domingo, 16 de março de 2008

RELAXE...EM SUA POSTURA




Este é um princípio do Ioga para qualquer momento de seu dia a dia.
É uma maneira fácil para reduzir as tensões e sentir mais prazer. A pergunta é: você se interessaria? Se sim, veja nesta matéria como este princípio pode ser aplicado para isto, mesmo sem qualquer prática.
• Comece observando sua testa. Há alguma tensão? Se houver, relaxe, solte os músculos da região. Agora note seus ombros e faça o mesmo. De novo com os quadris.
• Agora pegue um objeto qualquer que esteja perto de você e segure-o com os braços estendidos à frente. Procure agora reduzir o excesso de tensão muscular, relaxando o que for possível no braço e na mão enquanto continua segurando o objeto. Se você não pratica relaxamento ou meditação com regularidade, provavelmente notou que havia energia além da necessária sendo aplicada em cada situação, e retirá-la não afeta o resultado final.
Eliminar a tensão não-útil é um princípio do Ioga, chamado pelos que entendem este princípio como "relaxar na postura". Após se atingir alguma postura, reduz-se a energia aplicada à permanência. Esse princípio é extremamente fácil de ser aplicado, podendo ser estendido para várias situações da vida prática. E devido à ligação sistêmica corpo-mente, um corpo mais relaxado induz mente mais relaxada, e, claro, muito mais tranquila.
Veja algumas situações cotidianas em que se pode aplicar esta idéia:

- dirigindo, enquanto espera no semáforo
- ao tomar um cafezinho
- ao dar uma garfada em uma refeição
- Ao deitar-se para dormir ou descansar
- ao assistir televisão
- Ao ler
- Enquanto espera a página Web carregar (no meu caso, uso muuuuito!)
Há duas formas de se relaxar desta maneira: através de várias operações de relaxamentos parciais (testa, ombros, quadris, pernas) ou uma só: de uma vez você solta o que puder no corpo inteiro. Fazendo, rapidamente você vai descobrir sua melhor maneira. Sem contar que, quando se tornar um hábito, você nem precisará comandar conscientemente.

Veja mais idéias de situações onde aplicar o princípio:
- Agora!
- Ao caminhar
- No beijo
- Ao assistir uma aula ou palestra
- Ao fazer um carinho (imagine-se recebendo um de uma pessoa que está relaxada na postura!)
- Ao clicar o mouse ou digitar
- Ao refletir para tomar uma decisão
- Quando estiver com raiva
- Ao pentear os cabelos
- Ao se esfregar no banho
- Ao esperar o elevador
- Ao esperar um monte de coisas!
- Enquanto apenas curte a água quente no banho
- Em momentos de prazer em geral
Você já deve ter percebido a infinidade de situações nas quais se pode relaxar na postura. E você ainda pode combinar o relaxamento com a respiração: ao expirar, solte-se.


PS: Haverá porventura alguma situação em que não convém fazer isto? Talvez, como por exemplo nos casos em que a tensão extra faça parte de processos que levam você a agir. Nestes casos relaxar pode não ser a melhor opção. Como regra geral, considere relaxar na postura quando for útil aos seus objetivos, e não aplique o princípio quando perceber que atrapalha mais do que contribui. Sua experiência é a melhor mestra.
Bom proveito!

Aliás, o que está esperando? Que tal soltar-se agora em sua postura?

sábado, 15 de março de 2008

MEU SONHO DE HOJE: MOEDAS E PERDAS


Clique aqui e acesse a Apostila ATPP, um resumo feito por Antônio Carlos do livro "Eu sou a causa e a solução dos meus problemas", do professor Pedro Makiama

Como eu já disse antes, o sonho é uma metáfora da vida, e cada vez que eu tenho um destes que me deixam pensando, gosto de postá-lo aqui para que vocês, leitores, possam comentar ou mesmo aproveitar para também fazer uma reflexão.

"Estou num lugar distante de minha casa. Imagino que se encontrar algumas moedas, conseguirei comprar algo para comer, um cigarro ou mesmo algo melhor.

Começo a procurar e encontro, de cara, moedas de 5, 10 centavos. Enquanto cato cada uma delas, percebo que o número de moedas vai aumentando, e também o valor, até chegar a várias de R$ 1.

Noto então que as moedas que estou pegando estão, na verdade, dentro de uma bolsa, e que esta bolsa foi perdida por alguém. Resolvo pegar a bolsa e procurar pela dona, que já imagino ser uma uma mulher. Porém, continuo com as moedas que já peguei, uns sete reais, no bolso.

Para mim, este sonho deve ter um sentido especial, mas ainda não encontrei o significado.

E se você tivesse sonhado isso? O que significaria pra você?

- Quando você se sente longe de casa?

- Em que momentos você acredita que simples moedas podem salvá-las(los)

- Quando você decide dar de volta algo que pertence ao outro, mas mantendo algo que já pegou?

Questionemo-nos...

quarta-feira, 12 de março de 2008

Agorizar, preterizar, futurizar....

Clique aqui e acesse a Apostila ATPP, um resumo feito por Antônio Carlos do livro "Eu sou a causa e a solução dos meus problemas", do professor Pedro Makiama

Gente, como esse tema foi citado no último toró da brain (grupo de estudos a no skipe), resolvi repassar o texto do mestre Virgílio Vasconcelos, sobre os temas da "Agorização, futurização e preterização". Espero que aproveitem...

"Preterizar, agorizar, futurizar...Novas e úteis palavras, para ações que fazemos sempre.Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras. Um estudioso da linguagem (do qual só me lembro da frase) disse: "Diga isto sem palavras". E Robert B. Dilts disse que "Uma palavra vale mais que mil imagens". Talvez todas sejam verdadeiras. Sobre a última, pense, por exemplo, na palavra "televisão".

Pense em tudo que tem que saber e conhecer para entender com profundidade essa palavra: o aparelho, como funciona, os controles disponíveis, de onde vêm as imagens, como são produzidas, a história... Muito mais que mil imagens.

De passagem, note a velocidade com que sua mente processa todas essas informações. Pense agora na palavra "atenção". É uma palavra relativamente inespecífica, já que podemos dirigir a atenção a alguma imagem, som ou sensação, para algo externo ou interno a nós, ao passado, futuro ou presente, em maior ou menor grau de segmentação e ainda combinações dessas possibilidades. Essa palavra ainda tem a característica de ser um substantivo que se refere a um processo, o processo de estar atentando para algo.

Aqui focalizamos a característica da atenção de poder estar direcionada para o passado, presente ou futuro. Ao lembrarmos experiências, a atenção vai ao passado. Ao planejarmos ou ao nos preocuparmos com uma possibilidade, ao futuro. Sentir dor e prazer sensoriais são tipicamente experiências do presente, como saborear uma boa comida.

Mas por vezes a atenção não está no tempo mais apropriado. Estar preocupado com algo que pode acontecer, ao comer, prejudica usufruir do sabor. Ficar atento ao destino, ao dirigir em uma rodovia, pode impedir a chegada. Por isto, propomos criar algumas palavras que facilitem o acesso ao estado desejado. Quando for mais adequado estar no presente, "agorizamos".
Quando for melhor dirigir nossa atenção ao futuro, "futurizamos". E quando tiver algum benefício atentar para o passado, "preterizamos". Se estiver sentindo alguma estranheza com os novos nomes, não se preocupe: após algum convívio com o diferente, vem a sensação típica de familiaridade. Imagine por exemplo que já ouviu a palavra agorizar mil vezes!

E como palavras sem experiências relacionadas não têm nenhum sentido, precisamos associar algumas coisas a cada nova palavra para entendê-la. Estaremos agorizando sempre que a nossa atenção estiver dirigida ao que estamos vendo, ouvindo e sentindo agora. Olhe em volta, escute, sinta seu corpo: você agorizou. Agora lembre do que fez ontem à noite. Ôpa, você preterizou. Agora pense em algo bem agradável que lhe espera no fim de semana.

Nada como futurizar algo bem legal! Agorize-se por favor para completar a leitura do texto.rsrsrsQuais seriam as utilidades de tudo isto? Por exemplo, se alguém está com medo e percebe que o medo é injustificado, basta agorizar-se (imagine - futurizando, é claro - como deve ser fácil depois de alguma prática).

Um estudante que fica futurizando algo que nada tem a ver com a aula está desperdiçando tempo. Uma pessoa pode também verificar o que faz melhor e o que pode ser desenvolvido. "É, estou preterizando em excesso e perdendo o presente". E agoriza.

Alguém se lamentando pode perceber que preterizar nesse contexto não está servindo para nada, e resolve agorizar para poder fazer algo que modifique a situação. E se acha que não vai se lembrar de agorizar, por exemplo, use o método do ensaio mental: futurize que está agorizando na situação desejada (opa, essa é muito boa)!
Transformar processos em coisas, como no exemplo da "atenção", pode ser útil para fazer com que o processo seja executado sem interrupção. Pense por exemplo na diferença entre sentir "raiva" e estar se "enraivecendo" a cada instante. Portanto, vamos criar também os substantivos: agorização, futurização e preterização. Sempre que quiser que algum estado se mantenha, prefira o substantivo: "Que agradável esta agorização".

Se quiser tornar permanente o estado, use o verbo "ser" e incorpore-o à sua identidade: "Sou um agorizador". Mas ainda não é o melhor. Após alguma prática de agorização (também funciona com outros processos), o processo mental vai se instalar e você vai agorizar com a mesma facilidade com que comanda sua mão ou a língua: nem precisa pensar conscientemente, simplesmente agoriza...e usufrui o presente"!

Virgílio Vasconcelos(fiz apenas pequenas modificações para melhor entendimento)

Site do Virgílio: http://www.possibilidades.com.br/

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