segunda-feira, 21 de outubro de 2013

ERROS MAIS COMUNS NA MANUTENÇÃO OU BUSCA POR UM RELACIONAMENTO

Não sou do tipo que se considera um bom "consultor sentimental". Mas tenho tantos amigos e amigas que buscam apoio dentro deste tema que não resisti e tratei de fazer este post, especialmente para os(as) que se sentem solitários(as) e acabam cometendo um bocado de bobagens para acabar com esta condição...
Não há dúvida de que o amor, a amizade, a intimidade, a paixão, o apoio mútuo, dentre outros, tornam os relacionamentos e uma vida mais feliz. É maravilhoso estar perto daquela pessoa especial, com quem você pode rir, compartilhar suas esperanças, sonhos e preocupações. E o melhor é que com isso você não precisa gastar um tostão com psicólogos, psiquiatras ou terapeutas de auto-ajuda...
Claro que isso é possível também sem estar com nenhum(a) parceiro(a) íntimo, mas junto com alguém, seja da familia ou um caso de amor, é muito melhor. Pra confirmar essa tese uma pesquisa comprova que quando estamos tristes ou em momentos de dor, nos aliviamos mais facilmente lembrando ou olhando a foto de um ente querido... eu faço isso. Por essa razão, não é de se admirar que tantas pessoa queiram ou estejam à procura de sua "cara-metade", ou não consiga deixar para longe os seus familiares.
Mas há riscos, e o principal deles está em idealizar quem nos cerca. Por conta desta idealização, fica muito mais difícil para algumas pessoas fazer o relacionamentos prosperarem, crescerem, serem realmente uma parte positiva de suas vidas. Dentro desta questão, alguns erros, que complicam a vida a dois (a três, quatro ou mais pessoas), se destacam. Veja uma pequena lista e aprenda como evitá-los:

- Estar muito desesperado(a) para se ligar a alguém (ou encontrar seu "principe (princesa)")
Este é um clássico e universal erro do relacionamento. A pessoa diz para si mesma: "O tempo está acabando", e os relógios biológicos estão passando ruidosamente como bombas de tempo cheios de hormônios ameaçando explodir. O pânico se fixa no coração e, por conta disso, de repente alguém com mãos firmes, boas roupas e unhas limpas começa a parecer uma "boa aposta".
Afirmar que está "querendo" uma relação 'não é o mesmo que "querer estar em um relacionamento com uma pessoa em particular". Se você ficar muito propenso(a) a buscar "uma relação" como uma idéia geral, pode cair em algumas armadilhas, das quais muitas vezes não há volta, pois está partindo para cima da primeira criatura disponível (ou não disponível) que estiver no seu caminho, ou mostrando aos (às) potenciais parceiros(a) que você está tão desesperado(a) quanto um sedento atrás de água.
O que fazer: Não se pode apressar o amor... Até octogenários ainda podem se apaixonar, sabia? Claro que nem sempre é preciso esperar tanto, mas estando aberto(a), qualquer tempo é tempo. Começar um relacionamento com alguém "apenas porque precisa" é como fazer uma viagem sem verificar as condições do carro. E quem vive de olho no "relógio biológico" acaba se esquecendo que, ao escolher a pessoa errada, apenas vai perder mais tempo na busca pela felicidade.

- "Porque sempre escolho a pessoa errada?"
Isso é como perguntar porque dói tanto quando a gente rala o joelho na pedra, e continuar produzindo momentos em que isso ocorre, sem nunca colocar um protetor no joelho ou escolhendo outro piso para fazer seus esportes.
Tem gente que parece estar no "mercado para erros do relacionamento", porque nunca se lembra de como cometeu o primeiro. Qualquer pessoa pode, equivocadamente, cair nas mãos de um(a) psicopata, mesmo porque este tipo de gente consegue enganar o suficiente para uma conquista. No entanto, se aos primeiros sinais de que algo está errado (ciúme excessivo, vigilância 24 horas, brigas constantes, ameaças, agressões) eu não trato de cair fora, ou quando consigo, caio na mesma lábia novamente, então é melhor repensar minhas escolhas.
Ninguém pode se culpar por se deixar levar por doentes deste tipo, mas pode pensar melhor se tiver comportamentos como, por exempo, sempre procurar alguém com características que são negativas, que fazem jogos destrutivos, e depois ficar se culpando porque algo não deu certo (a velha frase: "Onde foi que errei?").
A dica: Se você está cronicamente buscando companheiros(as), para cumprir com "seu prazo biológico", e obviamente, percebendo que as coisas não vão bem, na medida em que as relações se tornam dolorosas, pode pelo menos admitir que a escolha não foi boa para si mesmo(a) e não se surpreender com isso. Então, aprenda a perceber quais foram os padrões de pensamento que te levaram à esta escolha, pois este é o primeiro passo para mudar.

- Jogar
Muita gente vê os relacionamentos sob um prisma competitivo. "O jogo do amor", "O jogo do namoro"... Estas pessoas estão sempre buscando "marcar pontos" contra aquela a quem querem ou têm como parceira. "Seja frio, para ela não pensar que está ganhando o jogo". "Faça ciúmes, para saber até que ponto ela está na sua mão"... e por aí vai. Tudo trata de pura manipulação, e chega uma hora em que um dos lados não quer mais "brincar". Todo jogo tem um tempo para acabar, e aí o jeito é seguir para outra partida. E o pior é que quase sempre não há vencedores... É isso que você quer?
Se você quer um relacionamento de boa qualidade, pode fazê-lo sendo honesto e aberto, pois assim ambos ganham. E, se tentarem te arrastar para um jogo, recusar-se é uma boa idéia.

- Precipitações
Tenho uma amiga que, certa vez, reclamou comigo que ninguém se interessava por ela. Isso era numa terça-feira. Na quinta-feira, conheceu um sujeito na internet, da mesma cidade que ela, e me mandou uma mensagem dizendo que tinha conhecido um "cara muito legal". No sábado, estava radiante porque foi convidada por ele para curtir um barzinho. Na segunda, me disse que estavam namorando... e na quarta-feira, estava deprimida porque perguntou a ele o que ele achava de casamento, e ele se assustou... Não era para menos! Acredite, isso de fato aconteceu, e acontece muitas vezes. Talvez não com o recorde com que minha querida amiga fez, mas muito parecido, algumas pessoas já começam cedo a fazer "testes" e cobranças de alguém, para descobrir qual o grau de comprometimento que existe entre eles.
Uns começam a planejar coisas, como viagens, festas, noivado, casamento... às vezes sem nem ter começado o namoro! Outros já vão dizendo que "amam", que "não vivem sem você" depois de uma noite de balada... Sem falar nos interrogatórios que começam a surgir, tipo: "Onde você esteve?, "Com quem você esteve?", "Porque entrei no face e você não estava?, ou "Porque quando entrei no face você já estava? Com que estava conversando?"... é dureza...
A saída legal é manter-se afastado por um tempo até você conhecer melhor com quem quer se relacionar. Tudo o que existe em nosso universo, tanto quanto eu sei, tem uma escala de tempo - incluindo o amor. Não dá para estabelecer-se como um casal de maneira muito rápida... trata-se de uma vivência de longa data, e isso não ocorre quando se conhecem há apenas algumas semanas.

- Insegurança
De cara, já vai a dica, baseada no que está dito no tópico anterior: Dê ao seu (sua) novo(a) parceiro(a) algum espaço. Mesmo se você se sentir inseguro com isso. Quem age com base na insegurança pode acabar com o relacionamento antes mesmo que ele comece. Resista à tentação de estar constantemente verificando onde ele(a) está e o que está fazendo e / ou pensando e sentindo. Se você realmente gosta da pessoa, é natural estar pensando muito nela, mas lembre-se que antes de que a dita cuja já tinha uma vida antes de te conhecer, e ainda a tem.
Reconheça que é natural se sentir preocupado, e que por isso você teme que, acidentalmente, se quebre algo que você sente é precioso, especialmente nos estágios iniciais, que são "frágeis", mas lembre-se que uma semente de flor, uma vez plantada, precisa de tempo para brotar e crescer.

- A armadilha do perfeccionismo
É fato que quando se fala em conto de fadas, os príncipes e princesas da vida real não são tão perfeitos. O cara pode ter um nariz torto, a mulher pode não ser uma miss... e pode ser que você perca a chance de ser muito feliz apenas porque é exigente ao ponto de achar que está num desenho animado.
Não quer dizer que você sair "pegando" o que encontra pela frente (porque aí é o desespero que já citei anteriormente), mas um dos grandes problemas encontrados pelas pessoas que buscam a perfeição, é que depois de supostamente encontrada, o outro(a) não se revela exatamente "como eu queria".
Se as pessoas não vivem ou são de acordo com a imagem que você formou deles, que culpa elas tem? Se você tem parâmetros muito apertados para a forma como o amor deve ser, antes de se encontrar com ele ou ela, então você pode estar posicionando-se fora do mercado. Claro, existem coisas que todos nós preferimos, mas algumas pessoas parecem ter características elencadas em uma lista de compras:
"Ele(a) deve ter os olhos verdes"..
"Ele(a) deve usar roupas de grife".
"Ele(a) deve ter um corpo de um(a) deus(a), ser inteligente e de preferência já ter dinheiro".
Não estou brincando, algumas pessoas (geralmente jovens) cortam suas próprias opções a este ponto. Eles podem defender isso com: "Por que eu deveria aceitar nada menos?" Mas esse não é o ponto. Muitas vezes, algo pode parecer ter todas as 'partes' certas, mas quando as partes são colocadas juntas, você acha que eles realmente não funcionam tão bem quanto o esperado.
Para evitar os problemas decorrentes desta postura, abra sua mente para a possibilidade de que você pode ser enganado ao supor que você só pode ter um relacionamento com alguém que se encaixa exatamente o que você imaginou. E lembre-se, se já estiver namorando, de que você está vivendo esse momento com uma pessoa da vida real, não um personagem de sua própria criação.

- Tentar mudar o(a) outro(a)
É incrível como quando entramos em conflito ou queremos promover um bom relacionamento, tentamos fazer com que a outra pessoa mude para que isso ocorra (esquecendo de nós mesmos). É como se você só conhecesse galinhas e nunca tivesse visto um pavão, e aí quando encontra um trata de cortar as suas penas para que ele seja "como o que se conhece em termos de aves". Tratar o seu novo parceiro como um projeto que você precisa trabalhar, como algo para "melhorar", é desrespeitoso e pode fazer a pessoa se sentir como se fosse uma "coisa", e também que não é amada pelo que é. A pergunta é: Como você vê essa pessoa, e porque resolveu se envolver com ela então?
Se envolver em um novo relacionamento deve ser divertido, excitante e agradável. Se você pode monitorar e influenciar seu comportamento durante fase do "conhecer-se", então você tem muito mais chances de conseguir saber se você e eles realmente vão trabalhar juntos, sem a necessidade de culpar alguém, se não der certo. Entenda: saber o que pode estar errado pode nos ajudar a todos a entender mais como encontrar o que é certo, não a transformar o outro à sua imagem e semelhança.

*Baseado em dicas do hipnólogo Mark Tyrrell 


domingo, 13 de outubro de 2013

RECRIANDO O SEU PASSADO

Quantas coisas você aprendeu no seu passado e que hoje ainda promovem limitações em sua vida? Lair Ribeiro fala sobre como podemos mudar o que nos impede de seguir adiante, de sermos felizes, de conseguir o que queremos. Fala, principalmente, sobre o Poder da Declaração! Você pode assistir, aprender e utilizar. A decisão é sempre sua!


sábado, 12 de outubro de 2013

UM MAGO DA INFLUÊNCIA E DA LIDERANÇA

Muitas pessoas tentam descobrir o segredo da influência, da liderança sem esforço, do rapport sem muito pensar... Esse carinha, Bobby McFerrin, consegue demonstrar como tudo isso parece fácil, ao fazer o público participar de sua apresentação da Escala Pentatônica. Qualquer neurolinguista, neurocientista, psiquiatra, psicólogo ou profissional de qualquer área que necessite desta habilidade ficaria com inveja...rsrs

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