sábado, 8 de agosto de 2015

FAÇA SEMPRE MAIS DO QUE ESPERAM, E NÃO DEIXE QUE TE HUMILHEM





Estava assistindo novamente a uma matéria feita por uma grande rede de TV, sobre um menino que gostava tanto de seus ídolos que os esperava todos os dias na porta de sua casa. Quando o veículo com o grupo surgia, um largo sorriso se mostrava em seu rosto e ele corria para cumprimentá-los e até imitá-los.
O detalhe é que este grupo não é um conjunto musical, não são jogadores de futebol, tampouco politicos... São coletores de lixo.
Com certeza já deve ter leitor aí pensando: "Nossa! Esse menino não tinha algo MELHOR para escolher como idolos não?" (e não adianta negar, muita gente com certeza tem esse pensamento).
Respondo: Com certeza, não teriam, porque a criança, com seu coração puro, consegue enxergar o que há de belo no ser humano. Isso, infelizmente, está em falta neste mundo tecnológico e eivado de superficialidades.
Mas quais motivos tornaram os coletores tão especiais, não só para o menino como para sua familia (ao ponto da mãe fazer para ele um uniforme igualzinho o dos servidores), para seus vizinhos e para todo um bairro (que antes não os enxergavam)? Um deles, com certeza, foi o trabalho bem feito. Não há comunidade mais limpa na cidade, o grupo é pontual no seu trabalho, e não caiu naquela de "sou funcionário efetivo, então dane-se". Ganharam visualização por não terem medo e nem vergonha de serem bons no serviço que executam. Além disso, interagem com os moradores, dão dicas de como auxiliar na manutenção da limpeza, não deixam nada pela metade.
Não importa o que a gente faça, quando se faz bem feito, nossa marca fica indelevelmente fixada por estes detalhes, e a destes lixeiros ficarão para sempre, ainda que naquele bairro, e provavelmente em outros por onde eles passam.
Abraham Lincoln, lenhador, filho de sapateiro, tinha uma frase bem interessante para ilustrar isso: "O homem que faz somente aquilo para o qual é pago, não merece o que ganha". E este personagem importante da história, que se tornou nada mais, nada menos que o Presidente dos Estados Unidos, sabia o que estava falando.
Quando assumiu o cargo, toda a classe dominante americana (que como no Brasil acredita que só pessoas de seu meio podem "mandar no país) sofreu um choque. Imagine, um lenhador, filho de sapateiro, assumir a presidência do maior país das Américas.
Conta a história que, após ser convocado pela classe politica, um senador diante das galerias lotadas fez uma pergunta irônica: "O senhor pretende administrar os Estados Unidos como se fosse uma grande sapataria? Porque o pai de Vossa Senhoria era um sapateiro, e não tem como negar, pois estou usando um sapato feito por ele!"
Lincoln tranquilamente respondeu: " É bom o senhor trazer a lembrança de meu pai neste momento, pois sei que ele gostaria de estar aqui agora. Saiba, Senador, que meu pai não era um simples sapateiro. Era o melhor sapateiro dos EUA, e quem me comprova isso é o senhor, pois depois de tanto tempo que ele morreu o senhor ainda está usando um sapato feito por ele", e complementou "mas não apenas meu pai foi sapateiro, eu fui lenhador, e depois de um dia exaustivo de trabalho, ainda ia estudar direito por correspondencia, para poder ter o direito de ser presidente de vossa senhoria, como agora sou."
O homem simples, olhando para a platéia que o assistia, ainda disse mais: " Orem por mim, para que eu seja tão bom presidente, quanto o meu pai foi tão bom sapateiro!".
Diante dessa história, eu te pergunto: Você costuma deixar que te humilhem por conta do trabalho que faz, ou faz um serviço mal feito apenas para "cumprir ordens" e por não gostar de ser quem é?
Não deixe que ninguém te rebaixe. Seja humilde, sim, mas tenha uma postura adquirida através de exemplos, para que toda vez que alguém tentar te sujar, você continue incólume, fazendo esta (ou estas) pessoa(as) perceber(em) que, na verdade, a lama está mas mãos delas.

"Minha querida Alma, faça de mim, hoje e sempre, o melhor profissional que eu puder ser em minha área, e a melhor pessoa que eu possa me tornar para os que me cercam"

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

VISUAL, AUDITIVO E CINESTÉSICO: OS PREDICADOS VERBAIS NA PNL




Em PNL,fala-se muito que uma pessoa é do tipo "Visual", "auditiva" ou "cinestésica" (comumente simplificada para as siglas VAC). Mas, o que é isso?
Trata-se da maneira principal como uma pessoa capta e repassa informações. Uns preferem trabalhar com imagens, e assim comunica o que captou (Pelo que "vejo", você não está nada bem...). Outros o fazem pelos sons (Isto que você me diz é música para meus ouvidos). Outros ainda vão nas sensações, nos gostos, nos cheiros... (Esse negócio não tá me cheirando muito bem...).
Todos nós usamos as três formas para se comunicar, mas temos um sistema dominante.
E como identificar como é o sistema predominante de alguém?

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

O ETERNO IÇAMI TIBA

Escritor faleceu neste domingo, mas seus ensinamentos ficarão para sempre à disposição de quem realmente deseja educar para o crescimento

Algumas pessoas deveriam ser eternas... E são, com certeza! Içami Tiba é uma delas. Ele faleceu neste domingo (02/08), às 19h00, no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, com sepultamento na segunda (03/08). O corpo volta para o pó, mas o espírito deste grande psiquiatra, educador e escritor e suas grandes idéias estarão sempre vivos.
Era filho de imigrantes japoneses, que vieram ao Brasil em 1936. Seus pais construíram um armazém em Tapiraí, no interior de São Paulo. Se formou em medicina pela Universidade de São Paulo, em 1968, e fez especialização em psiquiatria pelo Hospital de Clínicas, onde foi professor.
Ministrou Psicodrama de Adolescentes no ‘Instituto ‘Sedes Sapientiae’, foi o primeiro presidente da ‘Federação Brasileira de Psicodrama’ (1977 a 1978) e membro diretor da ‘Associação Internacional de Psicoterapia de Grupo’ (1997 a 2006).
Içami Tiba escreveu mais de 40 livros sobre educação, com destaque para a educação familiar de jovens e adolescentes, entre eles: Sexo e Adolescência (Editora Ática); Puberdade e Adolescência (Editora Ágora); Saiba Mais sobre Maconha e Jovens (Editora Ágora); 123 Respostas sobre Drogas (Editora Scipione); Adolescência, o Despertar do Sexo (Editora Gente); Seja Feliz, Meu Filho (Editora Gente); Abaixo a Irritação (Editora Gente); Anjos Caídos - Como Prevenir e Eliminar as Drogas na Vida do Adolescente (Editora Gente); Quem Ama, Educa! (Editora Gente); Homem-Cobra, Mulher-Polvo (Editora Gente) e o último: Adolescentes: Quem Ama, Educa! (pela Integrare Editora, fundada por ele em 2005).
Todos estes trabalhos foram e são referência para pais, filhos, educadores, psicólogos, psiquiatras e psicopedagogos. O psiquiatra tinha uma visão considerada moderna e adequada aos dias atuais, e era reconhecido por usar uma linguagem coloquial e bem humorada.
Içami Tiba deixa a mulher Maria Natércia, os filhos Natércia, André Luiz e Luciana, com os netos Kaká e Dudu.

Confira algumas frases do Educador, que para mim resumem bem muitas das coisas que ele nos ensinou e vai continuar ensinando, mesmo não estando fisicamente presente:


"A escola é segunda chance que o individuo tem para se tornar mais saudável como ser humano. Se a educação em casa é cheia de erros de amor, a escola é a oportunidade para ele se recuperar. Mas também a escola perdeu muito de sua autoridade e se tornou, como a família, bastante permissiva e tolerante. É no caso das escolas particulares, quem paga – o pai do aluno – é o patrão. Em termos psicopedagógicos, o valor da escola é a nota. Então, aluno que tira boa nota e o pai é bom pagante, pode fazer o que quiser. Com isso a escola capacita os alunos profissionalmente, mas não os capacita para a vida. É importante ensinar respeito, pois o dinheiro não pode ficar acima do individuo".

"Educação permissiva e tolerante favorece que os filhos não tenham compromissos: 'eu tenho vontade, eu posso, pois meus pais me sustentam nessa vontade'. Na adolescência ele ganha as ruas e convive com a família, então faz fora de casa o que estava acostumado a fazer em casa. Só que agora sem ajuda dos pais. Nas ruas, ele não está preocupado com responsabilidade, pois não possui esse antecedente em sua formação. O uso de drogas, por exemplo, estará regido pelo princípio da vontade".

"Duas pessoas que antes diziam se amar estarem separadas não é um problema. O fato de serem mal separados, ou mal casados, ou mal viventes, sim. Isso reflete na criança, e no adulto que ela será. A pessoa que vive mal desde pequena começa a desacreditar dos relacionamentos humanos".

"Uma coisa é dialogar com o filho. Outra é deixar um pedaço de gente mandar em você, que é pai, que é mãe e que deveria exercer a sua autoridade como tal"


sábado, 1 de agosto de 2015

QUE VENHA A DOR!

Eu sei, você sabe, qualquer pessoa sabe, mesmo que não admita ou pense não saber: Ninguém quer viver uma vida limitada!
Só que viver ilimitadamente requer a coragem de encarar algo que, em geral, nos faz fugir. A dor, o medo, a ansiedade...
Queremos emagrecer, mas não topamos muito a idéia de disciplinar nossa alimentação, exercícios físicos, as guloseimas. Queremos ficar musculosos e fortes mas "esse negócio de academia todo dia é dose pra leão". Queremos ter saúde, mas abrir mão de prazeres que nos são trazidos por coisas que na verdade são nocivas é "pedir pra sofrer".
E então, nós, que não queremos ser limitados, ficamos assim, naquela de "nem vai, nem volta".
Porém, todos os seres vivos, humano, irracionais, insetos, não importa, possuem algo em seu interior que os impele a ir para frente, a buscar o melhor, a viver. Essa força, esse poder que nos movimenta, tem muitos nomes, alguns de fácil entendimento, outros um pouco esquisitos: "Poder Interior", "Força Propulsora", "Energia de Deus", "Sede de Crescimento"... No sul de Minas Gerais, o povão dá a isso simplesmente o nome de "Ardência". Em São Paulo e no Rio, "Sangue nos Olhos". E por aí vai... O nome é o que menos importa na verdade, mas o que isso produz, sim.
Fato é que é esse poder, essa energia, que nos impele a sempre buscar o melhor, a sempre crescer, a não desejar ficar parado fazendo o mesmo do mesmo. Se deixarmos a força contrária, o Comodismo, tomar conta e nos prender no "lugar-comum", na "zona de conforto", podemos até nos sentir bem por evitar mudanças que nos trarão certas angústias, mas também estaremos gerando uma sensação de que falta algo, de que não estamos completos.
A dureza é que ao nos entregarmos a isso, acabamos também impedindo o crescimento de quase tudo que nos cerca. Mesmo porque somos seres holísticos, e nossas atitudes interferem diretamente no desenvolvimento do sistema em que vivemos. Quer um exemplo bem simples? Pense se você tem um negócio, com empregados ou colaboradores que são dinâmicos, que gostam de buscar novos horizontes, que pensam sempre à frente (e por isso você os contratou), mas que ficam presos em suas idéias simplesmente porque você "prefere agir com os pés no chão" (na verdade, prendê-los numa placa de concreto)? Sem falar nos vários outros setores de sua vida (e de outras pessoas) que não terão avanços apenas porque você, uma peça importante de toda essa engranagem, resolveu "travar".
Existe uma forma de acabar com isso? Claro que existe.  E ela consiste em fazer o caminho totalmente contrário ao que costumamos seguir.




DESEJAR A DOR

Quando falamos em abrir novos caminhos, criar espaço, crescer, se reinventar, uma palavra nos vem logo à mente: A dor!
Usamos este termo para designar qualquer incômodo proveniente do desejo de mudança. A ansiedade, a angústia, o medo, a dor física, a dor psicológica para se adaptar a uma nova realidade... E não há dúvida que quando se fala em dor, a tendência de qualquer ser humano ou animal é lutar ou fugir. Acredite: fugir, quase sempre, é a alternativa escolhida. Lutamos, geralmente, só quando não temos outra opção senão o enfrentamento, quando não há mais nenhuma outra alternativa.
Realmente, temos a dor como algo a ser evitado, como algo ruim... Como é mal interpretada a pobrezinha! Ela é nossa amiga!
Se você não sente dor, não sabe se tem algum problema. Quando ela pára, é porque o problema foi resolvido. Ela nos avisa de que algo ainda precisa ser terminado a contento, de que está faltando elementos que possam te trazer bem estar. No corpo, ela avisa de uma fratura, de um corte não curado, de uma inflamação. Nos fazem ir em busca de ajuda, de remédios, de cura! Pense nas pessoas que tem hanseníase: por não sentirem dor nos pontos afetados, não percebem, por exemplo, que estão se queimando, e sofrem lesões gravíssimas.
É por isso que, antes de "enfrentar" a dor, uma característica das pessoas de sucesso e que podemos aprender a desenvolver é o de "desejar" a dor.
Já tem gente ficando preocupada ai, mas, calma! Não estou falando em desenvolver um prazer pela dor. Não estou pedindo para ninguém se tornar um masoquista de carteirinha. Estou dizendo, sim, que podemos desejar a dor que leva ao crescimento, à mudança, a transformações positivas.

DOR E SUCESSO

Já parou pra pensar nas coisas que gostamos e que para tê-las ou senti-las precisamos enfrentar um certo grau de dificuldade? Uma casa limpa (se você não tem empregada) depende de algumas horas de esforço, mas o cheirinho da limpeza compensa tudo. Ficar na frente do palco de nosso artista preferido requer perder horas diante do local do show, enfrentar fila, empurra-empurra...
Num grau um pouco diferente, pense nas pessoas que hoje são reconhecidas em diversas áreas profissionais. Um fotógrafo que quer conseguir boas fotos da lua ou das estrelas encara horas de frio, sono, escuridão em locais ermos e às vezes perigosos... Um repórter da área policial enfrenta o medo diversas vezes para levar aquele "furo" para seu órgão de informação (acredite, eu tenho). Um cantor que hoje é famoso encarou a estrada dormindo em ônibus, ouvindo vaias, indo aos rincões mais profundos do país, passando fome, enfrentando públicos hostis... Um pintor que resolve investir na própria carreira pode passar anos na maior pindaíba até criar uma obra que de repente "estoure".... Quantas vezes o montanhista arriscou a vida apenas pelo prazer de chegar ao ponto mais alto de um pico?
O melhor atacante faz questão de encarar os zagueiros mais fortes, mesmo sabendo que vai levar pancada, e só chegou ao topo porque treinou esse enfrentamento com os zagueiros do seu time. O melhor lutador sabe que vai sangrar, e já apanhou muito na preparação para as suas lutas. O fisiculturista mais bem delineado chega a gritar quando levanta os pesos cada vez maiores (desde que não seja daqueles que preferem uma injeçãozinha e depois sofrer terrivelmente com vários problemas de saúde). O escritor mais badalado passa dias e meses na solidão, criando, sonhando...
Estas pessoas não estão encarando a dor por sentirem prazer nela, mas pelo prazer que sentirão DEPOIS dela. Ela se torna desejável, exatamente porque se sabe que não há outra forma de chegar onde se quer chegar, e se houvesse, todo mundo chegaria e ninguém seria diferenciado.




INVERSÃO

Ao invés de procurar, de desejar a dor como forma de saber que estamos no caminho certo, em geral fazemos o contrário. Buscamos o prazer, mesmo sabendo que depois teremos que encarar a dor proveniente deste.
O que falar das pessoas que não resistem a uma boa bebida, e depois passa a semana reclamando do estômago, da cabeça, do mal estar? Ou de quem não resiste a um bom bolo de chocolate, para depois se sentir culpado porque "nunca consegue emagrecer"? Ou dos que respondem de forma violenta a provocações, "descarregam sua raiva" (sim, isso dá prazer), para depois se sentir um animal acuado, preso pelo arrependimento, pagando as consequêncis negativas ou caçado pela policia?
As pessoas fazem o que desejam, para fugir da dor, e depois pagam com uma dor ainda maior e mais demorada (como quem tem medo da agulhada da anestesia do dentista, e por conta disso aguenta o sofrimento de um dente inflamado por meses)...
O que proponho aqui é que façamos o caminho oposto: que ao invés de fugir da dor, peçamos que ela venha, para chegar onde queremos. Não a gratificação imediata, mas o prêmio por um esforço que valha a pena. Se analisarmos bem, prazeres imediatos nos cobram preços altíssimos. Dores imediatas nos dão recompensas valiosas.

UMA BOA FERRAMENTA

Phil Stutz e Barry Mitchels, autores do livro "O método" (Editora Fontanar), apresentam uma técnica interessante (que eles chamam de ferramenta) para quem precisa aprender a aceitar e até querer a dor como elemento comprobatório de que vale a pena alcançar um determinado objetivo. O nome é bem sugestivo: A Inversão do Desejo.
Consiste exatamente em "desejar a dor", e não "desejar fugir da dor", quando o que se quer está do "outro lado" dela. Começa com visualizações diárias do que se deseja, e dos obstáculos que se terá que enfrentar, literalmente "pedindo" para que eles venham. Estas dificuldades se transformam em energia propulsora para o sucesso.
Esteja onde você estiver, pare um pouquinho depois de ler como funciona, e experimente! Só é preciso dar o primeiro passo para que o resto aconteça naturalmente...

QUE VENHA A DOR

-  Imagine que uma situação ou sensação que você deseja está bem à sua frente, a uma distância curta. Não importa o que seja (a alegria por um aumento de salário, lucros com um novo negócio, um emprego novo, o amor da mulher da sua vida, a leveza após pedir perdão a alguém que você ama mas aprontou algo sério, olhar-se no espelho e perceber que seu corpo está do jeito que você queria...)... O seu objetivo está ali, bem delineado com alguma cena que você vê, ouve e sente...
- Agora veja uma nuvem surgindo entre você e seu objetivo (pode ser uma nuvem, uma placa, um parede...). Nela estão todos os obstáculos que você terá que enfrentar. Sensações físicas, psicológicas, dor, medo, ansiedade, angustia... O patrão pode te olhar de um jeito que você não goste. Novos clientes podem te dar um não. A pessoa que você magoou pode te maltratar, não querer te perdoar... Mas você sabe que depois que passar por esse obstáculo vai se sentir bem, feliz, que chegou ao seu objetivo, que pode olhar para trás e dizer: eu venci!

EU AMO A DOR

- Caminhe em direção à nuvem, gritando em sua mente: EU AMO A DOR! Entre na nuvem, force mesmo a passagem em sua visualização. Sinta o frio, o aperto, mas ao mesmo tempo perceba: Ela está te movendo para o outro lado!

A DOR ME LIBERTA

- Agora imagine que todas estas sensações são como energia que vai tomando conta do seu entorno, e  fazendo com que você seja literalmente "cuspido" pela nuvem para o outro lado! Sinta o alivio de ter saído do aperto, a alegria de ter passado pelo túnel e chegado até onde queria! Veja-se em um ambiente de pura luz e curta a gostosa sensação que isso lhe dá.

Os primeiros passos são feitos com a sua vontade. Mas o final, é a energia gerada que te faz ir à frente, o poder interior da Força Propulsora que te movimenta.
A dica: Pense no que de pior pode acontecer em sua visualização. Costumo dizer que quando a gente se prepara para o pior, fazemos o melhor em situações que nem são tão graves. Se no seu treino mental você consegue dominar o pior (o publico te vaia, o patrão resolve te demitir, o seu produto recebe criticas fortes), no enfrentamento real as coisas não serão mais assustadoras pra você.
Repita estes passos várias vezes, até fazê-lo de forma rápida, transformando toda a dor em energia para ir frente. Quando se sentir assim, totalmente energizado, está pronto!
Pra não esquecer de cada passo, lembre-se das frases título de cada uma: Que venha a dor! Eu amo a dor! A dor me liberta!

Que tal começar agora? Boa jornada!

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