domingo, 27 de março de 2011

E TEM GENTE QUE RECLAMA DE UMA DORZINHA DE CABEÇA...

Aprender a levar a vida com bom humor, a se reerguer após as tragédias, as falhas, os fracassos...
Sempre digo que o riso vende, atrai, cura e SALVA. O exemplo deste jovem muito bem humorado, um ser humano maravilhoso, é prova disso!
"VOCÊ VAI DESISTIR?", ele pergunta!
Quero saber qual é a sua resposta. 



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MINHA QUERIDA ALMA, SEJA FONTE DE PERSISTÊNCIA E CORAGEM!

terça-feira, 15 de março de 2011

NOSSOS TSUNAMIS E O EXEMPLO DOS JAPONESES

Estava assistindo às mais diversas matérias sobre a tragédia no Japão. Via o sufoco das pessoas com as casas destruidas, a fome, a falta de água, a busca pelos mortos...
Mas o que mais me chamou a atenção,  ao contrário do que ocorreu em outras tragédias amplamente divulgadas pela grande mídia, é que o foco principal acaba não sendo o apuro pelo qual o povo está passando, mas a capacidade do japonês de reagir com organização e paciência às adversidades.
Percebeu que embora tenha algumas cenas de gente chorando pela perda de entes queridos, quase não se vê cenas de desespero em massa? Vemos pedidos de ajuda, mas nenhuma aglomeração de famintos dispostos a tudo para ter comida e água, inclusive agredindo e matando irmãos que passam pelo mesmo sufoco. Pelo contrário: vemos filas bem organizadas, semblantes abatidos, mas serenos, confiança de que pode demorar, mas tudo voltará ao normal, ou ficará ainda melhor.
O mesmo fez o governo, os bancos... não há preocupação em "manter reservas" ou "garantir divisas" aos cofres do governo. As bolsas de valores? Dane-se, podem cair! A primeira providência foi não chorar sobre o leite derramado mas anunciar liberação de dinheiro para salvar a fazenda, comprar novas vacas, fazer novas cercas... Lamentos não fazem parte do vocabulário. Atender a quem está em apuros no momento e já pensar na reconstrução, sim!
Quantas lições!
Lições para os governos ocidentais, mais preocupados em proteger quem já tem proteção demais do que com os povos que os elegeram. Lições para outros povos que passam por dissabores, que se preocupam tanto consigo mesmos a ponto de se esquecerem que quem ajuda ao outro acaba se ajudando sempre. É tão mais fácil sobreviver em grupo que sozinho... E isso os japoneses sabem fazer!
Por fim, lição para cada um de nós, individualmente, para nossas vidas pessoais!
Quantos de nós não ficamos deprimidos, desesperados com pequenos problemas? E quando os grandes dissabores chegam, então entramos em pânico! Queremos mudanças, mas não queremos arcar com a "bagunça" necessária para estas transformações.
Então vem a Vida e nos mostra que nada do que temos, fazemos ou criamos é eterno, e tampouco inamovivel. Verdadeiros "Tsunamis" provocam grandes estragos em nossa forma de vivenciar o mundo. E ao invés de seguirmos adiante, ficamos lamentando as perdas, implorando para os outros nos "salvem" trazendo tudo de volta ao que era antes. Poucos resolvem sair de onde estão para parar e pensar em como dar passos adiante, mas é essa a postura ideal.
Nada é mais importante para quem busca constantes mudanças que saber lidar com as crises. Às vezes, postergamos, postergamos, até que algo como um terremoto ou um maremoto vem e leva tudo o que considerávamos importante! Como sair dessa? Como voltar a acreditar na vida?
Organizar-se, ter paciência e saber procurar novas oportunidades são as dicas para quem passa por isso.
Bem.. eu estou passando, e, cá entre nós...graças aos japoneses, agora ESTOU APRENDENDO MUITO!

MINHA QUERIDA ALMA, SEJA FONTE DE PACIÊNCIA E EQUILIBRIO NAS ADVERSIDADES

sábado, 5 de março de 2011

COMO VENDER UM DIAMANTE (OU QUALQUER COISA)

Um famoso negociante de diamantes de Nova Iorque, Harry Winston, ouviu falar de um rico comerciante holandês que estava procurando uma certa espécie de diamante para acrescentar à sua coleção. Winston telefonou para ele, disse-lhe que acreditava ter a pedra perfeita e convidou-o a vir até Nova Iorque para examiná-la.
O colecionador voou até lá e Winston designou um vendedor para encontrá-lo e mostrar-lhe o diamante. Quando o vendedor apresentou o diamante ao comerciante, descreveu a dispendiosa pedra, destacando todas as suas excelentes características técnicas. O comerciante escutou-o e elogiou a pedra, mas recusou-a dizendo: "É uma pedra maravilhosa, mas não é exatamente aquilo que procuro".
Harry, que ficou observando à distância a apresentação, deteve o comerciante a caminho da porta e perguntou: "Importa-se se eu lhe mostrar aquele diamante mais uma vez?" O comerciante concordou e Winston mostrou-lhe a pedra. Porém, em vez de falar nas características técnicas, Winston falou espontaneamente a respeito da sua genuína admiração pelo diamante e de sua rara beleza.
Inesperadamente, o comerciante mudou de ideia e comprou o diamante. Enquanto esperava que o diamante fosse embalado e entregue, o comerciante voltou-se para o negociante e perguntou:
- "Estou intrigado. Por que comprei de você, quando não tive nenhuma dificuldade para dizer não ao seu vendedor?"
Winston respondeu:
- "Aquele vendedor é um dos melhores no mercado e conhece bem mais a respeito de diamantes. Eu lhe pago um bom salário por aquilo que sabe. Mas, eu teria prazer em pagar-lhe o dobro, se pudesse incutir nele algo que tenho e ele não tem: Ele conhece diamantes, mas eu sou apaixonado por eles".

Autor desconhecido

MINHA QUERIDA ALMA, FAÇA DE MIM UM APAIXONADO PELAS COISAS QUE FAÇO, VENDO OU DIVULGO

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