domingo, 31 de maio de 2009

METÁFORA DA SEMANA: QUEM AMA NUNCA PERDE!

Aproveitando que os temas deste fim de semana versam, basicamente, sobre o amor e relacionamentos, aproveito para postar esta metáfora, que acho de uma simplicidade altamente bela e carregada de ensinamentos.

Ele era um adolescente que acabara de ser dispensado pela namorada. Durante três anos, eles tinham compartilhado amigos e lugares favoritos. Agora ele estava só. Ela conhecera, durante as férias, um outro garoto pelo qual se apaixonara.
O garoto se sentia como a última das criaturas na face da terra. No treino de futebol, ele deixou escapar alguns passes e, pela primeira vez, sofreu (e fez) várias faltas. Mal acabou o treino, lhe disseram que deveria comparecer ao escritório do treinador.
"E então, filho? Garota, família ou escola? Qual dessas coisas está lhe incomodando?"
"Garota", foi a resposta. "Como o senhor adivinhou?"
"Ah, menino, sou treinador de futebol desde antes de você nascer e todas as vezes que vejo um craque jogar como um novato do time reserva, o motivo é um desses três."
O jovem lhe falou que estava com muita raiva. Havia confiado na menina, dera a ela tudo o que tinha para dar e o que é que ganhou com isso?
"Boa pergunta", disse o treinador. "O que foi que você ganhou com isso?"
Tomou de várias folhas de papel e pediu ao seu jogador preferido que pensasse sobre o tempo que passou ao lado da moça. Que listasse todas as experiências boas e ruins que conseguisse lembrar. E saiu, dizendo que voltaria dentro de uma hora.
O rapaz começou a lembrar. Recordou do dia que a convidou para sair pela primeira vez e ela aceitou. Se não fosse pelo incentivo dela, ele jamais teria tentado uma vaga no time de futebol. Pensou nas brigas que tiveram. Não lembrou todos os motivos pelos quais brigavam, mas lembrou-se de como se sentia feliz quando conseguiam conversar e resolver os problemas. Foi assim que ele aprendeu a se comunicar e a buscar acordos. Lembrou-se também de quando faziam as pazes. Era sempre a melhor parte. Lembrou-se de todas as vezes que ela o fez sentir-se forte, necessário e especial.
Encheu o papel com a história dos dois, das férias, das viagens feitas com a família, bailes da escola e tranqüilos piqueniques a dois. E, na medida em que as folhas iam ficando escritas, ele se deu conta do quanto ela o ajudara a crescer e a se conhecer melhor. Ele teria sido uma pessoa diferente sem ela.
Quando, uma hora mais tarde, o treinador retornou, o garoto já tinha ido embora. Deixou um bilhete sobre a mesa que dizia apenas: "Treinador, obrigado pela lição. Acho que é verdade quando dizem que é melhor amar, mesmo que se perca, do que jamais ter amado. A gente se vê no treino."

Autor desconhecido

Nota: Acredito, piamente, que o amor tem sempre um final feliz. E, acredite, este final sempre acontece, mesmo quando você discorda dele, pelo menos no princípio.

Minha querida alma, faça de mim uma pessoa sempre voltada para o aprendizado e valorização de tudo que me faz MUDAR! Minha querida alma, seja fonte de Amor!

VISUALIZAÇÃO: QUANTO MAIS RÁPIDO, MELHOR!

"Visualizar é pensar por meio de imagens. Embora as últimas descobertas científicas comprovem os efeitos da mente sobre a saúde, não é preciso ir muito longe para perceber que nossa imaginação pode proporcionar um tour pelas mais diversas emoções, levando-nos da felicidade às lágrimas, da raiva à excitação em um piscar de olhos, literalmente" (extraída do site Web Motors - do Yahoo)

Parece que tudo acontece de acordo com o que nossos desejos e pensamentos procuram. Estava pensando, na última semana, em criar mais um post sobre visualização, mas não queria postar aqueles exercícios looongos, que muitas vezes cansam só de ler.
Na sexta-feira, recebi um telefonema de uma grande amiga, psicóloga, e aproveitei para conversar com ela sobre isso (olha o Universo conspirando de novo ai, geeeente). Queria algo que mostrasse o quanto vale a pena investir em imagens que possam reverter quadros crônicos de emoções negativas, como raiva, tristeza, medo... e também doenças das mais variadas. Afinal, o corpo reflete o que temos na mente. Ela citou um texto que viu, sobre um livro novo, recém-lançado, que ensinava técnicas para momentos de estresse em que a rapidez do processo era essencial: no trânsito.
Ela não soube dizer o nome do autor, mas ficou de me enviar depois.
Segundo minha amiga, o livro mostrava que imagens mentais são um poderoso meio de cura. Melhor ainda é quando estas visualizações se dão de maneira que se possa ir de encontro ao que nos deixa tensos, e "mexer" simbólicamente com isso. "Quando fugimos do que nos possa causar dor ou tristeza, acabamos por ir de encontro a estes sentimentos, mas somos pegos de surpresa. Quando enfrentamos o desafio, essa situação muda", garantiu.
O trabalho de visualização ajuda a rejeitar o comportamento e as atitudes que prejudicam nossa saúde, e essa é a idéia básica.
Porém, para obter bons resultados com a técnica, é preciso definir a intenção, isto é, o que desejamos conseguir com o exercício.
O legal é que, algumas horas depois, encontrei algo sobre este assunto no Yahoo. Trata-se do livro: Imagens que curam – práticas de visualização para a saúde física e mental, pela editora Ágora. O autor é o psiquiatra Gerald Epstein.

Que tal algumas dicas, então? Passo aqui algumas, como me foram enviadas por minha amiga, mas que estão também no post sobre o livro.
Antes de tudo, preste atenção aos seguintes fatores:
Postura corporal: a posição mais eficaz para a prática das visualizações é a que, segundo minha amiga, o autor do livro chama de “postura do faraó”. Sente-se com as costas retas e os braços pousados confortavelmente nos apoios, mãos abertas, palmas para cima ou para baixo, plantas dos pés apoiadas no chão, sem cruzá-los. Isso serve para o carro, para o sofá, para o ônibus, avião...(Será que preciso lembrar que, no caso do carro, você tem que estar parado, estacionado num lugar seguro? Não, né?).
Respiração: Ordene a si mesmo que fique tranquilo e relaxado. Respire ritmicamente, inspirando pelo nariz e expirando pela boca. As expirações têm de ser mais longas e vagarosas do que as inspirações.
Horários: recomenda-se que se faça os exercícios no começo do dia, antes do café da manhã, ao entardecer e antes de dormir, pois esses três momentos de transição – entre adormecer e despertar, entre o dia e a noite, entre despertar e adormecer – são muitos fortes. Isso não quer dizer que os outros momentos do dia não sejam válidos. Pelo contrário, as visualizações nestes casos podem servir até como uma espécie de "Pronto-Socorro" mental, principamente em momentos de tensão.
Duração: a regra de ouro para terapia com imagens, segundo as dicas enviadas, é que “Menos vale Mais". Ou seja, quanto mais curta for a visualização, mais poderosa ela é.

Hora de praticar

Confira técnica na íntegra:

Nome: estresse sem angústia.
Intenção: eliminar a angústia.
Frequência: diariamente, conforme a necessidade, durante 30 segundos a 1 minuto para cada um dos exercícios relacionados entre si.

O estresse é o estado normal de nossa existência diária. Está quase sempre conosco quando estamos acordados (e, às vezes, enquanto dormimos – por exemplo, durante um pesadelo); é um dos aspectos essenciais da vida. Estamos sob estresse e sofremos choques constantemente. Esses choques não podem ser eliminados da vida, nem deveriam. São despertadores que nos estimulam a reagir e a nos manter alertas. Às vezes, encaramos esses choques como experiências dolorosas. A isso chamamos “angústia”. É essa angústia, e não o estresse, que precisamos aprender a administrar e controlar. A maneira como lidamos com a angústia mostra nossa capacidade de viver uma vida mais ou menos equilibrada. Os exercícios a seguir são correlatos e têm a intenção de lhe proporcionar um programa próprio da angústia. Você deve fazer o conjunto completo de exercícios (o texto parece longo, mas o exercicio é curtíssimo). Em momentos específicos, pode escolher apenas um deles e repetir na sua mente.

1. Feche os olhos. Expire três vezes. Visualize-se alimentando gigantes poderosos. Depois que terminar, abra os olhos.
2. Feche os olhos. Expire duas vezes. Visualize-se fazendo amizade com seres hostis. Então, abra os olhos.
3. Feche os olhos. Expire duas vezes. Visualize-se atando a cabeça de uma cobra. Depois que terminar, abra os olhos.
4. Feche os olhos. Expire três vezes. Visualize-se saltando sobre o lombo de um dragão em movimento. Depois que terminar, abra os olhos.
5. Feche os olhos. Expire uma vez. Visualize-se chamando para fora os seres que habitam uma caverna e estão escondidos. Então, abra os olhos.
6. Feche os olhos. Expire duas vezes. Visualize-se enfrentando fantasmas em um antigo castelo. Então, abra os olhos.
7. Feche os olhos. Expire três vezes. Visualize-se encontrando uma alma poderosa em uma catacumba. Então, abra os olhos.
8. Feche os olhos. Expire três vezes, visualize-se conduzindo um animal estranho para dentro de uma floresta fechada. Então, abra os olhos.
9. Feche os olhos. Expire uma vez. Olhe para um alvo no qual você atirou e errou. Que fazer? Você precisa de ajuda? Então, abra os olhos.
10. Feche os olhos. Expire uma vez. Olhe para um pássaro que voa alto quando seria mais oportuno que ele permanecesse voando baixo. O que você está sentindo? Então, abra os olhos.
11. Feche os olhos. Expire uma vez. Perceba que você precisa lutar contra a maré, a fim de se realizar como pessoa. Então, abra os olhos.
12. Feche os olhos. Expire uma vez. Veja por que, depois da luta, podemos, enfim, nos aquietar. Então, abra os olhos.
13. Feche os olhos. Expire uma vez. Saiba quando é bom falar e quando é melhor ficar em silêncio. Então, abra os olhos.
14. Feche os olhos. Expire uma vez. Aprenda a não se impacientar com seja lá o que estiver acontecendo em nossa sociedade, e a não se render a isso. Então, abra os olhos.
15. Feche os olhos. Expire uma vez. Perceba que o que é construído às pressas é rapidamente destruído. Então, abra os olhos.
16. Feche os olhos. Expire uma vez. Olhando para águas serenas, límpidas e silenciosas, veja o que deseja ver. Depois que terminar, abra os olhos.
17. Feche os olhos. Expire uma vez. Olhando para águas serenas e límpidas, mude sua aparência para como desejaria ser. Depois que terminar, abra os olhos.

Gostou? Então que tal começar....AGORA?

Minha querida alma, seja fonte de relax, relax, relax....

AMOR NA INTERNET? PODE, SIM, DAR CERTO!

Outro e-mail que recebi graças ao Yahoo Respostas, que achei interessante também responder aqui.
"Antônio Carlos, vi um post no Yahoo em que você falava sobre a busca por um "amor virtual". Sou do tipo que gosta de procurar novos amigos e, porque não, um novo romance na net, mas realmente tenho medo do que posso encontrar pela frente. Será que se procurar com a mente aberta e com confiança, encontro alguém que me faça feliz?". (Prefiro manter o nome da pessoa no anonimato, claro).

Bem, querida, como disse em minha resposta, existe um maravilhoso ditado que diz: "Quem procura, acha". Ora, se você procurar, então... 100% de chances.
A questão é "o que" você procura. O que significa um "amor" pra você?
Você diz também que procura alguém que "te faça feliz", e isso é bom, mas tem um outro fator, que às vezes a pessoa não pensa mas faz uma grande diferença: Você não procura também alguém a quem VOCÊ possa fazer feliz?".
É importante que você tenha em mente esta pergunta, porque muitas vezes procuramos algo que está mais relacionado a determinadas carências, presentes em nosso interior, em nossas mentes, em nossos corações, que à busca de uma companhia de fato. Queremos o (a) "parceiro(a) ideal", e muitas vezes deixamos passar a chance de conhecer alguém incrível, que pode nos trazer momentos maravilhosos, mas que dispensamos por não possuir uma ou outra característica que queremos que tenha, como se o romance ou amor dependesse apenas do que o(a) outro(a) pode oferecer. Se você pensar no que pode oferecer, ao invés de apenas no que deseja que o outro tenha para dar, as chances aumentam em 1000%.
Por outro lado, é bom avisar: tem um bocado de espertos e espertas na net que, quando encontramos, parecem um príncipe ou uma princesa, mas na hora que conhecemos de fato...
Por isso, passo aqui algumas dicas práticas:
1 - Ao conhecer alguém na Net, não abra todas as informações sobre você (principalmente vocês, mulheres). Antes, espere que o interessado(a) se revele um pouco mais.
2 - Quando o milagre vem muito de cara, até o santo desconfia. Cuidado com "principes ou princesas encantados(as)". Gente que já quer te conhecer logo após o primeiro papo podem estar armando. Leve em banho-maria, pois se a pessoa quiser mesmo alguma coisa contigo, vai esperar o tempo que for preciso. Enquanto isso, você vai descobrindo mais sobre ele ou ela, afinal, não há mentira que dure para sempre.
3 - Se for marcar um encontro com alguém que lhe chamou a atenção, peça que esse encontro ocorra num lugar bem movimentado, com o qual esteja acostumado(a), de preferência próximo a pessoas conhecidas (Para as mulheres, levando em conta os maníacos que aparecem a torto e a direito, ainda uma dica a mais: fale com amigos ou amigas para ficar por perto, mas sem interferir, a não ser que precise, como no caso de uma tentativa de te tirar do local à força, um bêbado contumaz que resolve mostrar as asas logo no primeiro encontro, etc...).
4 - Acima de tudo: Acredite que você MERECE encontrar alguém que te traga felicidade. Se você não se valorizar, vai cair no primeiro conto que lhe passarem.
5 - Por fim, se conhecer alguém legal, lembre-se que a vida real é bem diferente da virtual: a convivência traz atritos, mostra as diferenças... mas isso é que é o charme de se viver a dois (afinal, se fôssemos todos iguais, o mundo não teria graça, não acha?). Não tenha medo de viver o que vier de bom, e de aprender com as diferenças entre vocês.
Faça sua busca e BOA SORTE!

Minha querida alma, seja fonte de abertura e total confiança em mim mesmo.

TRAIÇÃO: QUEM PERDE?

Recebi um e-mail de uma visitante do blog, que também tinha dado uma olhada no meu perfil do Yahoo Respostas. Ela me pediu orientações porque estava passando por um momento que muita gente considera terrível: descobriu que estava sendo traída pelo marido. O caso ocorreu há cerca de 3 anos, mas ela ainda não conseguia se "desligar" da história, e vivia um ódio constante (um sentimento pra lá de nocivo para ela mesma) pelas pessoas envolvidas. Ela tinha visto uma das minhas respostas escolhidas, exatamente sobre esse tema (você consegue perdoar uma traição?) e queria mais detalhes.
Achei justo que, além de responder, também postasse algo também aqui. Afinal, sabemos, tem muita gente que passa por isso e sofre calado(a), sem às vezes achar saída e parando no tempó por conta de uma auto-estima ferida.
A questão da traição realmente complicada. Traição é algo que dói na alma, porque tudo passa pela nossa cabeça (e tudo bem negativo, diga-se de passagem), principalmente no que se refere às nossas próprias capacidades e qualidades. São coisas como: não sou bonito(a) o suficiente, não sou bom 9boa) o suficente, não sou amado o suficente, o cara ou a menina é melhor do que eu, etc.... Isso, creio eu, é que faz com que a gente sinta mais raiva e resista em perdoar, afinal, trata-se de uma afronta ao que há de mais básico na nossa auto-estima.
Pior ainda é que depois que tudo passa, fica ainda difícil de acreditar em si mesmo, e esta não-crença se reflete na desconfiança quanto aos sentimentos dos outros. De fato, quando alguém diz que não consegue acreditar em ninguém, na verdade está dizendo: "Não creio que possa de fato ser amado (a) e respeitado (a) por alguém".
Ainda assim, querida amiga do e-mail e amigos e amigas do blog, eu acredito que é realmente mais que possível perdoar, ou mesmo apenas "desencanar" do fato ocorrido. Porém, tem dois fatores a serem levados em consideração:
Posso perdoar e ainda ficar com a pessoa, mas para isso ela teria que vir, por conta própria, me contar o fato e confessar o que aconteceu (pelo menos seria uma prova de honestidade, e isso conta). De certa forma, isso seria um jeito de demonstrar arrependimento. Ainda assim, devo dizer, eu teria que trabalhar muito as minhas dúvidas pessoais para passar por essa numa boa. Ou seja, dou um voto de confiança, mas essa confiança deve ser reconquistada, com atitudes concretas.
Se, ao contrário, eu mesmo descobrir a traição, ou souber pelos outros, talvez a confiança iria embora de vez, e eu trataria de manter distãncia desta pessoa. Não tem jeito. Mesmo que esta pessoa demonstre arrependimento depois, ficaria sempre a questão: é porque sabe que errou ou apenas porque foi descoberta? E tem mais, se não fosse descoberta nunca, mesmo que me "amasse", talvez mantivesse a outra pessoa no mais puro engano por quanto tempo? Isso, para mim, também seria uma sacanagem, pois se eu fosse o "outro", não ia querer passar o resto da vida enganado.
Ainda assim, com todos estes detalhes, eu aconselho a perdoar também. Neste caso, o perdão serve como uma verdadeira proteção contra doenças, pois assim a gente não carregar sentimentos negativos dentro de si, e evita que o corpo acabe pagando por isso.
Mas, e o sofrimento pela perda, pelo fim de um relacionamento, e pela descoberta de ter sido enganado?
Ninguém aqui está dizendo que este sofrimento não existiria. Não é tão fácil assim. O que estou dizendo é que é muito mais rápida a saída do sofrimento quando você perdoa. No meu caso, garanto que iria sofrer pra caramba, ia querer morrer, mas como tudo neste mundo um dia acaba (de bom e de ruim), também estes sentimentos iriam passar.
O que vale é mostrar que quem trai é que está perdendo, e não quem é traido.
Porque isso? Porque quem trai demonstra que não tem nenhuma segurança, que é covarde sentimentalmente falando, que não sabe valorizar as coisas boas que vive com alguém e prefere viver, talvez, futilidades que no futuro vão se reverter em frustrações.
"Ah, mas eu amo demais essa pessoa, e não posso perdê-la!". Alto lá! E seu amor-próprio, onde está? Você pode até continuar com uma pessoa após descobrir uma traição, mas isso deveria ocorrer somente, e quando digo "somente" não permito alternativas, se você "quer" e sabe que pode conviver com o que aconteceu. Jamais porque o outro(a), que não lhe deu o menor valor na hora de optar por te enganar, mereça tanta importância que você prefira engolir sapo por causa dele(a). Isso é típico de quem não se valoriza, pois quem acredita em si diz: "Encontro coisa melhor, com certeza".
Você se gosta? Acredita que é bem melhor que a situação tenta lhe transmitir? Então decida sua vida por você, e não pela dependência do outro (a).

Em tempo: Após a resposta enviada para minha amiga, fiquei sabendo que ela, que até então vivia reclusa em sua casa, resolveu contactar antigas colegas (antes deixadas de lado em nome do seu "amor"), poucos dias depois. Ela foi sincera em pedir perdão por ter se afastado delas e promoveu uma festa em sua casa. Mais alguns dias, e ela saiu com algumas destas amigas e acabou conhecendo uma nova pessoa, com quem está "ficando". É um começo, não acham?
É bom avisar: Este post revela o que penso sobre este assunto, ou seja, é uma opinião pessoal, não uma regra a ser seguida. Porém, enfim, é apenas uma teoria, que sigo e tento manter em mente, sempre. Esta teoria pode ser confirmada ou não pela prática, e isso depende muito do jeito que você leva adiante a nova proposta.

Minha querida alma, seja fonte de auto-valorização e auto-estima.

sábado, 23 de maio de 2009

PEÇA A RESPOSTA, QUE A MENTE ACHA!

Ontem fique meio deprimido. Uma pessoa muito querida, grande amiga, disse algo que não gostei, relacionado à minha aparência. E o pior é que as palavras foram ditas com a clara intenção de magoar (embora eu deva entender que ela está na TPM...). Devo confessar que, mesmo tendo decidido já na minha infância a ser "mais eu", por conta de problemas que enfrentei em escola, com parentes e até mesmo com pessoas que amo muito, críticas ao meu jeito de ser ou à minha aparência ainda me incomodam, dependendo do momento (falando nisso, olha a ATPP-lembrete: as CRÍTICAS ainda me incomodam, não AS PESSOAS QUE CRITICAM, viu?).
A questão é que o que foi dito nem era grande coisa, mas me pegou num momento em que eu estava muito ocupado com outras tarefas, e não deu para pensar em como responder. Resultado: pensava em sair, em dar um passeio, como faço sempre às sextas, para relaxar depois de um dia complicado de trabalho, mas toda vez que pisava fora da porta, vinha à minha mente as palavras de minha amiga.
Como sempre faço quando esse tipo de coisa acontece, resolvi dar um "grito mental" contra a sensação e pensei comigo: Não vou ficar assim.
Resolvi então me sentar e mandei um comando à minha mente: "Assim como essa sensação entrou, ela vai sair. Qual é o melhor caminho? Responda-me, agora!". Então simplesmente relaxei, e então uma outra cena me veio à mente. Acredito que ela lhe pode ser útil também, em momentos idênticos.
Aconteceu quando fui dar uma palestra para jovens, que participavam de um curso oferecido pela Associação Comercial de Poço Fundo. A maioria destes jovens participava de um trabalho social na cidade, por serem originários de familias em situação de risco (pobreza, criminalidade...). Meninas eram as componentes mais numerosas no grupo.
O tema da palestra estava voltado para a coragem de investir em si mesmo e se tornar um empreendedor que não tem medo de errar.
No decorrer dos trabalhos, um assunto se tornou o foco principal. Algumas pessoas começaram a reclamar que não conseguiriam ir adiante porque quem poderia lhes dar apoio agiam com preconceito. Porém, percebi que o próprio grupo também tinha as suas idéias pré-concebidas quanto ao que era bonito, feio, interessante... E quase todos os componentes viviam com base em valores como "ter o carro do ano", "muito dinheiro", etc...
Comecei a contar a história de duas amigas, de uma cidade vizinha, que uma vez foram a uma festa. Uma delas, muito bonita, vivia reclamando que não arranjava namorado, e quando arranjava, era cada bomba... A outra, no entanto, era só sorrisos, e quando saia, já sabia que não voltaria pra casa sem "beijar muuuuito". Detalhe: minha segunda amiga tinha 1,65, mas quase 100 quilos! As meninas do grupo já começaram a rir e a dizer palavras como "gorda", "nossa, quem tem coragem de encarar?".
Quando eu disse que a primeira amiga se considerava feia, apesar de ser uma linda morena, com cabelos pretos longos e olhos verdes, mas a segunda, mesmo fora dos padrões, se considerava linda, elas riram mais ainda. Até que uma delas perguntou:
"Mas, professor (chique, me chamavam de professor), será que essa sua amiga não tem espelho em casa, e não tem noção do ridículo?"
Ao que respondi: "Ela tem espelho em casa, e não gosta de ser gorda, acreditem. A questão é que ela, ainda assim, se vê como alguém especial, que sabe encantar as pessoas, que tem o direito de amar e ser amada"
A menina argumentou, novamente entre risos e apoio das colegas: "Mas eu não consigo pensar em como alguém como ela pode ser bonita!".
Então lhe dei uma razão para pensar: "É, pode ser... mas tem um detalhe: ELA SÓ CONSEGUE SER E VIVER ASSIM, PORQUE NÃO ESTÁ NEM AÍ PARA O QUE VOCÊ, OU QUALQUER OUTRA PESSOA, PENSA. SÓ VALE O QUE ELA ACREDITA, NÃO O QUE OUTROS DIZEM SOBRE O QUE É BONITO OU FEIO!".
Os risos cessaram na hora! E eu aproveitei para dizer que elas estavam fazendo consigo o mesmo que tentavam fazer com minha amiga: desvalorizá-la, rejeitá-la por não ser o que elas queriam que fosse, e não permitir a chance de conhecer o que ela tinha de bom, de legal, e de belo! "Assim, como vocês podem esperar que alguém as valorize?", lhes disse. "Afinal, se levarmos em conta a nossa história (a maioria delas eram negras, como eu, e embora muito bonitas, só se envolviam com sujeitos nada indicados), também não estamos incluídos nos padrões, desta sociedade, de beleza que é sinônimo de olhos azuis, pele branca e etc... Se não acreditarmos em nós, ninguém acreditará. No entanto, quando "botamos a cara", mesmo que não nos deêm crédito, o que fizermos terá sucesso, porque NÓS acreditamos".
Quando elas fizeram um trabalho de grupo relacionado ao tema proposto, surgiram idéias maravilhosas, e todas pareciam sorrir de um jeito diferente, o jeito de quem ACREDITA!
Depois que lembrei deste fato, dei uma espreguiçada bem gostosa, botei minha blusa para combater o frio (que não era a melhor que eu tinha, mas era a única que estava limpa) e fui para o meu bar preferido. Por coincidência (ou seriam as forças do Universo conspirando?) No caminho, encontrei a minha amiga, e mesmo eu não estando com minhas melhores roupas, e nem com a barba feita, e tampouco com os cabelos muito bem penteados, ela olhou para mim e disse, num sorriso largo: "Nossa, cê tá um gato, hein?". Respondi apenas: "Eu sei disso, e faz tempo...rsrsrsrs".
Pois é... quando a gente precisa, a mente acha a resposta, e eu agradeço muito à sabedoria do Universo por me enviá-las sempre que preciso.

Minha querida alma, seja fonte de auto-valorização, auto-estima e, acima de tudo, sabedoria".

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Dica da semana: CUMPRIMENTE COM UM SORRISO


É quase certo que você, algum dia, passou por alguém e foi cumprimentado com um daqueles sorrisos de rosto inteiro. É um grande prazer quando encontramos alguém assim. Talvez você queira fazer o mesmo, mas sem correr o risco de parecer que está forçando.
Bem, isto pode ser fácil!
A PNL ensina uma estratégia de pensamento adequada. O segredo (ou pelo menos um deles) é o que você pensa logo que identifica a pessoa como conhecida. Por exemplo:
1) Lembre-se de experiências agradáveis que vivenciou com a pessoa, ou com alguém parecido com ela. Já saíram juntas? Contaram piadas? Descobriram coisas em comum?
2) Pense em como a pessoa lhe tratou e cumprimentou em outras ocasiões. Algumas pessoas parecem sair por aí dispostas a tirar um sorriso de qualquer um que passe perto. Se não foi este o caso (de repente a pessoa nunca lhe cumprimentou, ou o fez de maneira fria), não importa. Volte à opção 1 e pense nas sensações positivas que as lembranças lhe causam.
Se você tiver esse tipo de lembranças prazerosas, pode ter certeza, você sorrirá com todo o rosto, e não só com os dentes.
Claro que você pode argumentar: "Não dá tempo de fazer isto". Bem, esse fato procede...
O ideal mesmo é fazer isso com a agilidade característica das coisas que fazemos bem, como falar. A solução para isto, naturalmente, é o ensaio mental.
Pratique algumas vezes na imaginação, com várias pessoas em situações variadas, criando experiências internas que vão lhe servir de referência na prática. Uma dica: que tal fazer isso agora mesmo, para testar a estratégia?
Porém, vai aqui um detalhe importante: Se você não teve experiências prazerosas com uma pessoa específica, e não consegue transferir para ela algo positivo, pode sorrir também, desde que seu objetivo seja fazer com que expressões carrancudas se abram! Acredite: funciona!

"Minha querida alma, faça de mim uma pessoa sorridente e afável"

INTENÇÃO SÓ, NÃO BASTA. CONFIANÇA É ESSENCIAL

Esta metáfora eu contei hoje para uma amiga, que questionou o uso de palavras positivas como fator de mudança, e o impacto que as coisas que falamos tem sobre nós. Confira:

Um homem sentado na calçada tinha uma placa que dizia assim: "Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado."
Alguns passantes o olhavam intrigados, outros o achavam doido e outros até davam-lhe dinheiro. Todos os dias, antes de dormir, ele contava dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior.
Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo,
aproximou-se e lhe disse:
- Você é muito criativo! Não gostaria de colaborar numa campanha da empresa?
- Vamos lá. Só tenho a ganhar! - respondeu o mendigo.
Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa.
Daí para frente sua vida foi uma seqüência de sucessos e a certo tempo ele tornou-se um dos sócios majoritários.
Numa entrevista coletiva à imprensa, ele esclareceu de como conseguira sair da mendicância para tão alta posição.
Contou ele:
- Bem, houve época em que eu costumava me sentar nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia:
"Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados! Mal consigo sobreviver!"
As coisas iam de mal a pior quando, certa noite, achei um livro e nele atentei para um trecho que
dizia:
"Tudo que você fala a seu respeito vai se reforçando. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que seja você, diga a si mesmo e aos outros que você é próspero."
- Aquilo me tocou profundamente e, como nada tinha a perder, decidi trocar os dizeres da placa para:
"Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado."
- E a partir desse dia tudo começou a mudar, a vida me trouxe a pessoa certa para tudo que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje. Tive apenas que entender o Poder das Palavras. O
Universo sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade. Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materiais são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará. Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças.
Uma repórter, ironicamente, questionou:
O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida?
Respondeu o homem, cheio de bom humor:
- Claro que não, minha ingênua amiga! Primeiro eu tive que acreditar nelas!

"Minha querida alma, seja fonte de intensa confiança e positividade"

domingo, 10 de maio de 2009

METÁFORA DO FIM DE SEMANA - "DESCANSE EM PAZ"

Confira esta história, que fala sobre o enterro do “não consigo”

A turma da Quarta série de Donna parecia-se com muitas outras que eu vira antes. Os alunos sentavam-se em cinco fileiras de seis carteiras. A mesa do professor era na frente, virada para os alunos. O quadro de avisos exibia trabalhos dos alunos. Em muitos aspectos, parecia uma sala de escola primária tipicamente tradicional. Mesmo assim, algo me pareceu diferente naquele primeiro dia em que entrei ali. Parecia haver uma corrente subterrânea de excitação.
Donna era uma professora veterana de uma cidadezinha de Michigan, e faltavam apenas dois anos para sua aposentadoria. Além disso, era voluntária ativa num projeto municipal de desenvolvimento de equipes que eu organizara e auxiliara. O treinamento se concentrava em idéias artísticas de linguagens, capazes de estimular os alunos a se sentirem bem consigo mesmos e assumirem a responsabilidade sobre suas vidas. O trabalho de Donna era assistir às sessões de treinamento e implementar os conceitos apresentados. Meu trabalho era visitar as salas de aula e encorajar a implementação.
Tomei um lugar vazio no fundo da sala e assisti. Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa, preenchendo uma folha de caderno com idéias e pensamentos. Uma aluna de dez anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de "não consigo".
"Não consigo chutar a bola de futebol além da Segunda base."
"Não consigo fazer divisões longas com mais de três números."
"Não consigo fazer com que a Debbie goste de mim."
Sua página já estava pela metade e ela não mostrava sinais de parar. Trabalhava com determinação e persistência.
Caminhei pela fileira olhando as folhas dos alunos. Todos estavam escrevendo sentenças que descreviam o que não conseguiam fazer.
"Não consigo fazer dez flexões."
"Não consigo comer um biscoito só."
A esta altura, a atividade despertara minha curiosidade, e assim decidi verificar com a professora o que estava acontecendo. Ao me aproximar dela, notei que ela também estava ocupada escrevendo.
Achei melhor não interromper.
"Não consigo trazer a mãe de John para uma reunião de professores."
"Não consigo fazer com que minha filha abasteça o carro."
"Não consigo fazer com que Allan use palavras em vez de murros."
Frustrado em meus esforços em determinar por que os alunos estavam trabalhando com negativas, em vez de escrever frases mais positivas, ou "eu consigo", voltei para o meu lugar e continuei minhas observações. Os estudantes escreveram por mais dez minutos. A maioria encheu sua página. Alguns começaram outra.
"Terminem a página em que estiverem e não comecem outra", foram as instruções que Donna usou para assinalar o final da atividade. Os alunos foram então instruídos a dobrar suas folhas ao meio e trazê-las para a frente da classe. Quando os alunos chegaram à mesa da professora, depositaram as frases "não consigo" numa caixa de sapatos vazia.
Quando as folhas de todos os alunos haviam sido recolhidas, Donna acrescentou as suas. Ela pôs a tampa na caixa, enfiou-a embaixo do braço e saiu pela porta, pelo corredor. Os alunos seguiram a professora. Eu segui os alunos.
Na metade do corredor a procissão parou. Donna entrou na sala do zelador, remexeu um pouco e saiu com uma pá. Pá numa das mãos, caixa de sapatos na outra, Donna saiu para o pátio da escola, conduzindo os alunos até o canto mas distante do playground. Ali começaram a cavar.
Iam enterrar seus "Não consigo"! A escavação levou mais de dez minutos, pois a maioria dos alunos queria sua vez. Quando o buraco chegou a cerca de um metro de profundidade, a escavação terminou. A caixa dos "não consigo" foi depositada no fundo do buraco e rapidamente coberta de terra. Trinta e uma crianças de dez e onze anos permaneceram de pé, no local da sepultura recém cavada.
Cada um tinha no mínimo uma página cheia de "não consigo" na caixa de sapatos um metro abaixo. E a professora também. Neste ponto, Donna anunciou: "Meninos e meninas, por favor dêem-se as mãos e baixem as cabeças." Os alunos obedeceram. Rapidamente, dando-se as mãos, formaram um círculo ao redor da sepultura.
Baixaram as cabeças e esperaram. Donna proferiu os louvores.
"Amigos, estamos hoje aqui reunidos para honrar a memória do ‘Não consigo’. Enquanto esteve conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que de outros. Seu nome, infelizmente, foi mencionado em cada instituição pública – escolas, prefeituras, assembléias legislativas e, sim, até mesmo na Casa Branca.
Providenciamos um local para o seu descanso final e uma lápide que contém seu epitáfio. Ele vive na memória de seus irmãos e irmãs ‘Eu consigo’, ‘Eu Vou’ e ‘Eu vou imediatamente’. Estes não são tão conhecidos quanto seu famoso parente e certamente ainda não tão fortes e poderosos. Talvez algum dia, com sua ajuda, eles tenham uma importância ainda maior no mundo. Que ‘Não Consigo’ possa descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em frente na sua ausência.
Amém."
Ao escutar as orações entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam esse dia. A atividade era simbólica, uma metáfora da vida. Foi uma experiência direta que ficaria gravada no consciente e no inconsciente para sempre.
Escrever os "Não Consigo", enterrá-los e ouvir a oração. Aquele havia sido um esforço maior da parte daquela professora. E ela ainda não terminara. Ao concluir a oração ela fez com que os alunos se virassem, encaminhou-os de volta à classe e promoveu uma festa.
Eles celebraram a passagem de "Não Consigo" com biscoitos, pipoca e sucos de frutas. Como parte da celebração, Donna recortou uma grande lápide de papelão. Escreveu as palavras "Não Consigo" no topo, "Descanse em Paz" no centro e a data embaixo.
A lápide de papel ficou pendurada na sala de aula de Donna durante o resto do ano. Nas raras ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "Não consigo", Donna simplesmente apontava o cartaz Descanse em Paz. O aluno então se lembrava que "Não Consigo" estava morto e reformulava a frase.
Eu não era aluno de Donna. Ela era minha aluna. Ainda assim, naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela.
Agora, anos depois, sempre que ouço a frase "Não Consigo", vejo imagens daquele funeral da quarta série. Como os alunos, eu também me lembro de que "Não Consigo" está morto.

Chick Moorman
do livro: Canja de Galinha para a Alma

"Minha querida Alma, seja fonte de coragem, persistência e postividade"

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