que quase sempre não há vencedores... É isso que você quer?
Se você quer um relacionamento de boa qualidade, pode fazê-lo sendo honesto e aberto, pois assim ambos ganham. E, se tentarem te arrastar para um jogo, recusar-se é uma boa idéia.

- Precipitações
Tenho uma amiga que, certa vez, reclamou comigo que ninguém se interessava por ela. Isso era numa terça-feira. Na quinta-feira, conheceu um sujeito na internet, da mesma cidade que ela, e me mandou uma mensagem dizendo que tinha conhecido um "cara muito legal". No sábado, estava radiante porque foi convidada por ele para curtir um barzinho. Na segunda, me disse que estavam namorando... e na quarta-feira, estava deprimida porque perguntou a ele o que ele achava de casamento, e ele se assustou... Não era para menos! Acredite, isso de fato aconteceu, e acontece muitas vezes. Talvez não com o recorde com que minha querida amiga fez, mas muito parecido, algumas pessoas já começam cedo a fazer "testes" e cobranças de alguém, para descobrir qual o grau de comprometimento que existe entre eles.
Uns começam a planejar coisas, como viagens, festas, noivado, casamento... às vezes sem nem ter começado o namoro! Outros já vão dizendo que "amam", que "não vivem sem você" depois de uma noite de balada... Sem falar nos interrogatórios que começam a surgir, tipo: "Onde você esteve?, "Com quem você esteve?", "Porque entrei no face e você não estava?, ou "Porque quando entrei no face você já estava? Com que estava conversando?"... é dureza...
A saída legal é manter-se afastado por um tempo até você conhecer melhor com quem quer se relacionar. Tudo o que existe em nosso universo, tanto quanto eu sei, tem uma escala de tempo - incluindo o amor. Não dá para estabelecer-se como um casal de maneira muito rápida... trata-se de uma vivência de longa data, e isso não ocorre quando se conhecem há apenas algumas semanas.

- Insegurança
De cara, já vai a dica, baseada no que está dito no tópico anterior: Dê ao seu (sua) novo(a) parceiro(a) algum espaço. Mesmo se você se sentir inseguro com isso. Quem age com base na insegurança pode acabar com o relacionamento antes mesmo que ele comece. Resista à tentação de estar constantemente verificando onde ele(a) está e o que está fazendo e / ou pensando e sentindo. Se você realmente gosta da pessoa, é natural estar pensando muito nela, mas lembre-se que antes de que a dita cuja já tinha uma vida antes de te conhecer, e ainda a tem.
Reconheça que é natural se sentir preocupado, e que por isso você teme que, acidentalmente, se quebre algo que você sente é precioso, especialmente nos estágios iniciais, que são "frágeis", mas lembre-se que uma semente de flor, uma vez plantada, precisa de tempo para brotar e crescer.

- A armadilha do perfeccionismo
É fato que quando se fala em conto de fadas, os príncipes e princesas da vida real não são tão perfeitos. O cara pode ter um nariz torto, a mulher pode não ser uma miss... e pode ser que você perca a chance de ser muito feliz apenas porque é exigente ao ponto de achar que está num desenho animado.
Não quer dizer que você sair "pegando" o que encontra pela frente (porque aí é o desespero que já citei anteriormente), mas um dos grandes problemas encontrados pelas pessoas que buscam a perfeição, é que depois de supostamente encontrada, o outro(a) não se revela exatamente "como eu queria".
Se as pessoas não vivem ou são de acordo com a imagem que você formou deles, que culpa elas tem? Se você tem parâmetros muito apertados para a forma como o amor deve ser, antes de se encontrar com ele ou ela, então você pode estar posicionando-se fora do mercado. Claro, existem coisas que todos nós preferimos, mas algumas pessoas parecem ter características elencadas em uma lista de compras:
"Ele(a) deve ter os olhos verdes"..
"Ele(a) deve usar roupas de grife".
"Ele(a) deve ter um corpo de um(a) deus(a), ser inteligente e de preferência já ter dinheiro".
Não estou brincando, algumas pessoas (geralmente jovens) cortam suas próprias opções a este ponto. Eles podem defender isso com: "Por que eu deveria aceitar nada menos?" Mas esse não é o ponto. Muitas vezes, algo pode parecer ter todas as 'partes' certas, mas quando as partes são colocadas juntas, você acha que eles realmente não funcionam tão bem quanto o esperado.
Para evitar os problemas decorrentes desta postura, abra sua mente para a possibilidade de que você pode ser enganado ao supor que você só pode ter um relacionamento com alguém que se encaixa exatamente o que você imaginou. E lembre-se, se já estiver namorando, de que você está vivendo esse momento com uma pessoa da vida real, não um personagem de sua própria criação.

- Tentar mudar o(a) outro(a)
É incrível como quando entramos em conflito ou queremos promover um bom relacionamento, tentamos fazer com que a outra pessoa mude para que isso ocorra (esquecendo de nós mesmos). É como se você só conhecesse galinhas e nunca tivesse visto um pavão, e aí quando encontra um trata de cortar as suas penas para que ele seja "como o que se conhece em termos de aves". Tratar o seu novo parceiro como um projeto que você precisa trabalhar, como algo para "melhorar", é desrespeitoso e pode fazer a pessoa se sentir como se fosse uma "coisa", e também que não é amada pelo que é. A pergunta é: Como você vê essa pessoa, e porque resolveu se envolver com ela então?
Se envolver em um novo relacionamento deve ser divertido, excitante e agradável. Se você pode monitorar e influenciar seu comportamento durante fase do "conhecer-se", então você tem muito mais chances de conseguir saber se você e eles realmente vão trabalhar juntos, sem a necessidade de culpar alguém, se não der certo. Entenda: saber o que pode estar errado pode nos ajudar a todos a entender mais como encontrar o que é certo, não a transformar o outro à sua imagem e semelhança.

*Baseado em dicas do hipnólogo Mark Tyrrell 


domingo, 13 de outubro de 2013

RECRIANDO O SEU PASSADO

Quantas coisas você aprendeu no seu passado e que hoje ainda promovem limitações em sua vida? Lair Ribeiro fala sobre como podemos mudar o que nos impede de seguir adiante, de sermos felizes, de conseguir o que queremos. Fala, principalmente, sobre o Poder da Declaração! Você pode assistir, aprender e utilizar. A decisão é sempre sua!


sábado, 12 de outubro de 2013

UM MAGO DA INFLUÊNCIA E DA LIDERANÇA

Muitas pessoas tentam descobrir o segredo da influência, da liderança sem esforço, do rapport sem muito pensar... Esse carinha, Bobby McFerrin, consegue demonstrar como tudo isso parece fácil, ao fazer o público participar de sua apresentação da Escala Pentatônica. Qualquer neurolinguista, neurocientista, psiquiatra, psicólogo ou profissional de qualquer área que necessite desta habilidade ficaria com inveja...rsrs


domingo, 29 de setembro de 2013

UM BOCADO DE SAL

Todos enfrentamos, cedo ou tarde, momentos difíceis. Da mesma forma, não há quem não passe, às vezes, por situações em que a tristeza passa a imperar. Não é incomum que isso aconteça comigo, e acredito que com você também. O que pode ser diferente é a forma como cada pessoa age diante deste grande desafio, o de reconhecer e dar resposta favorável aos momentos negativos.
Sempre que estou passando por isso, gosto de relembrar esta história, que é antiga, não tem autoria definida, mas serve para qualquer pessoa que queira mudar a forma de encarar seus dissabores. É apenas uma das tantas que ajudam a sair do lugar comum na hora de buscar energias para o enfrentamento, e força para lidar com qualquer sensação limitante.

"Um jovem que enfrentava momentos difíceis, e estava sucumbindo à tristeza, conversava com um velho mestre sobre seus problemas. O homem o ouviu atentamente, e ao invés de falar qualquer coisa pediu a ele que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou.
- Ruim. - disse o jovem sem pensar duas vezes.
O Mestre sorriu e pediu ao rapaz que pegasse outra mão cheia de sal e fosse com ele ao lago que havia no mosteiro. Os dois caminharam em silêncio, e quando chegaram lá o ancião mandou que o sal fosse jogado no lago, sendo imediatamente obedecido.
Logo após veio nova ordem:
- Beba um pouco dessa água.
O jovem assim o fez e, enquanto a água escorria do seu queixo, o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - o jovem disse sem pestanejar.
- Você sente o gosto do sal?
- Não, não senti esse gosto.
O Mestre então sentou ao lado dele, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem em detrimento ao que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago."

Minha querida alma, seja fonte de clareza e criatividade para lidar com sentimentos limitantes

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

DE QUE MODO VOCÊ TENTA MOTIVAR QUEM TE CERCA?

Sempre que me informam que haverá, em algum lugar, um "curso motivacional", geralmente fico preocupado. Não foram poucas as oportunidades em que acompanhei (ou até ministrei, no começo de minha 'carreira' de instrutor de PNL) palestras, cursos ou reuniões com o objetivo de "incentivar a galera", "acordar as lideranças" ou "sensibilizar os funcionários para a importância de uma boa produtividade na empresa, escola, prefeitura, etc...".
Quase sempre, os resultados eram os mesmos: dos participantes, uma boa parte sequer ouvia, via ou sentia o que estava sendo passado (iam porque eram obrigados ou poderiam perder algum benefício), outra questionava bastante a necessidade do encontro e uma boa parte (a maioria, por sinal) saía "acesa" do evento, mas poucos meses ou até dias depois já estavam novamente apresentando o mesmo índice de motivação que tinham antes. Isso quando não faziam exatamente o oposto do que foi repassado.
O interessante disso tudo é que não há nada de errado com o que foi ensinado, e tampouco com quem recebeu as informações. A falha está na forma como toda a proposta é apresentada, e, não raras vezes, o jeito com que patrões, pais ou lideranças tentam manter a "chama" em alta. Em geral, usam palavras e atos que interferem em algo essencial para que as pessoas queiram mudar: a AUTONOMIA de cada uma delas.
E está mais que provado, através até de pesquisas (que não vou elencar aqui por não ter a menor intenção de tornar este texto cansativo):  Tentar dizer aos outros o que eles devem fazer ou como eles devem agir faz com que, na maioria das vezes, ocorra o efeito contrário.
E a melhor maneira de se conseguir esse resultado indesejado é usar, durante as abordagens, sentenças que contenham palavras como "deve", "precisa", "é necessário", "é proibido", "não pode", "tem que" "isso é perigoso", "Isso é ruim", dentre outras!
Pense: Quantas vezes você falou para seus empregados, colaboradores, alunos ou filhos: "Não pode" fazer isso, "deve" fazer aquilo, "tem que" obedecer, etc... e ele(a) acabou fazendo exatamente o que você não queria que fosse feito? São muitos os exemplos que existem perto de cada um de nós, com certeza.
Isso acontece porque todos os seres humanos (com raras exceções), até mesmo crianças, sem entender muito do que é a vida, carrega consigo uma característica especialíssima: não gostam de ser tolhidos em sua liberdade. A isso, chamamos de Lei da Reatância Psicológica. Em palavras mais diretas, significa simplesmente que quando somos obrigados ou impedidos de fazer algo, sem o direito de escolha, nossa mente reage ao que foi imposto, e isso se reflete em nossos atos.
No trabalho não é diferente. "Você deve entender que sua função exige mais esforço que o que esta apresentando". "Nós precisamos fazer este trabalho com alegria". "Temos que alcançar esta meta, senão...". É só ouvir estas frases e "bum!", nossa mente reage imediatamente de maneira negativa, como se dissesse (mesmo que não percebamos). "Quem decide isso sou eu". "Ninguém manda em mim". Ou perguntasse: "E se eu não quiser fazer isso?". E aí não importa se é "algo bom", se "é correto", ou se "vai ser legal" o que nos é ordenado. Muito menos se "é perigoso", se "é ruim", ou "é pecado" o que nos é proibido (não é à toa que a máxima "Tudo que é proibido é mais gostoso" tem sido repetida ao passar dos séculos).
Quer motivar de fato? Então você pode seguir as seguintes premissas:
- Ninguém é obrigado a fazer nada. Não "tem que", não "deve"... A escolha é sempre do sujeito.
- Todos nós já possuímos motivação suficiente. Basta ter respeitada a liberdade para acessá-la e ter um "mapa" para seguir, não como ordem, mas como sugestão.
Eis a grande sacada! Todos querem o direito de escolher seu caminho, mesmo que com poucas opções apresentadas, ou pelo menos tentar encontrar alternativas, mas com base em seus desejos, e não por força de um ofício ou memorando.
Nós agimos de acordo com os nossos próprios motivos, e estes são internos, pessoais, intransferíveis. Ajudando a pessoa a descobrir isso, damos um passo essencial para que ela própria encontre razões para atender ao que é solicitado. Posso tentar fazer com que um pedreiro construa uma casa popular com altíssima qualidade em tempo recorde, recebendo o salário que estou oferecendo, apenas afirmando que ele vai estar promovendo a alegria de uma família carente. Se internamente ele não tem nada que ligue a essa motivação, de nada vai adiantar meu esforço, mas se descubro que motivos ele pode ter para QUERER fazer o que estou pedindo (não por mim, mas por ela), então temos 99% do caminho andado.
Como fazemos isso? Primeiro fazendo a pessoa descobrir que razões ela teria para querer mudar, e isso se consegue com perguntinhas simples: "O que poderia te fazer querer mudar? E...Porque você pode querer mudar?". Conseguidas estas respostas, vindas do interior da pessoa, basicamente basta deixar claro que a decisão desta mudança ou de optar por algo que está sendo oferecido é totalmente dela, ou seja, reforçar (ou simplesmente resgatar) a sua autonomia. "Essas são as idéias apresentadas, mas, claro, a escolha final para fazer o que é proposto é sua".
Quando temos a consciência de que estamos "escolhendo" algo, e não sendo obrigados a seguir para isso, a probabilidade de que "topemos o desafio" fica infinitamente maior.
Claro que isso não significa esquecer que há consequências. Se determinada atitude, que poderia ser diferente, interfere no trabalho, no estudo, na saúde, no bem-estar de alguém, ou o sujeito acha interessante enveredar pelo mundo do crime, por exemplo, pode-se muito bem incluir na conversa que optar pela continuidade do padrão vai levar a algumas perdas (como a do emprego, da vida, da liberdade...), e ter outras atitudes podem produzir ganhos. Lembrando sempre que nenhuma destas informações será passada como ameaça. Independente disso, ainda assim a escolha é de quem queremos motivar, e não nossa. Entendido?
Isso serve inclusive para nós mesmos. Imagine que você queira iniciar um programa de exercícios, para ter mais disposição, saúde, um corpo mais leve... Você sabe que não precisa começar hoje, nem amanhã, nem daqui a duas semanas. Mas ao aceitar que não precisa fazer nada disso, pode começar a se perguntar porque poderia querer mudar, e a partir daí estabelecer uma data para começar (se quiser).
Em outros posts, falo um pouco mais sobre este tema tão interessante, com mais dicas pra você.

"Minha querida alma, seja fonte de autonomia e liberdade"

domingo, 25 de agosto de 2013

FLUIDEZ NECESSÁRIA

Estava caminhando devagar pelas ruas de Poço Fundo, seguindo para uma noite gostosa de reencontro com os amigos, a cervejinha do sábado, quando ouvi, ao passar diante de uma das lanchonetes: "Pára com isso. Você não é assim...". Olhei e vi uma menininha claramente envergonhada, olhando para a mãe como se perguntasse: "E como eu sou? Você está magoada comigo por eu ser assim, uma criança que gosta de brincar?".
A questão é que talvez aquela mãe não saiba, como muitas outras, muitos pais, muitos professores e outras "autoridades" responsáveis pela Educação de nossas crianças, que ninguém nunca "é" nada! Sempre "estamos sendo". E muitas vezes cometemos o erro de repetidamente fazer quem a gente ama travar em suas ações, apenas por não conseguirmos lidar com as "tantas pessoas" que todos somos em uma só.
O pior é que muita gente faz isso exatamente quando seus filhos, alunos ou crianças que estejam sob sua responsabilidade estão na melhor fase, a do aprendizado de suas várias facetas. Talvez porque um dia tenha passado por isso, e agora acredita que "é assim que TEM que ser"...
Todo mundo já ouviu a boa e velha máxima de Heráclito, de que "ninguém pode banhar-se duas vezes no mesmo rio". Na verdade, podemos, sim, banhar-nos no mesmo rio, mas não na mesma água. Isso porque tudo flui, e mesmo o que parece igual não é mais o que era antes. O rio está no mesmo lugar, correndo pelas mesmas cidades, roças, florestas... e o visual, exceto por pequenas mudanças como assoreamentos leves (que depois de muito tempo se revelam grandes), continua praticamente o mesmo, mas o que o mantém assim é algo que está em constante mudança: a água corrente.
Assim também nós, seres humanos. Parecemos ser os mesmos (embora estejamos sempre em desenvolvimento, crescendo, vivendo, renascendo, morrendo...), porque assim somos vistos, mas pouco prestamos atenção ao fato de que cada pessoa, ainda que numa vida carregada de rotina, vive uma nova experiência a cada despertar de seus dias.
Às vezes (ou muitas) acreditamos que ninguém muda, que todos são como pedras, sólidas, impenetráveis, imóveis. Só que mesmo as pedras podem ser moldadas ou movimentadas, pela ação natural do tempo ou pelas mãos de um artista. No entanto, melhor é saber que podemos nos assemelhar à água corrente.
Muitas vezes, corremos limpos e transparentes pelo grande rio da vida, mas em outras carregamos muita sujeira e poluição.
Podemos congelar, podemos ferver, sublimar, virar nuvem, chuva... e assim temos o maravilhoso poder de nos purificar. É claro que dependendo do grau de impureza, talvez precisemos de alguma intervenção, mas como a água podemos, sozinhos, alcançar essa cura, essa limpeza natural.
Tudo o que precisamos, neste caso, é ter a mesma liberdade, a mesma autonomia que o precioso líquido dos rios. Podemos correr livres, escolhendo por onde ir, e descobrindo, de uma forma ou de outra, quais são os melhores caminhos. Se for pra parar em um lago, que seja por um breve tempo, apenas para descansar, para aprender, para se tratar ou ainda para ajudar alguém, mas de qualquer forma, cedo ou tarde, devemos seguir nosso curso. Que não aconteça de o lago nos transformar numa água sem condições de criar nada, ou ficarmos tão presos que, quando escaparmos, seja com tal violência que acabemos destruindo o que está à nossa volta.
Por isso, pais, mães, mestres... não transformemos nossas crianças em represas que um dia ficarão sujas e podres, ou que podem estourar um dia, por pura revolta. Ao invés disso, podemos ajudá-las mostrando caminhos para suas escolhas, permitindo a fluidez necessária.
É certo que às vezes será preciso direcionar, em outras até encanar, mas sempre acreditando que o rio que ajudarão a compor estará sendo de fato belo e caudaloso, que matará a sede, que refrescará o ambiente, que irá gerar vida!

"Minha querida Alma, seja fonte de respeito à autonomia e ao crescimento de quem eu amo"

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

RELAXE EM APENAS UM MINUTO

Bastou que eu reiniciasse as minhas postagens no P.M. e também começaram as dicas de temas para os artigos. São vários, e por isso vou trabalhando a possibilidade de discorrer sobre cada ideia aos poucos, ok? Continuem enviando sugestões, bastando para isso visitar a minha página "Insights" ou meu perfil no facebook, e muito obrigado pela colaboração, amigos e amigas.
Hoje recebi pelo menos 16 recados com um mesmo pedido: que fossem dadas algumas dicas para relaxamento e combate à ansiedade. Então, resolvi falar um pouco sobre esse tema ainda hoje, mesmo porque quem pede ajuda para isso é porque já se encontra ansioso, não é verdade?
De fato, conheço muitos profissionais, especialmente da área educacional, que vivem em constante tensão e estresse. E não são poucos os sintomas apresentados fisicamente por conta disso: dores de cabeça, tensão no pescoço, cansaço crônico, mau humor (este então...rs).
No entanto, todas as vezes que repassamos técnicas para combater os fatores que causam este incômodo geralmente recebemos de volta uma resposta do tipo: "Ah, mas eu não tenho TEMPO pra isso", ou "Se for pra fazer exercícios COMPLICADOS (e olha que nunca são complicados), é melhor FICAR COMO ESTÁ".
É fácil ficar estressado, tenso, ansioso... afinal, para isso basta um bom gatilho (a lembrança de uma dívida, um trabalho a fazer, uma reunião para tratar assuntos chatos, uma visita ao dentista...). Fazer com que  tudo isso vá embora com a mesma velocidade é que são elas.
A boa notícia é que existe algumas maneiras, sim, de conseguir se relaxar rapidamente e mandar estes sintomas para o lugar de onde vieram, seja qual for este lugar.
Vou repassar aqui algumas técnicas simples, que uso no dia-a-dia e que são também boas armas até para profissionais como atores, policiais e grandes conferencistas... Se funcionam para estas pessoas e para mim, um bipolar pra lá de ansioso, funcionará para você, com certeza. Algumas delas você pode fazer onde quiser, mesmo no trabalho ou durante uma reunião. Outras, podem ser feitas em casa, antes de sair ou logo depois de voltar do trabalho, mas todas tem uma característica em comum: podem ser realizadas em apenas um minuto, com resultados surpreendentes.

1 - Consciência da Respiração

Quando estamos ansiosos, ocorre uma mudança radical em nossa respiração. Ou ela fica mais rápida, ou simplesmente mais curta, e às vezes até com pausas longas. Isso muda também o ritmo do coração. Poucas vezes percebemos isso, e por essa razão não sabemos que basta controlar novamente este movimento para o problema sumir.
Experimente simplesmente prestar atenção à sua respiração. Inspire, levando o ar para o abdomen, segure por alguns segundos (conte mentalmente 1...2...3) e expire pela boca. Se estiver no meio de uma reunião, ou com várias pessoas em volta de você, a expiração pode ser feita pelo nariz, sem problemas. O importante é que ao tomar consciência de sua respiração, você toma também consciência de si.

2 - Conte regressivamente, olhando para cima

Algumas pessoas conseguem relaxar deixando de prestar atenção no que lhe aflige. Mas outras precisam se concentrar em algo para conseguir o mesmo efeito. Então, que tal esta técnica? Tudo o que precisa fazer é olhar para cima (se estiver de olhos fechados, imagine que está olhando para a sua testa), e começar a contar regressivamente de 60 a 0 (o tempo de um minuto). Se for bom de visualização, imagine os números passando à sua frente, como numa contagem de relógio. Se preferir, pode falar em voz alta... o que importa é manter o olhar para o alto e ir descendo a numeração (60...59...58...57...etc).
O "contar" te ajuda na concentração, e olhar para cima ajuda a reduzir pressão, a diminuir o ritmo da respiração e a relaxar... É por isso que sempre que alguém está deprimido, orienta-se que esta pessoa olhe para cima, pois isso "quebra" o padrão que leva a pessoa a ficar triste ou ansiosa.
Costumo usar esta técnica quando estou cansado demais e, por isso, com insônia. O simples ato de começar a contar geralmente me causa um relaxamento quase que instantâneo, e então esqueço as dores, diminuo o ritmo e... durmo gostoso!
Se a idéia não é simplesmente tirar uma soneca, no entanto, faça este exercício sentado(a) ou em pé, e em seguida retome suas atividades normais.


3 - Alongamento

Em geral, quem está ansioso também está tenso, e isso se revela nas contrações musculares que incomodam pra caramba. O pescoço geralmente é o alvo principal. As costas doem e as pernas também pagam o preço pelo estresse acumulado.
Experimente, onde estiver, fazer alguns exercícios de alongamento. Descruze pernas e braços, faça movimentos circulares com o pescoço, experimente esticar os braços e as pernas e depois relaaaxe... Se quiser, pode ir a um lugar mais tranquilo para fazer os exercícios. Afinal, basta um minuto, e ninguém nem notará sua ausência neste período, mas perceberá que você voltou mais disposta e tranquila.

4 - Grite!

Claro que não vou pedir para você chegar em casa, ou ir para o meio da sala de aula e começar a dar gritos, porque isso, no mínimo, vai assustar um bocado de gente. Mas se você tiver como ir para um lugar tranquilo, ou tiver a chance de praticar esportes que lhe permitam comemorar ou participar com bons gritos, não perca a oportunidade! Esta é uma das razões pelas quais adoro assistir a partidas de futebol no Campo da Liga. Lá, dá pra dar uns pitacos com um bom "PASSA ESSA BOLA, SEU PEREBA!", ou "Goooooooooolll!", ou ainda "Úúúúúúúúúhhhhh".
O que sai no grito não importa (e há quem diga que um bom palavrão ajuda também). O que vale é o relaxamento que você sente depois de "descarregar" essa energia acumulada.


5 - Tenha um caderno de anotações

Escrever o que lhe aflige aumenta a concentração, evita que você se distraia e faz a mente entender que o problema agora está devidamente "anotado", "guardado", e por isso tende a ser resolvido. Nosso cérebro então compreende que está na hora de desacelerar. Pensamos demais em um problema exatamente porque a ansiedade quer que nos lembremos dele o tempo todo, que não o esqueçamos. No momento em que o escrevemos num caderno, esta preocupação vai embora, e a ansiedade também.
Também serve para insones, que ficam "martelando" um assunto na cabeça e por isso não entram em estado de descanso. Anotar o problema, neste caso, ajuda a relaxar e a dormir, porque ele "vai estar lá" no caderno, no dia seguinte, e por isso pode ser deixado de lado naquele momento.


6 - Leitura leve

Não é à toa que nos consultórios médicos e odontológicos são deixadas à vista várias revistas, com os mais diversos temas, mas geralmente amenidades ou celebridades, com muitas fotos e muitas vezes poucos textos. Leitura leve é uma boa dica para diminuir a tensão.
Por isso, tenha em mãos uma revista em quadrinhos, um livro com muitas ilustrações, um jornal que tenha noticias dosadas com bom humor (evite as tragédias)... Ah, vale também uma boa palavra cruzada. Neste caso, você não lê, mas deixa o cérebro ocupado com outras atividades que não com o que antes lhe preocupava.


7 - Mastigar é bom... mas cuidado com o lanche

O mal de muitos ansiosos é o tal do chocolate, os lanches pesados... não é mesmo, chocólatras? Isso ocorre porque muita gente combate as preocupações com uma boa mastigada, e para isso acabam escolhendo alimentos não muito saudáveis. O relax, neste caso, não é provocado pela comida, mas pelo ato de comer. Depois é que vem o vicio por este ou aquele alimento.
Por isso, a dica é carregar consigo alimentos que sejam saudáveis, e que permitam uma mastigação firme, como frutas em geral (especialmente maçâs, laranja, caqui...), ou grãos como a castanha, por exemplo. Mastigar, sem pressa e com uma certa disciplina, ajuda a relaxar os músculos do pescoço e, consequentemente, boa parte do resto do corpo.
Aproveite e saiba que os alimentos sugeridos, além de serem práticos para o transporte, não te deixam com outro sentimento que também causa ansiedade: a culpa!

QUE NOTA VOCÊ MERECE?

Qualquer pessoa que já tenha tido algum contato comigo, tanto nas redes sociais como ao vivo e em cores (ou preto e branco, como preferirem), sabem o quanto gosto de metáforas. Hoje tive que me valer de uma para um pai que estava revoltado com o filho, por conta de algumas atitudes rebeldes, mas nada prejudiciais. Para ele, cada ato do filho era uma afronta, mas não percebia que ao falar sobre o assunto, esquecia de mencionar que, por conta de sua extrema dedicação ao trabalho, raramente tinha um tempinho sequer para pelo menos bater um papo com o garoto, deixando tudo nas mãos da esposa.
Não faço a menor ideia de como o menino vai na escola, mas me veio à cabeça esta história, de um autor desconhecido, sobre a qual pedi que refletisse um pouquinho.

O BOLETIM ESCOLAR

Era quarta-feira, 8h00. Cheguei a tempo na escola do meu filho –“Não se esqueçam de vir à reunião de amanhã, é obrigatória” – Foi o que a professora tinha dito no dia anterior.
-“Que é o que essa professora pensa! Acha que podemos dispor facilmente do tempo que ela diz? Se ela soubesse quanto era importante a reunião que eu tinha as 8:30! Dela dependia uma boa negociação e... tive que cancelá-la"!
Lá estávamos nós, mães e pais, e a professora começou dentro do tempo. Agradeceu nossa presença e começou a falar. Não lembro que ela disse, pois minha mente estava pensando em como ia resolver esse negocio tão importante. Já me imaginava comprando aquela televisão nova com o dinheiro.
“João Rodrigues!” – escutei desde longe – “Não está aí o pai de João?” – diz a professora.
“Sim, eu estou aqui” – contestei, indo receber o boletim escolar do meu filho.
Voltei pro meu lugar e olhei. “Para isso foi que eu vim? Que é isso?” O boletim estava cheio de seis e setes.
Guardei rapidamente, para que ninguém pudesse ver como tinha se saído meu filho. De volta pra casa ia aumentando ainda mais minha raiva, cada vez que pensava: “Mas, se eu dou tudo pra ele, não tem faltando nada! Agora ele vai ver!”
Cheguei, entrei a casa, fechei a porta de uma batida e gritei: “Vem pra cá, João!”
João estava no quintal, correu para abraçar-me. “Papai!”
“Nada de papai!”, gritei. O afastei de mim, tirei o meu cinturão e não lembro quantas vezes bati ao mesmo tempo em que falava o que pensava dele. “Agora vai pro teu quarto!”
João foi chorando, sua face estava vermelha e a sua boca tremia.
Minha esposa não falou nada, só mexeu a cabeça num gesto de negação e entrou na cozinha.
À noite, quando fui para cama, já mais tranquilo, minha esposa me entregou o boletim do João, que tinha ficado dentro do meu casaco, e disse:
- “Leia devagar e depois pense bem no que fez...”
Resolvi atender ao seu pedido...

Bem no começo estava escrito: BOLETIM DO PAPAI.

Pelo tempo que teu pai dedica para uma conversa contigo antes de dormir: 6
Pelo tempo que teu pai dedica para brincar contigo: 6
Pelo tempo que teu pai dedica para te ajudar com as tarefas: 6
Pelo tempo que teu pai dedica par te levar de passeio com a família: 7
Pelo tempo que teu pai dedica para te ler um livro antes de dormir: 6
Pelo tempo que teu pai dedica para te abraçar e te beijar: 6
Pelo tempo que teu pai dedica para assistir televisão contigo: 7
Pelo tempo que teu pai dedica para escutar tuas dúvidas ou problemas: 6
Pelo tempo que teu pai dedica para te ensinar coisas: 7

Média: 6,22

As crianças tinham qualificado aos pais. O meu filho deu para mim notas 6 e 7, mas sinceramente eu tinha merecido 5 ou menos. Me levantei e corri para o quarto dele, o abracei e chorei.
Teria gostado voltar no tempo... mas isso não é possível. João abriu os olhos, ainda com os olhos inchados pelas lagrimas, sorriu, me abraçou e disse:“Eu te amo papai!”. Depois fechou os olhos e dormiu.
Acordemos, pais! Aprendamos a dar o valor certo a aquilo que é mais importante em relação aos nossos filhos, já que disso depende o sucesso ou fracasso nas suas vidas.
Se você costuma tratar os seus filhos ou aqueles a quem você ama de acordo com a "nota" que eles te apresentam, já pensou qual seria a que eles dariam para você hoje?

Não sei, sinceramente, quando esta história vai dar alguma luz para meu amigo, mas espero, sinceramente, que esse "click" não demore...

"Minha querida Alma... seja fonte de compreensão, companheirismo e muito amor"

PRODUZINDO EMOÇÕES POSITIVAS

Olá, amigo e amiga do "Palavra Mágica". Enfim, após uma loooonga, mas não tenebrosa pausa, volto a fazer o que mais gosto na Net: Oferecer algo que possa ajudar as pessoas em seus desenvolvimentos. Sinceramente, desta vez espero de fato que a minha bipolaridade não me faça prometer, de novo, algo que eu não possa cumprir, e por isso apenas reafirmo que, sempre que for possível, estarei aqui!
Falando nisso, estava me lembrando de quando comecei a estudar as técnicas e os ensinamentos que me fizeram escolher, além do jornalismo, a área do treinamento da emoção. A primeira coisa que aprendi foi que nossas reações se dão através de atos e palavras que nos remetem a um foco. Muitas vezes, este foco pode ser positivo. Em outras, negativo. Qualquer um de nós pode fazer com que os outros entrem em um ou outro comportamento, com simples palavras, com uma simples frase, ou até mesmo uma simples pergunta.
Nem precisarei explicar isso de maneira muito extensa. Basta que você leia com atenção a metáfora abaixo, uma das preferidas para se explicar o que é PNL (Programação Neurolinguística), e saberá do que estou falando:

O que é PNL & Foco? 

Um jovem aprendiz de técnicas de auto-ajuda encontrou, na internet, um prospecto sobre cursos de PNL, com ênfase no Foco Positivo. Ele sabia que sua mãe já havia participado de eventos do gênero, mas nunca havia se interessado pelo assunto. Pensou então que as técnicas poderiam lhe proporcionar novos conhecimentos no campo que estava estudando, e resolveu perguntar para ela sobre isso que era, para ele, uma novidade naquele momento. Encontrou a genitora fazendo o almoço do Dia dos Pais, atarefadíssima, mas não deixou de fazer a pergunta básica.
"Mãe, a senhora participou de alguns workshops de PNL, não foi?".
"Sim, filho, e foram muito bons para mim", respondeu a mulher, sem parar de mexer com as panelas.
"Então, a senhora vai saber me dizer, porque estou curioso: O que é PNL, e como funciona esse negócio de "foco positivo"?", lançou.
"Ih, filho, já te respondo. Antes, vai lá na sala, onde seu avô está esperando o almoço do Dia dos Pais, e pergunte a ele como está o nervo ciático hoje".
O jovem fez como a mãe havia pedido. Foi até o velho e querido avô, e fez a pergunta solicitada. O velho se ajeitou no sofá, como que para diminuir um incômodo, e respondeu, fazendo cara de dor:
"Nossa, meu neto querido. Hoje está até bom esse maldito nervo ciático. Tem dias que me trava as pernas, e nem consigo andar. Hoje mesmo acordei com uma dorzinha, e de vez em quando dá umas pontadas chatas...".
O rapaz voltou e contou à mãe o que o pai dela havia respondido, e insistiu na pergunta: "O que é PNL e foco positivo, mãe? Quero fazer o curso, mas não sei se vai valer a pena".
"Tá bom filho...". a mãe despejou o macarrão na escorredeira para sair a água e de novo deu uma ordem: "Antes, vá de novo à sala e pergunte ao vovô qual foi a maior traquinagem que você fez quando passeava com ele".
O rapaz, um pouco a contragosto, voltou à sala, e fez a pergunta. "Vovô, você se lembra qual foi a maior traquinagem que fiz quando era garoto e a gente saia para passear?".
O velho abriu um largo sorriso, olhou para cima e respondeu: "A gente foi passear no parque, e eu resolvi te ensinar a andar de bicicleta. Te dei uma com rodinhas. Só que você, muito esperto, saiu muito rápido e nem olhou pra trás. Tinha um grupo de vendedores de balões nas curvas dos caminhos, e a cada uma delas você levava dois ou três balões na bicicleta, sem contar os que subiram e nunca mais foram vistos. Tive que pagar todos, mas me arrebentei de tanto rir", contou o senhor, às gargalhadas e fazendo gestos vigorosos ao repetir a história.
O jovem, rindo também, voltou á cozinha. "A senhora ouviu o que o vô falou, né, mamãe? Ele tá rindo até agora!".
A dona de casa então se virou e disse: "Então, meu filho. Você antes foi lá e perguntou sobre algo que faz seu avô sofrer. Ele imediatamente 'entrou no papel" e passou a representar todo o sofrimento que as dores do nervo ciático lhe causam, e ficou triste. Depois, você lhe fez ter uma lembrança gostosa, e viu como ele mudou? Ficou corado, alegre, vigoroso... porque assumiu a postura de alguém que estava feliz. Isso é pura PNL, e isso é ajudar as pessoas, dentro de suas realidades, a estabelecer um foco positivo e a fazer aflorar esta emoção".
"Puxa! Tão simples?", disse o rapaz, entusiasmado. "Obrigado, mamãe. Vou aprender mais, e assim poderei ajudar outras pessoas a terem também esta oportunidade".
E, com essa alegria, o neto voltou para a conversa com o avô, e passou a lembrar, com ele, todos os bons momentos de sua infância, passando, assim, uma tarde agradabilíssima de domingo, com muitos risos e muito carinho.

"Minha querida Alma... seja fonte de positividade, alegria e bem-estar"

quarta-feira, 1 de maio de 2013

UMA BELA METÁFORA: QUANTO VALE UM SIM?


www.metáforas.com.br

Você consegue um bom emprego na hora em que bem entender?
Você descola um amor do dia para a noite?
Se entrar num banco, sai de lá com um empréstimo sem burocracia?
Se você respondeu sim para todas estas perguntas, parabéns. E fique atento para o horário do seu disco voador, pois a qualquer momento você terá que voltar para o seu planeta! Entre nós, terrestres, o SIM é uma resposta rara.
Na maioria das vezes, NÃO há vagas, NÃO querem editar nossos poemas, NÃO temos fiador, a garota NÃO quer ouvir uns discos na sua casa, o garoto NÃO quer usar camisinha e o guarda de trânsito NÃO foi com sua cara e vai multá-lo, sim senhor. NÃO está fácil para ninguém. Ao contrário do que se possa parecer, esta não é uma visão pessimista da vida. As coisas são assim, dão certo e dão errado. Pessimismo é acreditar que ouvir um NÃO seja uma barreira para realizar nossos sonhos. Tem gente que fica paralisado diante de um NÃO. Nunca mais vai à luta. Já o otimista resmunga um pouco e em seguida respira fundo e segue em frente.
Quando eu tinha 17 anos, mandei uns versos para um concurso de poesia.
Não ganhei nem menção honrosa. Daí entreguei meus versos para o Mário Quintana avaliar. Ele não respondeu. Neste meio tempo eu estava apaixonada por um cara que ignorava a minha existência. Quando eu não estava pensando nele, fazia planos de morar sozinha, mas o meu estágio não era remunerado. Aí quis viajar para a Europa, mas não consegui entrar num programa de intercâmbio. Surpreendentemente, não passou pela cabeça a ideia de me atirar embaixo de um caminhão. Hoje tenho 9 livros publicados (5 deles de poesia), sou casada com o homem que amo, tenho a profissão dos sonhos e viajo uma vez por ano, e tudo isso sem ganhar na Megasena, sem cirurgia plástica, sem pistolão ou pacto com o demônio.
O segredo: cada não que eu recebi na vida entrou por um ouvido e saiu pelo outro. Não os colecionei. Não foram supervalorizados. Esperei, sem pressa, a hora do SIM.
O NÃO é tão frequente que chega a ser banal. O não é inútil, serve só para fragilizar nossa autoestima. Já o SIM é transformador. SIM muda a sua vida.
SIM, aceito casar com você. SIM, você foi selecionado. SIM, vamos patrocinar sua peça. SIM, a Ana Paula Arósio deu o número do celular dela. Quando não há o que detenha você, as coisas começam a acontecer, SIM!

Martha Medeiros
Enviada por: Edeli Arnaldi

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