segunda-feira, 23 de novembro de 2009

DEZ DICAS PARA UMA VIDA EQUILIBRADA E FELIZ

Conversando com amigos durante uma reunião social, uma pergunta me foi feita como um desafio: Existe uma "receita" para ser feliz?
O questionamento surgiu após vermos uma noticia, numa revista carregada de belas fotografias da Ásia e da África, de que a pobreza, a fome, as guerras (todas deploráveis e que precisam ser eliminadas) não interferem na capacidade de alguns povos de sempre manterem o sorriso aberto e estarem de bem com a vida, mesmo diante das piores dificuldades.
A pergunta me foi dirigida porque, no grupo em que conversávamos, pelo menos um terço se dizia "depressivo", "estressado" ou "desanimado" diante das "terríveis dificuldades" do nosso país... Como todos o que convivem comigo sabem que tive depressão, que passei por maus bocados em minha vida e hoje procuro sempre manter o equilibrio, senti que foi na verdade um pedido de socorro, como um "Por favor, me faça uma sopa de felicidade e nos forneça a receita".
Não sou muito de receitas prontas. Prefiro pegar os ingredientes e ir jogando na panela pra ver no que dá, mas como tudo tem uma dica básica, resolvi então usar a minha experiência e o que havia lido sobre os povos da África do Sul, do Butão e da Dinamarca (procure matérias sobre eles na net... você vai se surpreender) para elaborar, digamos assim, minhas "10 sugestões para uma vida mais equilibrada".
Confira:

1 -  Bom humor é regra básica para uma vida saudável e mais equilibirada.. Nem um velório passa sem uma piadinha, sabia? Claro que você não vai fazer piada com o sofrimento dos outros, mas se conseguir mostrar, com respeito, que é possível sorrir e, ainda que por alguns instantes, perceber que pode se transportar para onde quiser, será um grande passo.

2 - Não tenha tanta certeza sobre tudo, e nem desconfie tanto do que não conhece. Um pouco de ingenuidade ajuda a manter o sorriso franco, verdadeiro, equilibrado e, acima de tudo, saudável e belo.

3 - Paradigmas te travam? Aprenda a estar aberto(a) a novas crenças, sem estar preso(a) a elas. Quem me ensinou foi o meu Mestre: Numa conversa com alguns ex-colegas de congregação religiosa católica, ele sugeriu que fizéssemos um curso de Terapia de Vidas Passadas. Um dos discipulos lhe perguntou, de maneira repreensiva, se ele acreditava nesta teoria. Ele simplesmente respondeu: "Não! Porém, estou aberto a acreditar!".. Ele sempre foi o melhor terapeuta que conheci, em todos os sentidos.

4 - Seja simples! Nada de complicar as coisas, ou ficar preocupado(a) com futilidades que só levam à frustração. Já vi pessoas de classe média morrerem de depressão porque "queria ter um carro do ano", e milionários que viveram mais de século apenas porque nunca se preocupou em ostentar sua riqueza.  Já vi também milionários que só se encontraram quando, literalmente, colocaram os pés no chão, e pobres que melhoraram de vida quando aprenderam a valorizar o que já tinham, e não o que ainda não possuiam.

5 - Acredite em milagres. Fé é saber que algo vai acontecer, ficar na expectativa, mas não saber quando será. Não force o universo. Simplesmente acredite nele e faça a sua parte!

6 - Aprenda a valorizar o que o(a) outro(a) vive e acredita, mesmo que esteja diametralmente  oposto ao que você vive ou crê. Não precisa abrir mão de suas convicções, mas pode enriquecê-las com o que esta pessoa tem a lhe ensinar. Há um ditado que adoro: "Ninguém é tão sábio que não tenha nada a aprender, e nem tão idiota que não tenha nada a ensinar".

7 - Esteja sempre em sintonia com as pessoas à sua volta, mesmo que elas lhe sejam hostis. Aprenda a encarar os desafios "entrando no mundo do outro" e não combatendo-o. Isso é rapport. Costumo dizer que isto significa:"aprender a dançar com o inimigo" ao invés de chocar-se com ele. O resultado é surpreendente!

8 - Use o "método Kaizen" na busca de seus objetivos. O kaizen é um termo japonês que, de maneira geral, indica a praticidade de se estabelecer pequenas metas, e comemorar o cumprimento de cada uma delas. Ex: Se numa fábrica se colocava um monte de material para uma pessoa fazer cadeiras, ela tinha um só objetivo: acabar com aquela montanha de madeira. Quase sempre sofria, se estressava, e nunca era suficiente. Quando as fábricas passaram a colocar pequenas quantidades de material, e a definir que as cadeiras deveriam ser empilhadas em quantidades específicas ao lado de quem as confeccionava, a produção aumentou. Cada grupo completado era uma conquista, e o marceneiro queria ir mais e mais longe, porque não mais se preocupava em "acabar com um estoque", mas, sim, em superar o número alcançado anteriormente.
Faça o mesmo com suas metas!

9 - Assuma a responsabilidade por seus atos e por seus desejos, e seja sempre honesto(a) consigo mesmo(a). Quem culpa os outros, o governo, a vida, uma doença ou um problema pessoal pelos seus infortúnios vive numa mentira que só lhe traz mais e mais frustrações.  A pessoa justifica seus fracassos, não aprende com eles e vive infeliz. Use sempre esta frase: "O que EU POSSO FAZER, ou onde DEVO ATUAR para que as coisas mudem?". Se você não sabe ainda, o simples ato de perguntar vai trazer as respostas.

10 - E, por fim, acima de tudo: Não transforme tudo o que ouve (inclusive o que estou dizendo aqui) em uma única verdade! Nossa vida é algo dinâmico, o mundo é dinâmico, e as oportunidades para descobrir novas formas de encarar cada desafio de sua existência surgem todos os dias. Se você estiver pronto(a) a melhorar, a incrementar cada vivência que já teve, cada aprendizado e cada experiência já assimilada, só tem a ganhar.

Uma dica básica para todas estas sugestões: Teste cada uma delas sempre que possível, e onde for necessário faça adaptações, a seu gosto. Para mim, elas têm sido úteis, mas todos os dias procuro melhorá-las.

"Minha querida alma, faça de mim uma pessoa equilibrada, simples e feliz"

domingo, 22 de novembro de 2009

QUE TAL SER COMO AS CRIANÇAS?

É só uma propaganda de fraldas, mas preste atenção na grande lição que nos é dada!



MINHA QUERIDA ALMA! SEJA FONTE DE BOM HUMOR E TRANQUILIDADE. SEJA FONTE DE FÉ!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

SEXTA-FEIRA, 13: LIÇÃO DE CRENÇAS


Quando chega a sexta-feira 13, o movimento é sempre o mesmo: Dia de sorte ou de azar? Dá pra arriscar em passar debaixo da escada? Que tal carregar um raminho de arruda? Tem bruxas más soltas por aí? E os gatos pretos?
Eu encaro este dia como uma ótima oportunidade de comprovação do quanto as crenças interferem em nossas vidas, e como é importante estar atento à automatização que damos aos seus efeitos.
Na verdade, a sexta-feira 13 pode, sim, ser um dia de puro azar. Como pode ser de muuuuita sorte. Da mesma forma qualquer outro dia pode ter o mesmo efeito (para muitos, toda segunda-feira é dia da preguiça. Para outros, é dia de começar com tudo, pois é o retorno às atividades que irão render uma boa grana, que vai reencontrar os colegas de escola, de trabalho...).
Passei por uma experiência interessante na sexta-feira 13 de março deste ano. Estava fazendo uma matéria policial e fiquei diante da delegacia, à espera do delegado. Tinha alguns pedreiros na frente de um banco, fazendo umas reformas, e notei quando uma jovem se aproximou do prédio, olhou para todos os lados, ficou observando a entrada... Ficou cerca de 10 minutos ali... parada.... e desistiu de entrar no banco.
Quando passava diante da delegacia, tropeçou e caiu de joelhos na calçada.
Adivinha qual foi a frase que ela disse? "Eu sabia! Até demorou".
Ajudei-a a se levantar. Felizmente não havia se machucado, a não ser no orgulho, por ter levado um tombo no meio de tanta gente. Ao perguntar se havia tropeçado numa pedra, num buraco, se foi porque quebrou o salto ou algo parecido, a resposta não teve nada de prático: "É que hoje é dia de azar. E eu sempre sofro alguma coisa na sexta 13. Tenho medo até de sair. Agora mesmo não entrei no banco porque vi uma escada bem no caminho, e não tinha como desviar e resolvi acertar umas contas na lotérica. Mesmo assim levei este tombo".
O que esta mulher não havia notado, e eu tinha percebido, é que ela, literalmente, provocou o tombo. Ela estava andando tensa, de uma maneira tão insegura que parecia, pensei eu, estar passando mal. As pisadas claramente estavam irregulares, andava em falso constantemente. Se não fosse diante da delegacia, o tombo aconteceria em qualquer outro ponto, mas aconteceria.
O detalhe é que ela não notou sua postura, e por um simples motivo: ELA ACREDITAVA QUE ESTAVA REALMENTE NUM DIA DE AZAR. O resultado é óbvio: "Cuidado com o que acredita, com o que deseja. O Universo se encarregará de torná-lo realidade". No caso dela, o corpo tratou de confirmar sua crença.
Chamei a atenção da garota para estes fato, de maneira direta. Ela, a princípio, me olhou com raiva, como se eu estivesse falando uma tremenda blasfêmia (quando se mexe com crenças, a tendência é esta mesmo). No entanto, foi aquiescendo no momento em que perguntei: "Se hoje não fosse sexta-feira, dia 13, como você estaria andando? O que você faria quando visse a escada na porta do banco? Em que estaria pensando?". Ela respondeu que seria bem diferente do que fazia naquele dia, e então mostrei outras pessoas que passavam pela rua. Todas estavam tranquilas, andavam normalmente, e algumas sequer se lembravam que dia era aquele.
Foi como se houvesse um estalo em sua cabeça. "Se o dia 13 fosse mesmo de azar, os problemas aconteceriam com todos, não é mesmo? Não só comigo!". Foi a deixa para ela entender que os problemas aconteciam porque ela acreditava neles, e não por causa do dia.
Não sei se isso valeu algo de fato para a vida dela, se houve mesmo alguma mudança efetiva na crença. Naquele dia, pelo menos, ela passou a caminhar de uma maneira totalmente diferente, muito mais firme e tranquila.
E você, acredita em que?
Seja no que for, a responsabilidade é sua, e não do calendário.

"Minha querida alma, crenças negativas, que vivi e recebi até o dia de hoje, acabaram!".
"Minha querida alma, seja fonte de crenças positivas, e liberdade para viver a vida".

sábado, 7 de novembro de 2009

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