segunda-feira, 30 de julho de 2007

EM QUE VOCÊ ACREDITA?

O que são os paradigmas ? Como nos afetam? É possível mudá-los?

Certamente há várias coisas que você sabe que são verdade e há coisas que você acredita que são verdade ou que são possíveis. Você sabe que pode falar, não? Mas talvez acredite que exista vida após a vida, não tendo uma certeza totalmente fundamentada. Ou seja, há coisas e fatos irrefutáveis, as verdades, e há as crenças, que estão sujeitas a questionamento, em geral com base em experiências que as contradizem.

Conjuntos de crenças ou verdades relacionadas entre si são chamados de paradigmas. Podemos falar do paradigma espiritual, por exemplo. Vírus e bactérias como causas de doenças é outro paradigma, distinto da medicina psicossomática. A medicina oriental há milênios tem em seu paradigma uma energia vital, chamada de prana ou chi (entre outros nomes), que não está presente no paradigma ocidental, exceto em medicinas e terapias alternativas.

Paradigmas e crenças podem subsistir por séculos. O Sol girou em torno da Terra por 1.400 anos. A Física até o início do século tinha as leis de Newton como um de seus principais paradigmas. Com a Teoria da Relatividade, esse passou a ser um caso especial de outro paradigma. E continua mudando; no livro Universo Elegante, Brian Greene diz por exemplo que "A sugestão de que o nosso universo poderia ter mais de três dimensões pode parecer supérflua, bizarra ou mística. Na realidade, contudo, ela é concreta, e perfeitamente plausível". A teoria das supercordas, que unifica a Relatividade e a Mecânica Quântica, requer que existam 9 dimensões espaciais, além de uma temporal. Não vemos as outras seis porque elas estariam recurvadas.


Nós e os paradigmas

Nós temos a capacidade de manter internamente um ou mais paradigmas ou modelos mentais. Estes definem em grande medida qual será a nossa visão do mundo, o que percebemos, boa parte dos nossos objetivos e muitas das nossas possibilidades de ação. Paradigmas filtram a percepção e podem ser tão poderosos que até determinam o que será real para a pessoa, como várias matérias nesta seção. Dizem por exemplo que há pessoas que não acreditam que o homem foi à Lua. Às vezes tendemos até a negar fatos que presenciamos devido a uma crença. Lembra quando você disse pela última vez, "Não acredito que isto esteja acontecendo!"? Imagine um pesquisador que por acaso provoca efetivamente uma redução na velocidade de um feixe de luz em um experimento. Se ele acha que a Teoria da Relatividade é uma verdade, ele pode concluir que seus instrumentos estão descalibrados e nem perceber a descoberta.

Crenças e verdades dificilmente subsistem por si só; normalmente elas estão agrupadas, sustentando umas às outras. Por exemplo, acreditar em Jesus Cristo está vinculado a acreditar em coisas espirituais, podendo estar associado também à crença na existência do diabo e de outros mundos ou dimensões. Acreditar no diabo envolve também acreditar que nossas escolhas podem ser influenciadas por fatores externos e ocultos. Mais aqui neste mundo, a manutenção de uma crença do tipo "sou tímido" pode envolver também acreditar que não se é criativo, que não se pode ou não é certo intervir nos próprios comportamentos e gerar novas possibilidades de ação.

É possível mudar paradigmas?

Mudar um paradigma pode ser difícil, já que em geral está enraizado nas profundezas do inconsciente e por vezes não sujeito a questionamento ou atualização por feedback. Mesmo no meio científico isto ocorre: o próprio Einstein, que revolucionou os paradigmas da Física, teve dificuldades em aceitar a revolução seguinte, a da Mecânica Quântica. Max Planck (citado por Stanislav Grof no livro Além do Cérebro) disse que "uma nova verdade científica triunfa não porque convença seus oponentes fazendo-os ver a luz, mas porque eles eventualmente morrem, e uma nova geração cresce familiarizando-se com ela".

Robert Dilts, no livro Crenças, conta que curou o câncer de sua mãe trabalhando durante quatro dias mudando crenças limitantes e resolvendo conflitos.

E você, já experimentou alguma mudança profunda em uma crença? Pode ter sido uma crença sobre sua capacidade, como algo que no início não acreditou que pudesse levar a cabo, para no final conseguir. Ou uma experiência mais mística, como telepatia ou clarividência que pode mudar tanto crenças sobre o mundo quanto sobre si mesmo. As crenças estão sujeitas a isto, a mudar quando a experiência mostra exceções e novas possibilidades, em particular quando a pessoa está aberta a isso. E é interessante notar que uma simples inversão em certas crenças, como "não sou capaz", pode afetar o resto de nossas vidas.

E mudar uma crença ou paradigma pode não ser tão difícil, é um exercício de possibilidades. A PNL tem muitos modelos e técnicas para isso. Uma forma bem fácil que eu conheço para enriquecer modelos mentais é simplesmente praticando perguntar "E se...". Experimente: e se você for ainda mais capaz do que está acreditando agora? E se você se tornar mais capaz meramente se dando mais tempo para o que quer? E se houver saída para toda e qualquer situação? E se houver infinitas possibilidades em cada momento? E se... você sonhar a noite toda com isso?


Baseado em texto de Virgílio Vasconcelos Vilela, para mim o maior divulgador da PNL atualmente em atividade.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Mude sua percepção

Modelos mentais podem atrapalhar sua vida, deixe-os de lado pelo menos por alguns instantes.

Nossos modelos mentais têm duas polaridades: os modelos em si e a nossa percepção deles. Nossa resposta à experiência depende em grande medida de "em que” e “como” estamos prestando atenção. Por exemplo, considere uma pessoa viajando de carro e que está na metade do caminho de mil quilômetros. Ela tem lá seu modelinho mental do que está acontecendo: o propósito da viagem, quem está indo, a estrada, sua posição nesta, lembranças do que já aconteceu e expectativas de acontecimentos futuros e possivelmente outros. Se essa pessoa está enfatizando na sua percepção o que está faltando para chegar, reage de um jeito. Se enfatizar o que já andou, pode ficar até feliz porque já andou "bastante". A situação em si não mudou, o que fica diferente é a forma de percebê-la. Ela poderia também nem estar prestando atenção no andamento da viagem, e portanto não fazendo julgamentos; simplesmente poderia estar buscando coisas bonitas na paisagem, conversando e aí ela "nem vê o tempo passar".

Assim, certas coisas só existem para nós se prestarmos atenção nelas, e de uma certa maneira. Um dia um amigo meu se lembrou que, quando seu pai morreu, estavam todos sentados na sala após o enterro, com parentes e amigos, aquele clima. A certa altura, alguém contou uma piada, e muitos riram; por alguns momentos, esqueceram os acontecimentos e a atenção ficou só na piada, ou seja, no modelo mental dela.

Isso se aplica a certos tipos de problemas. Podemos ter um, mas estar fazendo algo tão interessante que nos esquecemos dele. Ou podemos prestar tanta atenção nele que, assim o nutrindo, ele "cresce" e nos incomoda até que seja resolvido. Na verdade, a própria visão do problema como um problema decorre do modelo mental que estamos adotando, incluídas aí as intenções. Um carro com defeito é um problema para o dono do carro, mas é oportunidade de faturamento para o mecânico. Para o dono pode ser uma oportunidade de descobrir uma boa oficina. E se a oficina não for tão boa, o fato pode ser considerado um aprendizado. Tudo depende das opções disponíveis ou geradas pelos modelos mentais em uso. Conhecer melhor como funciona nossa inteligência em termos dos pólos “percepção-modelos mentais” abre duas frentes ou linhas de expansão da inteligência: modificar os modelos mentais ou alterar a forma como os percebemos. Aqui, neste texto, investigamos algumas oportunidades da segunda opção. Para isso, descrevemos algumas variáveis perceptivas e ações possíveis associadas a cada uma. Como a percepção é algo que acontece no presente, momento-a-momento, é possível alterarmos instantaneamente nossa resposta aos modelos mentais simplesmente mudando o que estamos prestando atenção, através de ações perceptivas.

Essas ações são coisas que todos nascemos sabendo fazer e efetivamente as fazemos a todo momento, mas para você não achar que é fácil demais e talvez até desprezar estas opções, no final descrevemos também algumas interferências que podem ocorrer. Na PNL, chamamos a isso de metaprogramas de atenção.

Note que as sugestões fazem sentido somente se você estiver buscando algo, se estiver insatisfeito ou quer que algo fique diferente, por qualquer motivo que lhe seja importante. Ou seja, aquelas coisas que fazem com que nos mexamos.

Amplitude de segmento

Imagine que você está fazendo um roteiro para uma viagem grande, passando por várias cidades. Há duas percepções básicas possíveis para essa situação. Primeiro, imagine a viagem como um todo, uma só escolha. Agora, considere que você vai viajar por etapas, e suponha também que em cada etapa tem algo interessante para ser visto e feito. Há diferenças em como você reage à viagem?

Essa é uma capacidade interessante: podemos perceber o todo ou cada parte, as partes formando o todo, partes das partes e por aí vai. O mais interessante é que temos controle sobre o que prestamos atenção.

Na verdade, fazemos essas variações todo o tempo. Podemos estar percebendo uma pessoa como um todo ou só seu comportamento atual. Você pode ouvir uma música e avaliar o todo ou aspectos: voz, arranjo, melodia. Se quiser, pode focar sua atenção em um instrumento apenas. Essa variável da percepção é chamada de amplitude de segmento.

Aplicações envolvendo a amplitude de segmento

Podemos variar a amplitude de segmento de duas maneiras básicas: de mais ampla para mais específica ou segmentada e de mais específica para mais ampla ou genérica. Não há regra para o que é melhor, isso vai depender da situação e do propósito. Veja algumas inspirações e sugestões de aplicação dessa idéia.

- Você está sentindo uma dor localizada. Expanda a amplitude de segmento para todo o corpo, para perceber também as partes que não estão doendo.

- Você está com uma impressão de uma pessoa, assim como uma opinião negativa. Expanda a amplitude de segmento para enxergar mais aspectos do seu modelo mental dela: o que sabe que ela já viveu, o papel dela em sua vida, experiências legais que teve com ela, circunstâncias presentes do ocorrido, possíveis motivos para ações suas e dela.

- Se você está reagindo a algum acontecimento específico, e no seu modelo o que aconteceu está representado como "erro" ou "fracasso", expanda sua percepção para o "conjunto da sua obra": todos os acertos de sua existência, por exemplo, ou só em contextos semelhantes.

- Isto serve também para coisas "chatas": Se você tem que ir ao supermercado e não gosta disto, expanda sua amplitude para uma maior faixa de tempo, para poder perceber há quanto tempo ou de quanto em quanto tempo vai. Tem coisas chatas que fazemos apenas uma vez por ano, o que pode ser bastante tolerável quando percebido dessa forma.

- Uma das aplicações mais curiosas que se faz com a amplitude de segmento é tornar as pessoas mais "bonitas". Muitas vezes avaliamos um rosto pelo todo, segundo um padrão; reduzir a amplitude da percepção revela belezas antes insuspeitas. Olhe somente os olhos ou a boca da pessoa. Experimente andar na rua olhando só olhos ou bocas.

- Para perceber estímulos corporais, temos vários tipos de receptores nervosos, como para tato, pressão, calor, frio e dor. Podemos perceber os estímulos como um todo ou, já que são separados dessa forma, percebê-los um de cada vez.

Posição perceptiva

Você está aí agora, vendo com seus próprios olhos, ouvindo com seus próprios ouvidos. Esta é a chamada primeira posição perceptiva, o seu próprio ponto de vista. Só que não é a única, e muitas vezes adotamos outras sem sequer ter consciência disso.

Por exemplo, certas tribos de índios tem em sua cultura o hábito de trocar os calçados em uma conversa. Há instrutores que fazem isso em treinamentos. A intenção é estimular a percepção da situação com os olhos do outro, a segunda posição. E quando está mais para um observador neutro, percebendo um contexto de uma posição dissociada, então está em terceira posição. Em terceira posição você se vê no "filme", e vê também os outros envolvidos.

Experimente cada posição: lembre-se de uma situação com outra pessoa. Lembrou-se? Reveja a situação do seu próprio ponto de vista, o que estava vendo, ouvindo e sentindo (não precisa fazer rápido, dê-se tempo). Depois, entre na pele do outro e veja o que ele estava vendo, ouvindo e possivelmente sentindo. Agora, reveja a situação como alguém não envolvido, vendo aqueles dois interagindo.

As pessoas comumente rotuladas de "egoístas" ou "egocêntricas" tendem a ver as coisas somente pela sua posição perceptiva. O que é importante é "o que eu quero ou gosto", "meus objetivos", "minhas necessidades". Uma pessoa abnegada demais, no entanto, pode perceber predominantemente as pessoas em segunda posição.

Uma evidência sensorial de que você adota a segunda posição é quando alguém lhe conta um caso e você tem reações físicas. Tem gente que, ao assistir o Globo Repórter com um documentário sobre escaladores de prédios sentem frios na barriga a cada minuto.


Aplicações

- Se você acha que está pensando muito em si, pratique entrar em segunda com alguém que considera importante para você. Se quiser praticar brincando, não precisa ser uma pessoa, pode ser um bicho ou até um objeto.

- Ver na posição perceptiva de um bicho pode ser útil.

- Experimente fazer de conta que é um leão faminto ou uma cobra e veja o que acontece.

- Colocar-se no lugar de crianças pode ensejar melhores atitudes.

- Todo líder, a meu ver, necessariamente tem que acessar diferentes posições perceptivas: dos superiores, dos subordinados, dos clientes e a própria.


Interferências

Parece fácil, não? Estou com um problema, mudo minha percepção e - plim! - a mágica acontece. Na prática, a facilidade depende muito da sua consciência e flexibilidade em relação aos seus modelos mentais, que influenciam e conduzem sua percepção de três maneiras. A primeira é pelo hábito; podemos estar condicionados a prestar atenção em certas coisas, como defeitos, cabelos amarelos ou olhos verdes. A segunda é por habilidades. Quem está muito treinado em algo, como malabarismo ou direção de automóveis, tem um ciclo de atenção organizado e tão ágil que pode até fazer outras coisas em paralelo. A principal diferença entre habilidade e hábito é o grau de escolha que a pessoa tem, na primeira em geral há muitas opções e no hábito quase não as há. A terceira é o reflexo: diante de certos estímulos, a atenção é conduzida sem qualquer possibilidade de escolha, como no caso de fobias, e o prestar atenção inicia um "programa mental" sem escapatória.

Existe uma quarta forma de se conduzir a atenção: a escolha consciente. Você, por exemplo, pode escolher prestar atenção em qualquer coisa que esteja no seu campo visual e auditivo ou ainda nas suas sensações, isso é facilmente verificável. É sobre esta opção que vimos falando. A principal interferência que você pode ter ao buscar fazer escolhas perceptivas são os hábitos ou reflexos perceptivos. Se você não tem prática com isso, haverá, como em qualquer aprendizado de habilidades, uma fase de transição e uma defasagem natural entre a decisão de iniciar o processo e atingir maior fluência e efetividade.

Com ou sem interferências, estando atento, presente e com opções, você pode alterar suas percepções e assim mudar o que está experimentando. As opções estão neste texto e nas dicas que damos, mas quem decide é você!

Baseado em texto de Virgilio Vasconcelos Vilela

sexta-feira, 6 de julho de 2007

MAPAS E FILTROS

A realidade é algo subjetivo

Pelo menos quatro fatores inter-relacionados podem nos ajudar a entender melhor como funciona a nossa mente.São eles: a Percepção (captação de informações através dos sentidos), Experiência subjetiva (como a gente processa a informação, nosso aprendizado... O "Mapa".), Emoção e Comunicação.Todos nós temos, basicamente, cinco sistemas sensoriais: visão, audição, olfato, tato e paladar. É por estes sentidos que tomamos contato com o mundo e com as informações que nos chegam, ou seja, com a realidade exterior.A todo momento, estamos em contato, interagindo com o mundo à nossa volta, e as informações são captadas através dos sentidos. Cheiramos, degustamos, vemos, ouvimos, sentimos. Porém, três canais são os preferidos para essa captação e até transmissão: O canal Visual, o Auditivo e o Cinestésico (VAC), ou seja, vendo, ouvindo e sentindo (aqui entra também a degustação, o cheiro, etc...). Depois, finalmente, reagimos ao mundo externo através da comunicação, seja com palavras e/ou com determinados comportamentos.Quando alguém tenta se comunicar com outra pessoa, o que procuram fazer é transmitir sua própria compreensão da realidade objetiva, mas de maneira subjetiva, ou seja, buscam transmitir aquilo que elas entendem como realidade um ao outro.Por isso, para entender o que significa uma comunicação eficaz, precisamos compreender primeiro alguma coisa sobre a verdadeira natureza da realidade.O que é a realidade? Realidade é aquilo que a pessoa experimenta (veja pressupostos). Porém, constantemente, confundimos nossa própria realidade com "verdade".Como processamos informações?Pensemos, cada um de nós: Temos capacidade de captar toda a realidade das experiências que ocorrem ao nosso redor? Nossas ações e julgamentos estão baseados em um conhecimento "completo" do mundo exterior? Sabemos de fato TUDO o que aconteceu numa determinada experiência? O mais provável é que nos comportamos, na verdade, como pessoas que vivem num mundo subjetivo, com uma representação daquilo que captamos, com uma interpretação própria do que aconteceu.Basicamente, todos nós processamos as informações que recebemos de maneiras idênticas. Os resultados deste processamento, no entanto, podem ser muito diferentes uns dos outros. Assim como ninguém é igual a ninguém, também suas representações do mundo podem ir no mesmo caminho.A linguagem ainda ajuda nesta diferença. Como ela modela o pensamento, criamos falsas certezas, confundimos a linguagem que usamos ou ouvimos com a realidade. É preciso deixar de lado as falhas que temos com relação ao processo, à mudança, o movimento.Pra exemplificar, lembremos do seguinte: você consegue ouvir o mesmo som que os cachorros ouvem? Nossa capacidade auditiva é muito limitada neste sentido, e os cães ouvem decibéis que nós não conseguimos captar. Será que estes sons não existem, já que não os ouvimos? Para algumas pessoas, essa seria uma verdade. Se analisarmos todos os canais sensoriais que temos, descobriremos que são todos bem limitados com relação aos de outros animais.Digo isso para afirmar, sem medo, que percebemos, na verdade, apenas uma parte do que realmente acontece ao nosso redor. E essa é uma questão genética.Isso serve para que estabeleçamos dois pontos importantes:A - Há uma diferença entre o mundo e qualquer modelo ou representação que a pessoa tenha dele.B - Os modelos de mundo criados por cada um de nós são diferentes entre si.Como "filtramos" informações?Nosso sistema neurológico determina o primeiro conjunto de filtros que diferenciam o mundo (ou o "território") daquilo que temos como representação dele (ou o "mapa").Há outros filtros que fazem com que nossa experiência interna seja diferente do mundo: Os primeiros são os filtros sociais, que nos caracterizam como seres humanos pertencentes a um determinado grupo, seja ele racial, sócio-econômico, educacional...Dentre estes, o mais comum é o filtro lingüístico. Palavras ou frases de uma determinada linguagem têm, para um grupo, significados que não servem para outros grupos. E nem precisa ser com relação a línguas diferentes (como de países diferentes): um paulista difere do mineiro em algumas "gírias" ou forma de passar uma informação, bem como do carioca, do recifense, etc...Um outro filtro é a nossa própria história pessoal, nossas experiências. A partir delas vamos dar significados a acontecimentos dos mais variados. Uma mulher que sofreu uma tentativa de estupro na infância ou na adolescência (ou mesmo depois de adulta) pode encarar os homens de um jeito totalmente diferente da que foi tratada com carinho, respeito, e ainda da que sofreu preconceito, abandono...etc.Como cada pessoa tem experiências diferentes, a visão de mundo também será diferente.Detalhe: Os filtros neurológicos são os mesmos para todos os seres humanos. Os filtros sócio-raciais são os mesmos para uma determinada comunidade lingüística, e estes filtros são mais facilmente superáveis (basta conviver com outros povos, e você aprende suas gírias, ou mesmo sua língua, se for estrangeiro) que os neurológicos. Já os filtros pessoais nos identificam como indivíduos, são a base de diferenças profundas, porém são muito mais facilmente modificáveis que qualquer outro filtro.Quando uma informação chega ao nosso filtro pessoal, já chega distorcido pelos outros. Quando entra em contato com nossas experiências, estas informações, já distorcidas, sofrem ainda mais modificações por conta de nossa personalidade e nosso sistema de crenças. Isso forma o Mapa daquela situação.Portanto, o que nos guia no mundo é o que formamos através de nossas experiências pessoais, criando modelos, mapas ou realidades subjetivas.Pra entender melhor o "Mapa"Antes de passarmos a um estudo mais aprofundado dos filtros pessoais, que tal parar um pouco e desafiar seus próprios modelos de mundo?• Pense em um momento em que discordou de alguém num assunto importante para você, ou o contrário. Já procurou descobrir quais são as experiências que a outra pessoa tem em sua vida e que a faz pensar diferente de você? Seria porque ela é de uma "cultura" diferente? Seria porque não teve boas experiências com aquele assunto (ou teve e você não)?• Antes de discordar ou se irritar com o que alguém faz ou fala, que tal antes tentar descobrir qual é a sua representação da realidade?Como exemplo:É muito fácil se irritar, ficar com medo ou mesmo querer sanções a uma pessoa que rouba constantemente. Isso talvez até descobrir que em sua vida os valores que lhe foram ensinados são ligados ao "ter", ou que em sua família muita gente passa por dificuldades e até fome.• E quanto a você: Já pensou em fazer algo que nunca fez, mudar o caminho para o trabalho, falar num tom diferente de voz ou ir a lugares que nunca foi, mas buscando aprender e não criticar?Há roqueiros dos mais radicais no Brasil, e em outros países, que afirmam, a plenos pulmões, "odiar" as chamadas "músicas da terra" (como o forró no Brasil, por exemplo), ou ainda profissionais da música clássica que "não suportam" música popular, bem como funkeiros que "tem nojo" de rock, etc... No entanto, grande parte dos maiores sucessos da música só o são porque aprenderam a não só respeitar como também introduzir ritmos diferentes em suas composições (De onde você acha que surgiu o ritmo quente de Elvis, nos EUA, senão de uma bela mistura do branco - country e rock - com o negro - blues e jazz - em suas músicas? Ou as antológicas canções de Raul Seixas, Zé Ramalho, assim como as hilariantes piadas dos falecidos Mamonas Assassinas?). Estes artistas aprenderam a ir além da limitação imposta pelos seus próprios gostos musicais, arrebataram e até hoje arrebatam multidões.Enriqueça seu mapa. Busque novas informações, faça novas experiências. APRENDA. Só assim você conseguirá entender as pessoas e também ensiná-las.

10 REGRAS PARA UMA BOA COMUNICAÇÃO

A responsabilidade da comunicação é sempre do comunicador.

Se você quer tornar-se um comunicador melhor, o texto que você vai ler é muito importante para você. Ele vai apresentar sugestões para ajudá-lo a identificar e evocar as suas melhores qualidades, mostrando que você é a mensagem: o composto pessoal que envolve as palavras, a face, os olhos, a atitude, o tempo, as pausas.
Essas coisas juntas formam um composto que é você. Você se torna a mensagem. As pessoas não podem distinguir entre as palavras e quem as pronuncia. Tudo está mesclado. Portanto, você tem que reconhecer que você é uma mensagem ambulante.
Seja falando com uma só pessoa ou um grupo grande de pessoas aqui vão 10 dicas ou mandamentos essenciais a um bom comunicador.
1º) Seja simpático, agradável e cativante. Se você fosse dominar apenas um elemento da comunicação pessoal seria esse. Se sua audiência gosta de você, ela perdoará qualquer coisa que você fizer errado. Então, se você for simpático você já começa com o pé direito.
2º) Comunique com energia. A energia de um bom comunicador é percebida como força vital, vitalidade, entusiasmo. Isto é fundamental. Se você não tem energia, você não terá platéia. Você pode gerar energia através do seu tom de voz, seus gestos, seu olhar, dos seus movimentos e da sua presença.Uma dica para elevar o nível de energia: "Lembre de um momento em que você esteve se comunicando muito bem porque você acreditava no que estava dizendo. Lembre-se como você se sentiu. Utilize esse poder e você se comunicará bem".
3º) Aprenda a pintar imagens com palavras em vez de apenas usar palavras. Se você for falar sobre um derramamento petróleo de mais de 100.000 litros, você pode falar que houve um derramamento de um Maracanã cheio de petróleo. Use metáforas e analogias que ajudem o ouvinte a criar uma imagem do que você está falando.
4º) Esteja preparado. Você não precisa ser a maior autoridade do mundo sobre o assunto, mas seus ouvintes precisam sentir que você sabe mais sobre o assunto do que eles. Eles têm que sentir que você fez o trabalho de casa, que você traz algo um pouco diferente do que eles já sabem. Se os seus ouvintes sentem que você investiu tempo e reflexão no seu discurso, as chances são maiores de avaliarem você como um bom orador.
5º) Esteja confortável e assim torne os outros confortáveis. O conforto e a descontração do orador passam para a platéia. Então, quando você levantar, você tem que aparentar que está confortável. Leve o seu trabalho a sério, mas se leve tão a sério. Mantenha o bom humor. Converse com a sua audiência e a descontraia e, assim você também ficará confortável.
6º) Seja comprometido. Você precisa deixar a audiência perceber que você realmente leva a sério aquilo que você está falando. Eles não precisam acreditar no que você está dizendo. Eles têm que acreditar que você acredita no que está dizendo e, se esse for o caso, você os tocará. Pessoas comuns tornam-se oradores extraordinários quando se tornam acesas pelo comprometimento. Se a audiência sente que você não é sincero, ela não vai se importar com que você está falando e você vai perdê-la. Você deve fazer o que fala e falar o que faz. E tudo isso com convicção e energia.
7º) Seja interessante. Oradores entediantes não deveriam ter permissão de falar. A vida é emocionante e interessante e, eles não deveriam ter permissão de tirar a alegria da vida da gente. Ser comprometido ajuda. Aumentar o nível de energia e contar histórias ajuda muito. Uma boa dica é você fazer pelo menos 30% de suas leituras em um campo fora do seu. Isso vai lhe dar uma base e torná-lo mais interessante. Se você não tem nada a dizer, fique quieto. Se você tem, fale bem.
8º) Utilize sua voz como um instrumento. Abra a boca para falar. Fale para fora. Pronuncie bem cada palavra, principalmente, os seus finais. Afirme a sílaba tônica das palavras. Varie o seu tom de voz. Fale alto, fale baixo, fale devagar, às vezes depressa. Faça pausas. Fale com ressonância, projetando a voz. Fale com congruência passando o sentimento daquilo que você está falando.
9º) Fale com propósito. A audiência precisa saber desde o início o seu propósito e sobre o que você vai falar. Isso contribui para facilitar a compreensão e manter o interesse. O seu discurso deve ter um início, um meio e um final. Você pode começar falando o que você vai falar. Em seguida, você fala o que você tem a falar e você termina resumindo o que você falou e, assim a audiência reterá os pontos-chave do seu discurso. Se você quiser pode terminar com uma frase impactante que sintetize a essência do seu discurso.
10º) Esteja presente. Reconheça-se falando. Sinta seu corpo e seus pés no chão. Ouça o que você fala. Observe sua postura e seus gestos. Esteja junto das suas emoções e das suas palavras. Mantenha o contato ocular com a platéia e perceba isto. Veja a platéia e se veja. Abra o olhar. Olhe somente em olhos. Reconheça-se como sujeito da sua fala. Esteja amorosamente presente, observando com os olhos do coração, na paz e na neutralidade.

Antonio Carlos

INFLUENCIE O SEU AMBIENTE

Como influenciar o meio onde você vive

QUEM É VOCÊ E COMO VOCÊ AGE
01 - Evite dizer coisas negativas e pouco gentis.
02 - Pratique a paciência com os outros. (Paciência é a expressão prática da fé, esperança, sabedoria e amor).
03 - Diferencie a pessoa do seu comportamento ou performance.
04 - Execute serviços anônimos.
05 - Escolha a resposta proativa.
06 - Mantenha as promessas que fizer aos outros.
07 - Focalize no círculo de influência. (William James: "Nós podemos mudar as circunstâncias por uma mera mudança de nossa atitude").
08 - Viva a lei do amor.
RELACIONAMENTOS: VOCÊ ENTENDE E SE IMPORTA
09 - Presuma o melhor nos outros.
10 - Procure primeiro compreender.
11 - Recompense as perguntas e expressões abertas e honestas.
12 - Dê uma resposta com compreensão e entendimento.
13 - Se ofendido, tome a iniciativa para "limpar" e esclarecer.
14 - Admita seus erros, desculpe-se, peça perdão.
15 - Deixe as discussões "saírem pelas janelas abertas".
16 - Dê atenção um a um.
17 - Renove seu comprometimento nas coisas que têm em comum.
18 - Seja influenciado pelo outro em primeiro lugar ("rapport").
19 - Aceite a pessoa e a situação.
O QUE VOCÊ DIZ
20 - Prepare sua mente e coração antes de falar.
21 - Evite fugir ou lutar - fale mesmo que existam diferenças.
22 - Reconheça e use o tempo para ensinar - "existe um tempo para ensinar e um tempo para não ensinar".
23 - Entre em acordo com relação a limites, regras, expectativas e conseqüências.
24 - Não desista e nem se dê por vencido.
25 - Esteja presente nas "encruzilhadas" da vida. Momentos de decisão.
26 - Fale a linguagem da lógica e da emoção.
27 - Delegue com eficiência.
28 - Envolva os outros em projetos que tenham significado e importância.
29 - Treine-os na lei da colheita - Preparar o solo, semear, cultivar, regar, tirar ervas daninhas, colher.
30 - Deixe que as conseqüências naturais ensinem o comportamento responsável.
Retirado do livro PRINCIPLE CENTERED LEADERSHIP de Stephen R. Covey

ATPP - A CURA ESTÁ EM SUA ALMA!

Cursos e palestras, além de trabalhos em grupo, ensinam como recuperar a saúde física e psicológica, e incentiva a ajuda ao próximo. Quem participa pode aplicar os ensinamentos em sua cidade ou região.


Todas as doenças têm cura, e a maneira de alcança-la é tão simples que qualquer pessoa pode chegar lá ou ajudar outros a conseguir. A boa notícia é repassada a quem participa dos cursos e palestras do Professor Pedro Makyiama, criador da ATPP - Abordagem, Transformação e Programação do Preconsciente, um sistema que tem dado o que falar.
A proposta é promover não simplesmente a "cura" das doenças, mas a recuperação total da saúde, através da eliminação de suas causas, todas baseadas em quatro sentimentos principais: Medo, Raiva, Preocupação e Tristeza.Fomos participar de um destes cursos, realizado na SOS Saúde Alternativa, em Campinas-SP, e acompanhamos de perto os seus ensinamentos.
O tema: "Eu sou a causa e a solução dos meus problemas", que é também título do livro escrito por Makyiama e é sucesso de vendas. Quem participa, segundo o próprio Makyiama, está habilitado a aplicar o sistema e ajudar o que estão à sua volta, em sua cidade ou região.
No grupo, participantes das mais diversas áreas: medicina, terapias alternativas, psicologia, donas-de-casa... todos com seus questionamentos, curiosidades, ansiedades. Todos procuravam algo novo, que pudesse ajudá-los e que os permitissem promover melhorias na qualidade de vida de outras pessoas. Já na apresentação, todos se colocavam como pessoas que queriam mudanças em suas vidas, e era possível perceber o desejo profundo de que transformações ocorressem: Uma médica sofria, já havia anos, com a perda dos filhos. Uma psicóloga tinha problemas em viajar. Uma dona-de-casa tinha vômitos sempre que tomava determinados líquidos. Elas buscavam a cura para seus problemas, além de novas possibilidades para as pessoas que as cercam.
Outros queriam conhecer melhor a técnica, apresentada em uma entrevista do professor à Rede Vida e em outros canais de comunicação, para agregar aos conhecimentos que já possuíam na área das terapias holísticas.
Fosse como fosse, ninguém queria sair como chegou. Impossível, aliás, ficar indiferente depois de dois dias de grandes descobertas, novas visões de mundo e uma boa quebra de paradigmas.O sistemaSegundo o professor Makyiama, todos os problemas ou doenças (veja, ainda nesta matéria, a diferença entre estes dois termos), têm cura. Só é preciso que a pessoa queira que isso aconteça e busque eliminar as causas dos mesmos.
A ATPP seria o método mais eficaz, já descoberto, para promover uma busca realmente eficiente destas causas, desde a concepção, bem como a sua eliminação, e para uma programação que permita à pessoa, digamos, assim, "positivar" a sua vida para o presente e para o futuro. Dentre os casos citados no curso, problemas psicológicos, como a depressão, traumas e fobias, síndrome de pânico (e outras), dependência e vício, anorexia, bulimia, compulsão, transtornos de vários tipos, e também o combate e resolução de outros problemas que chegaram a causar uma certa polêmica, como o fanatismo religioso e até o homossexualismo.
Nas doenças físicas, o Câncer, a AIDS, o Diabetes, a Hipertensão, a Osteoporose e o Mal de Parkison, dentre outras tão graves quanto elas, foram colocadas na lista de curas já realizadas pelo sistema.O trabalho inclui a execução de exercícios físicos, a utilização de remédios alternativos, de dietas rigorosas e outros ensinamentos ligados à medicina holística.
Dentre os casos usados para ilustrar as suas aulas, o professor citou o da cura de uma freira que tinha câncer, de dois jovens que usavam drogas, de um rapaz que sofria com a AIDS e o de um garoto que sofria com vômitos sempre que saia de casa.
Todos passaram por sessões de terapia em seu consultório, em Itapetininga-SP, se valeram da ATPP e, em alguns casos, também passaram por tratamento com remédios e terapias alternativas.

Como funciona?
De acordo com o sistema ATPP, a vida do ser humano têm início na consciência dos seus pais. "Tudo que recebemos na concepção, vêm carregado com o que os pais viveram. Entre estas coisas, estão a preconsciência (uma nova definição para Subconsciente) e os chamados Potenciais para o desenvolvimento da vida", diz o professor Makyiama. Segundo ele, quando nascemos, somos apenas um corpo e uma alma com estes Potenciais e a Preconsciência.Os Potenciais são o Amor, a Raiva, o Medo, a Preocupação, a Tristeza e a Alegria. Porém, não confunda: não são "sentimentos", mas "Potenciais", com os quais podemos desenvolver, aí sim, sentimentos positivos ou negativos, e estes, por sua vez, definirão como serão as nossas vidas.
Tudo na vida teria origem nestes termos. Positivamente falando, por exemplo, o Amor gera Amizade, a Raiva gera Força, o Medo gera Prudência, a Preocupação gera a Prevenção, a Tristeza gera a Humildade, e a Alegria gera a Diversão. Estes sentimentos potencializam o Relacionamento, a Realização, a Segurança, a Organização, a Gratidão e a Brincadeira, na mesma ordem. Negativamente, a geração é de Paixão, Ódio, Pânico, Ansiedade, Angústia e Euforia, de acordo com os mesmos Potenciais, e tudo potencializa, respectivamente, a Escravidão, a Violência, a Insegurança, a Compulsão, a Depressão e a Loucura.
Na relação entre os elementos que formariam o Ser Humano (Alma, Corpo e Espírito), na Alma está a Preconsciência (na verdade a fonte da vida), no Corpo está a Consciência dos Sentidos, e no Espírito a própria Consciência (a vida).Os arquivos positivos ou negativos que carregamos na Alma definem se teremos saúde ou doenças em nosso corpo, e também o caráter, a personalidade, os problemas psicológicos..."Nenhuma doença vem de fora. Elas vêm de nossos arquivos, em nosso preconsciente, muitas vezes potencializados por algum acontecimento específico em nossas vidas ou das pessoas que nos cercam. Encontrar e transformar estes sentimentos produzem a cura e a recuperação da saúde", disse o professor.

Novo paradigma
O sistema criado pelo Professor Pedro oferece um novo paradigma no campo da saúde: todas as doenças têm cura, desde que a pessoa queira se curar. Muitas doenças aparentemente são incuráveis simplesmente porque suas causas não são eliminadas.
Os sentimentos negativos prejudicam diretamente o funcionamento de nosso corpo, atingindo sistemas importantes à vida: A Raiva prejudica o sistema Hepático (fígado, vesícula...), o Medo atinge o sistema Renal (rins, bexiga...), a Preocupação vai direto no sistema Digestivo (Estômago, Pâncreas...) e a Tristeza tem impacto no sistema Respiratório (Pulmões, Intestino Grosso, etc...).
Trabalhando com a "transformação" de cada um destes sentimentos, promove-se não só a cura, mas a recuperação total da saúde, com possibilidade de que as doenças não apareçam novamente, a não ser que se deixe que os sentimentos negativos voltem a se instalar.
O caminho para isso é simples: faz-se uma busca dos sentimentos que provocam as doenças, ou seja, um levantamento da história de vida que levou ao adoecimento ou ao problema e, tendo definido o sentimento que é preciso mudar, direciona-se esta mudança para a alma, ordenando a transformação pelo uso da palavra.
Este "uso da palavra" se dá por frases bem objetivas e diretas, ditas de maneira positiva, elimina a negatividade de sentimentos "vividos" ou "recebidos" pela pessoa, e que se refletem na forma de dissabores enfrentados no seu dia-a-dia.
Até os sete anos de idade, elimina-se os efeitos nocivos de sentimentos "recebidos" pela criança, dos pais ou outras pessoas à sua volta, na concepção, gestação e 1ª idade. Depois, considerando-se que a partir dos sete anos a criança começa a viver sua própria consciência, trabalha-se com os sentimentos vividos por ela mesma, além dos recebidos de outras pessoas (segundo o sistema, os medos, raivas, preocupações e tristezas dos outros também impressiona nossa alma, em especial nos momentos traumáticos).
Tendo "positivado" estes "arquivos da alma", passa-se então à Programação do Preconsciente, com frases que buscam carregar a Alma de arquivos positivos. Segundo o professor Makyiama, você pode se programar para ser o melhor em qualquer área de sua vida, pessoal ou profissional, com o uso deste método. "Nós podemos nos programar para ser vencedores ou perdedores", afirma.

Contatos
Você pode aprender muito mais sobre a ATPP, ou mesmo procurar ajuda para seus problemas, físicos ou psicológicos, se entrar em contato com a SOS Saúde Alternativa  (www.sossaudealternativa.com.br).

Mais informações? Envie suas dúvidas para acrodrigues@outlook.com

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